Esses escritos eu fiz para a penúltima mulher que amei. A Loirão. Foi um tempo bom... por vezes lembro dela e sorrio. Valeu a pena esperar tanto tempo.
Na tarde fria de um natal qualquer
A noite sublime cai macia
O vento resvala no lago
Águas migram sem covardia.
O natal cinza que tua ausência me causa
Me põe triste a repensar
Se o meu sofrer cobre o preço
Que pago diariamente por te amar.
Sentimento doído que tenho no peito
Lembro de tua boca e sinto tua carícia
Minha vida ganha novo sentido
Amar-te, incondicionalmente, patrícia.
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3 comentários:
Duuuuuuuuuuuuu!
Saudades de vc, seu peste! :)
Nossa, poema dos tempos do loirão... esse é velho, hein.
Te amo, coisinha!
Beijos
Obs.: Será que vc lê os comentários que postam no seu blog? :p
Leio sim Paty... Principalmente quando são poucos hehehe. Beijos e saudades.
Oi!!!
Estava passendo pelo seu Blog, e me deparei com um dos poemas da minha epóca de loirão!!
Meu Deus, quanto tempo!!!
Sinto saudades!!
Bjos
Pathy(Loirão)
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