Que me desculpe a classe, trabalhadora e, por vezes, alvo da ira, das brincadeiras sem graça e da chatice dos clientes cozidos. Mas vocês só podem estar de brincadeira sobre essa história dos 20%. Só podem. É como se legalizassem uma espécie de extorsão.
Tinham que acabar com essa palhaçada e com a dos 10% também. Seria muito, mas muito mais fácil realizar campanhas de marketing que incentivassem a gorjeta, caso o atendimento realmente merecesse. Porque vou pagar 20 reais (numa conta ilusória e irreal) de R$ 100 se fui mal atendido? E olha que é muito mais fácil ser mal atendido em locais em que se gastaria R$ 100 do que no pastel com pingado no “China”.
Os patrões vão alegar o que para esses 20%? Dificuldade do seu comércio, que cobra R$ 4 por um refrigerante? Ou R$ 18 por um hamburger (hein, Madero). A verdade é que esta tudo uma grande zona. Povo faz o que quer e por falta de opções, o POVÃO arca com esse prejuízo.
Cinema é coisa de rico
Você consegue imaginar pobre indo ao cinema com a família? Impossível né? Ah, tudo bem, domingo tem a tarifa social de ônibus. Cada um paga R$ 1 apenas para andar na Serpente Rubra (e, se esperto for, esmaga as duas crianças de 10 anos na mesma roletada e economiza mais um pila). O Cinema ta quanto mesmo? R$ 22 , R$ 20. Eu, mais a minha veia, os dois bacuris (que ADORAM pipoca), um pacotinho custa R$ 2 no cinema certo? ERRADO, custa R$ 10. Mais um refrizinho, que custa R$ 1,50 certo? ERRADO, custa R$ 4.
Faça as contas aí bacana. Aí o governo fala do Vale Cultura, que daria um “brinde” de R$ 50 para o trabalhador gastar com cultura. Um livro bom, de lançamento, custa uns R$ 40. O cineminha com a família? Sem chances caboclo. Só se for sozinho com a patroa, sem comer pipoca.
O Brasil ta virando um país de rico, onde só vivem pobres.
Sei lá... to ficando preocupado com o rumo das coisas.
23 março 2010
18 março 2010
Um dia "a casa" CAI
Um monte de gente gosta de deferir seus venenos contra à Gazeta do Povo e ao grupo RPC. A RPC e a Gazeta são vidraças e estão no alvo de toda a ira deste mesmo povo, quando lhes convém. A RPC é a empresa que precisa dizer as verdades e que não pode falhar. Se falha (muitas vezes nas interpretações individuais de cada um) acontece uma tempestade.
Eu, que lido (escrevo, edito, etc) diariamente sobre a maior religião do mundo (o futebol) nesta mesma Gazeta do Povo, sei melhor do que ninguém o que isso significa. Somos "acusados" (como se isso fosse um crime) de atleticanos por coxas, de coxas por atleticanos e de anti-paranistas por paranistas. O dia todo. Em todas as matérias. Não há como agradar aos gregos e curitibanos.
Mas voltando ao tema. Quem é minimamente informado já ficou sabendo da série Diários Secretos publicada pela Gazeta do Povo. Se você não ficou, por favor. Tome vergonha na cara. Ficou ofendido por eu ter dito isso? Tomara que sim. Talvez a partir de agora, sendo tratado dessa forma, você tome essa vergonha e pare de olhar apenas para esse seu umbigo fétido e passe a considerar que o mundo a sulta volta gira independente da sua vontade. E para participar dessa bricandeira, você tem que saber do que se trata.
A série Diários Secretos é, talvez, uma das maiores reportagens investigativas da história da imprensa brasileira (sim, não só paranaense). O trabalho de Karlos Kohlbach (meu amigo pessoal, de quem me orgulho um bocado), James Alberti (meu colega de pós graduação), Gabriel Tabatcheik (meu calouro na faculdade) e Kátia Brembatti feito ao longo de dois anos revela as maracutaias da Assembléia Legislativa do Paraná. Uma série de funcionários fantasmas, laranjas e corruptos.
É uma das maiores devassas da história da política paranaense. Reportagem digna de prêmio. Se não fosse pelo primor do texto (o que não é o caso, afinal esta muito bem escrita), mereceria pelas revelações que traz.
Em dois dias, revelou um esquema de desvio de verbas absurdo e aguardem, pois muita coisa ainda vai vir à tona e tem gente de paletó e gravada SE CAGANDO de medo.
Espero que um dia mostrem esse material nas faculdades de jornalismo, pois trata-se de uma aula da essencia do jornalismo, ou seja, mostrar a verdade que tanto os políticos de carreira ou chefões dos bastidores tentam ocultar.
Acompanhem em www.gazetadopovo.com.br e www.rpctv.com.br. Não deixe para depois.
ps...
É para acabar com esse tipo de prática, essa falcatrua, que pensamos em 2012 como o ano do início da virada. Pena que ele demora tanto tempo para chegar. Se você sonha com esse mundo melhor, sonhe com a gente.
Eu, que lido (escrevo, edito, etc) diariamente sobre a maior religião do mundo (o futebol) nesta mesma Gazeta do Povo, sei melhor do que ninguém o que isso significa. Somos "acusados" (como se isso fosse um crime) de atleticanos por coxas, de coxas por atleticanos e de anti-paranistas por paranistas. O dia todo. Em todas as matérias. Não há como agradar aos gregos e curitibanos.
Mas voltando ao tema. Quem é minimamente informado já ficou sabendo da série Diários Secretos publicada pela Gazeta do Povo. Se você não ficou, por favor. Tome vergonha na cara. Ficou ofendido por eu ter dito isso? Tomara que sim. Talvez a partir de agora, sendo tratado dessa forma, você tome essa vergonha e pare de olhar apenas para esse seu umbigo fétido e passe a considerar que o mundo a sulta volta gira independente da sua vontade. E para participar dessa bricandeira, você tem que saber do que se trata.
A série Diários Secretos é, talvez, uma das maiores reportagens investigativas da história da imprensa brasileira (sim, não só paranaense). O trabalho de Karlos Kohlbach (meu amigo pessoal, de quem me orgulho um bocado), James Alberti (meu colega de pós graduação), Gabriel Tabatcheik (meu calouro na faculdade) e Kátia Brembatti feito ao longo de dois anos revela as maracutaias da Assembléia Legislativa do Paraná. Uma série de funcionários fantasmas, laranjas e corruptos.
É uma das maiores devassas da história da política paranaense. Reportagem digna de prêmio. Se não fosse pelo primor do texto (o que não é o caso, afinal esta muito bem escrita), mereceria pelas revelações que traz.
Em dois dias, revelou um esquema de desvio de verbas absurdo e aguardem, pois muita coisa ainda vai vir à tona e tem gente de paletó e gravada SE CAGANDO de medo.
Espero que um dia mostrem esse material nas faculdades de jornalismo, pois trata-se de uma aula da essencia do jornalismo, ou seja, mostrar a verdade que tanto os políticos de carreira ou chefões dos bastidores tentam ocultar.
Acompanhem em www.gazetadopovo.com.br e www.rpctv.com.br. Não deixe para depois.
ps...
É para acabar com esse tipo de prática, essa falcatrua, que pensamos em 2012 como o ano do início da virada. Pena que ele demora tanto tempo para chegar. Se você sonha com esse mundo melhor, sonhe com a gente.
02 março 2010
Em busca da minha paz...
O meu amigo LG, nobre co-autor do meu outro blog, Diário Leite Quente, é especialista em participar de blogs. Lendo um de seus textos no Diga-me Quem te Informa resolvi repercuti-lo.
Lá, no mencionado texto, ele cita uma campanha pela Paz no Rio de Janeiro feita em 1995. De lá para cá, dando um auxílio aos inimigos da calculadora, já se passaram quase 15 anos. E em 15 anos muita coisa já deveria ter mudado. Há 15 anos, eu estava no auge da minha prá-adolescência (se é que ela existe). Jogava bola até tarde na cancha lá perto de casa, ao mesmo tempo que brincava de 31 (esconde-esconde para os piás de prédio) e pé na bola (também de alerta, quando as meninas insistiam).
Tentando driblar os assobios (assovios) do meu pai chamando para entrar para casa, por volta das 22h, entre uma investida ou outra nas amiguinhas da rua, eu mergulhava na paz que era o conjunto Solar, no Bacacheri. Um loteamento do BNH, que em 30 anos virou bairro nobre. Bairro nobre em que já não há tanta paz como outrora. A mesma pas que se pedia lá em 1995, ou em 1945, 85, e outros cincos lá para trás.
Se durante todo esse tempo a pedida paz não se tornou uma realidade (talve nunca se tornará) porque insistimos em pedi-la? Porque acreditar em algo que nos parece tão impossível?
Meu pai me disse certa vez que devemos nos permitir se indignar sempre. Essa indignação é que diferencia os homens dos animais. Se revoltar com o que esta errado é uma virtude. Não virar o rosto quando vê uam injustiça, não se calar diante da desiguladade (seja ela social, racial, etc), não se omitir. É bom, claro, não se deixar levar pela indignação pura, sem fundamento. Mas nunca deixar de se indignar, como dizia meu sábio pai.
A questão, na verdade, é porque não existe paz, se tdos a querem e tanto a procuram? Simplesmente porque a paz, embora não precisasse (na sua essência) deixa margens para diferentes intrepretações. A minha paz, nem sempre é igual a sua. Aliás, talvez eu nem saiba qual é essa minha paz. Talvez seja uma casinha, um carrinho, morar com minha patroa e os frutos que certamente virão, apertando as contas noa fim do mês para o orçamento fechar, mas sem abrir mão da carninha assada no fim de semana.
Ou não... Talvez seja muito mais que isso. Talvez nossa missão seja muito maior do que imaginamos que seria. Quem me provará isso? Nem eu sei. Mas a diferença é que me permito seguir o caminho que vier. Meu coração sempre me leva onde quer. Eu não questiono e vivo a intensidade da vida que me foi desenhada por mim mesmo.
Sempre em busca da minha paz, sem que para isso precise influenciar direto na paz do meu semelhante.
Lá, no mencionado texto, ele cita uma campanha pela Paz no Rio de Janeiro feita em 1995. De lá para cá, dando um auxílio aos inimigos da calculadora, já se passaram quase 15 anos. E em 15 anos muita coisa já deveria ter mudado. Há 15 anos, eu estava no auge da minha prá-adolescência (se é que ela existe). Jogava bola até tarde na cancha lá perto de casa, ao mesmo tempo que brincava de 31 (esconde-esconde para os piás de prédio) e pé na bola (também de alerta, quando as meninas insistiam).
Tentando driblar os assobios (assovios) do meu pai chamando para entrar para casa, por volta das 22h, entre uma investida ou outra nas amiguinhas da rua, eu mergulhava na paz que era o conjunto Solar, no Bacacheri. Um loteamento do BNH, que em 30 anos virou bairro nobre. Bairro nobre em que já não há tanta paz como outrora. A mesma pas que se pedia lá em 1995, ou em 1945, 85, e outros cincos lá para trás.
Se durante todo esse tempo a pedida paz não se tornou uma realidade (talve nunca se tornará) porque insistimos em pedi-la? Porque acreditar em algo que nos parece tão impossível?
Meu pai me disse certa vez que devemos nos permitir se indignar sempre. Essa indignação é que diferencia os homens dos animais. Se revoltar com o que esta errado é uma virtude. Não virar o rosto quando vê uam injustiça, não se calar diante da desiguladade (seja ela social, racial, etc), não se omitir. É bom, claro, não se deixar levar pela indignação pura, sem fundamento. Mas nunca deixar de se indignar, como dizia meu sábio pai.
A questão, na verdade, é porque não existe paz, se tdos a querem e tanto a procuram? Simplesmente porque a paz, embora não precisasse (na sua essência) deixa margens para diferentes intrepretações. A minha paz, nem sempre é igual a sua. Aliás, talvez eu nem saiba qual é essa minha paz. Talvez seja uma casinha, um carrinho, morar com minha patroa e os frutos que certamente virão, apertando as contas noa fim do mês para o orçamento fechar, mas sem abrir mão da carninha assada no fim de semana.
Ou não... Talvez seja muito mais que isso. Talvez nossa missão seja muito maior do que imaginamos que seria. Quem me provará isso? Nem eu sei. Mas a diferença é que me permito seguir o caminho que vier. Meu coração sempre me leva onde quer. Eu não questiono e vivo a intensidade da vida que me foi desenhada por mim mesmo.
Sempre em busca da minha paz, sem que para isso precise influenciar direto na paz do meu semelhante.
18 fevereiro 2010
Shoppis Centis...
Dei uma consultada no professor Google e ele não me deu uma resposta satisfatória. Portanto, cito o milagre, sem saber o nome do santo. "O Humor é o tempero da VIDA". Desde sempre vivi uma vida feliz. Graças a Deus ou a qualquer força divina superior, tive boa educação, oportunidade de ter uma infância feliz e um lar que me propiciou crescer num ambiente agradável e saudável.
Em toda essa caminhada o humor esteve sempre presente. Rir sempre foi um baita remédio para mim. Fazer rir também, embora a minha veia cômica não seja a ideal para me dar dinheiro, mas acredito que ela satisfaz os meus pares. Da piada maliciosa do Ary Toledo no Show de Calouros (Como é que o elefante se suicida? Lembram?), passando pelos inesquecíveis trapalhões, até ons bons tempos da Escolinha do Professor Raimundo e Praça é Nossa. Hoje me distraio com outros humores, como o CQC, Pânico (certas vezes), e piadas na TV, seja o programa que for.
Mas domingo passado me peguei nostálgico. Ganhei da minha patroa a coleção de DVDs dos Trapalhões e mesmo que ainda não tenha conseguido assistir com a atenção merecida, pude - de rabo de olho - ver alguns dos quadros. Que humor gostoso, inocente e puro. O riso brota fácil, sem esforço. Natural.
Hoje li uma notícia que me deixou triste. A morte de Arnaud Rodrigues, o inesquecível "Shoppis Centis", da praça é Nossa. Adorava seus quadros, ria muito com suas piadas e imitações, como em Chitãoró e Xorãozinho (com o Macelo de Nóbrega). Era um cara da velha guarda, do humor puro, do riso fácil. Arnauld morreu numa fatalidade e olevou com ele um pouquinho do nosso riso, da nossa alegria. Rir, num país onde se sofre tanto, é uma benção.
Mesmo que estejamos (eu estou) tristes pela morte do Arnauld, vamos tentar rir um pouco mais. Não se paga imposto. Ainda é grátis. Não sei até quando.
Em toda essa caminhada o humor esteve sempre presente. Rir sempre foi um baita remédio para mim. Fazer rir também, embora a minha veia cômica não seja a ideal para me dar dinheiro, mas acredito que ela satisfaz os meus pares. Da piada maliciosa do Ary Toledo no Show de Calouros (Como é que o elefante se suicida? Lembram?), passando pelos inesquecíveis trapalhões, até ons bons tempos da Escolinha do Professor Raimundo e Praça é Nossa. Hoje me distraio com outros humores, como o CQC, Pânico (certas vezes), e piadas na TV, seja o programa que for.
Mas domingo passado me peguei nostálgico. Ganhei da minha patroa a coleção de DVDs dos Trapalhões e mesmo que ainda não tenha conseguido assistir com a atenção merecida, pude - de rabo de olho - ver alguns dos quadros. Que humor gostoso, inocente e puro. O riso brota fácil, sem esforço. Natural.
Hoje li uma notícia que me deixou triste. A morte de Arnaud Rodrigues, o inesquecível "Shoppis Centis", da praça é Nossa. Adorava seus quadros, ria muito com suas piadas e imitações, como em Chitãoró e Xorãozinho (com o Macelo de Nóbrega). Era um cara da velha guarda, do humor puro, do riso fácil. Arnauld morreu numa fatalidade e olevou com ele um pouquinho do nosso riso, da nossa alegria. Rir, num país onde se sofre tanto, é uma benção.
Mesmo que estejamos (eu estou) tristes pela morte do Arnauld, vamos tentar rir um pouco mais. Não se paga imposto. Ainda é grátis. Não sei até quando.
05 fevereiro 2010
30 janeiro 2010
belo poente...
Tenho certeza de que muitos de vocês tiveram o privilégio de contemplar o céu no início da noite desta sexta-feira. Tentando vencer com bravura as chuvas que castigam o país há dias, o sol se enfiou com tudo no céu curitibano, sem, entretanto, lograr êxito.
Contudo, graças ao seu esforço e força descomunal, pudemos ver um céu único e que, com tantos detalhes e nuances ímpares, jamais irá se repetir. Tudo ganhou um tom sépia por volta das 19h45. Casas brancas ficaram amarelas, casas azuis ficaram amarelas, casas amarelas ficaram ainda mais amarelas. O negro do asfalto se "aurificou".
Mas não só o amarelo tingiu o céu. Pelo menos aqui em Colombo. Um azul turquesa, trazendo a certeza de mais água cadente, tomava o 1/3 do céu que cedeu espaço para um fundo magenta, adornado por dois arco-íris belíssimos. Um mais tímido, é verdade, mas persistente e metido, ficando o pé na missão de roubar a atenção do seu irmão mais colorido.
O céu multicolorido foi, aos poucos, dando lugar para a penumbra da noite, que antes de ir embora, fez questão de dar mais alguns minutinhos de sobrevida ao alaranjado, ao vermelho que se despediu de mais um dia.
É possível ficar eúfórico com um simples cair da tarde? Atire o primeiro mouse quem nunca foi tocado por um belo por do sol.

A foto acima é do competentíssimo Antônio "Socó" Costa, reporter fotográfico da Gazeta do Povo.
Contudo, graças ao seu esforço e força descomunal, pudemos ver um céu único e que, com tantos detalhes e nuances ímpares, jamais irá se repetir. Tudo ganhou um tom sépia por volta das 19h45. Casas brancas ficaram amarelas, casas azuis ficaram amarelas, casas amarelas ficaram ainda mais amarelas. O negro do asfalto se "aurificou".
Mas não só o amarelo tingiu o céu. Pelo menos aqui em Colombo. Um azul turquesa, trazendo a certeza de mais água cadente, tomava o 1/3 do céu que cedeu espaço para um fundo magenta, adornado por dois arco-íris belíssimos. Um mais tímido, é verdade, mas persistente e metido, ficando o pé na missão de roubar a atenção do seu irmão mais colorido.
O céu multicolorido foi, aos poucos, dando lugar para a penumbra da noite, que antes de ir embora, fez questão de dar mais alguns minutinhos de sobrevida ao alaranjado, ao vermelho que se despediu de mais um dia.
É possível ficar eúfórico com um simples cair da tarde? Atire o primeiro mouse quem nunca foi tocado por um belo por do sol.

A foto acima é do competentíssimo Antônio "Socó" Costa, reporter fotográfico da Gazeta do Povo.
29 dezembro 2009
credibilidade...
Qual é o prazo para se ter retorno de credibilidade?
Um ano, um mês, ou uma vida inteira?
Eu, é claro, voto na última opção. Trago o assunto para a pauta do dia após ler a notícia de que o Jornal do SBT, apresentado pelo Carlos Nascimento e por Karyn Bravo, tem perdido no Ibope para a Rede TV, o trash do trash da TV brasileira.
O que leva um apresentador tarimbado como o Nascimento, que já foi âncora dos telejornais mais importantes do país, dar quase traço na audiência? A péssiam credibilidade informativa que tem o canal do patrão (de quem, todos sabem, sou grande fã). Hoje paga-se um alto preço por anos de vazio jornalístico. A tentativa em se resgatar a arte de noticiar no canal é louvável, mas tenho pena de quem toca esse projeto com a cara à tapa.
A dinheirama que era paga à Ana Paula Parão, ex-Globo, não foi suficiente para mantê-la no SBT. Ela, vendo que seria difícil aumentar a audiencia/credibilidadedo canal, invetou desculpas. Disse que queria apresentar um programa dirente (tpo Globo Repórter) e o pessoal atendeu a todos seus pedidos. Fracassou. Não conseguiu, nem com seu talento e credibilidade própria, transformar isso em números satisfatórios.
COmo que eu sei que esse papo de querer ter um programa é balela? Simples. Porque ela agora foi para a Record (que apesar dos bispos, faz um trabalho de jornalismo BEM bacana) para apresentar jornal. Captou? A Record tem credibilidade mesmo que os bispos tentem estragá-la em várias oportunidades, inclusive obnrigando seus apresentadores (também tarimbados, como Celso Freitas e Marcos Humell) a ler notas oficiais desmentindo a Globo em várias ocasiões e defendendo a religião dos bispos e suas máquinas de fazer dinheiro.
O SBT vai sofrer muito para resgatar a credibilidade. Não é fácil apagar anos de silêncio informativo. O canal não noticio uma linha sequer de grandes eventos dos anos 90 e hoje, fechando os anos 00, paga um alto preço por isso. Coitado do Carlos Nascimento e de quem esta lá.
Alias, coitado o caralho. Ele deve estar ganhando por mês o que eu ganharia em 10, eu disse DEZ anos de trabalho. Por baixo. Para fazer a mesma coisa. ele ganha num mês o que eu gnaho em DEZ ANOS. Quem é o coitado?
Um ano, um mês, ou uma vida inteira?
Eu, é claro, voto na última opção. Trago o assunto para a pauta do dia após ler a notícia de que o Jornal do SBT, apresentado pelo Carlos Nascimento e por Karyn Bravo, tem perdido no Ibope para a Rede TV, o trash do trash da TV brasileira.
O que leva um apresentador tarimbado como o Nascimento, que já foi âncora dos telejornais mais importantes do país, dar quase traço na audiência? A péssiam credibilidade informativa que tem o canal do patrão (de quem, todos sabem, sou grande fã). Hoje paga-se um alto preço por anos de vazio jornalístico. A tentativa em se resgatar a arte de noticiar no canal é louvável, mas tenho pena de quem toca esse projeto com a cara à tapa.
A dinheirama que era paga à Ana Paula Parão, ex-Globo, não foi suficiente para mantê-la no SBT. Ela, vendo que seria difícil aumentar a audiencia/credibilidadedo canal, invetou desculpas. Disse que queria apresentar um programa dirente (tpo Globo Repórter) e o pessoal atendeu a todos seus pedidos. Fracassou. Não conseguiu, nem com seu talento e credibilidade própria, transformar isso em números satisfatórios.
COmo que eu sei que esse papo de querer ter um programa é balela? Simples. Porque ela agora foi para a Record (que apesar dos bispos, faz um trabalho de jornalismo BEM bacana) para apresentar jornal. Captou? A Record tem credibilidade mesmo que os bispos tentem estragá-la em várias oportunidades, inclusive obnrigando seus apresentadores (também tarimbados, como Celso Freitas e Marcos Humell) a ler notas oficiais desmentindo a Globo em várias ocasiões e defendendo a religião dos bispos e suas máquinas de fazer dinheiro.
O SBT vai sofrer muito para resgatar a credibilidade. Não é fácil apagar anos de silêncio informativo. O canal não noticio uma linha sequer de grandes eventos dos anos 90 e hoje, fechando os anos 00, paga um alto preço por isso. Coitado do Carlos Nascimento e de quem esta lá.
Alias, coitado o caralho. Ele deve estar ganhando por mês o que eu ganharia em 10, eu disse DEZ anos de trabalho. Por baixo. Para fazer a mesma coisa. ele ganha num mês o que eu gnaho em DEZ ANOS. Quem é o coitado?
17 dezembro 2009
Somos todos Loucos
Talvez um dos caras mais injustiçados do meio artístico brasileiro seja o Moacyr Franco. Para quem aprecia o gênero romântico da verdadeira música popular brasileira, foi este homem que escreveu as mais belas canções da dupla João Mineiro e Marciano, como "Ainda ontem chorei de saudade", também é o autor de "Tudo vira bosta", sucesso com a roqueira Rita Lee, além de assinar a composição de "Balada n° 7", em homenagem ao craque Garricha e fez sucesso "Balada para um louco", maluquice brilhante que fala sobre o amor.
A lista de música compostas por Franco é enorme. É um artista completo, que foi redator de programas de TV de sucesso nas décadas de 70 e 80, compôem desde 60 e até hoje se presta a vestir personagens como o Jeca Gay, da Praça é Nossa, apenas por amor à arte, às luzes e câmeras.
Homem presente na lembrança de todos, mestre ao falar do "esquecer". Compôs "Eu nunca mais vou te esquecer" com a mesma elegância que tornou conhecida a música "Se eu não puder te esquecer". Ah, também mandou ver com "Seu amor ainda é tudo", mai suma vez cantada por João Mineiro e Marciano.
É um cara que eu teria um prazer absurdo de entrevistar um dia. Quando eu ainda era estudante, tentei, via e-mail, mas não consegui. Agora certamente tenho muito mais chances de conseguir isso e, por que não, em breve não consiga. Só temo silenciar diante de tanto talento e sabedoria adquiridos ao longo de uma carreira brilhante.
Provavelmente o leitor mais ocasional, que não me conheçe, pode pensar: "Meu Deus, Moacyr quem? Olha o tipo desse piá falando bem do Moacyr Franco".
Se permita ler a letra de Balada para um louco e procure encontrá-la nesse nosso mundão virtual para ouvi-la. É sensacional.
ps: ouvi essa música a primeira vez por recomendação da minha véia. Sabe das coisas essa minha véinha
xxxxx
Balada Para Um Louco (Moacyr Franco, Astor Piazzolla e Horácio Ferres)
Num dia desses ou, numa noite dessas
você sai pela sua rua ou, pela sua cidade ou,
ou, sei lá, pela sua vida, quando de repente,
por detrás de uma árvore, apareço eu!!!
Mescla rara de penúltimo mendigo
e primeiro astronauta a pôr os pés em vênus.
Meia melancia na cabeça, uma grossa meia sola em cada pé,
as flôres da camisa desenhadas na própria pele
e uma bandeirinha de táxi livre em cada mão.
Ah! ah! ah! Você ri... você ri porquê só agora você me viu.
Mas eu flerto com os manequins,
o semáforo da esquina me abre três luzes celestes.
E as rosas da florista estão apaixonadas por mim, juro,
vem, vem, vamos passear. E assim meio dançando, quase voando eu
te ofereço uma bandeirinha e te digo:
Já sei que já não sou, passei, passou.
A lua nos espera nessa rua é só tentar.
E um coro de astronautas, de anjos e crianças
bailando ao meu redor, te chama:
vem voar.
Já sei que já não sou, passei, passou.
Eu venho das calçadas que o tempo não guardou.
E vendo-te tão triste, te pergunto: O que te falta?
...talvez chegar ao sol, pois eu te levarei.
Ah! Ah! Ah! Ah!
Louco, louco, louco! Foi o que me disseram
quando disse que te amei.
Mas naveguei as águas puras dos teus olhos
e com versos tão antigos, eu quebrei teu coração.
Ah! Ah! Ah! Ah!
Louco, louco, louco, louco, louco! Como um acróbata demente saltarei
dentro do abismo do teu beijo até sentir
que enlouqueçi teu coração, e de tão livre, chorarei.
Vem voar comigo querida minha,
entra na minha ilusão super-esporte,
vamos correr pelos telhados com uma andorinha no motor.
Ah! Ah! Ah!
Do Vietnã nos aplaudem: Viva! viva os loucos que inventaram o amor!
E um anjo, o soldado e uma criança repetem a ciranda
que eu já esqueci...
Vem, eu te ofereço a multidão, rostos brilhando, sorrisos brincando.
Que sou eu? sei lá, um... um tonto, um santo, ou um canto a meia voz.
Já sei que já não sou, nem sei quem sou.
Abraça essa ternura de louco que há em mim.
Derrete com teu beijo a pena de viver.
Angústias, nunca mais!!! Voar, enfim, voaaaarrr!!!
Ama-me como eu sou, passei, passou.
Sepulta os teus amores vamos fugir, buscar,
numa corrida louca o instante que passou,
em busca do que foi, voar, enfim, voaaaarrr!!!
Ah! Ah! Ah! Ah!...
Viva! viva os loucos!!! Viva! viva os loucos que inventaram o amor!
Viva! viva! viva!
A lista de música compostas por Franco é enorme. É um artista completo, que foi redator de programas de TV de sucesso nas décadas de 70 e 80, compôem desde 60 e até hoje se presta a vestir personagens como o Jeca Gay, da Praça é Nossa, apenas por amor à arte, às luzes e câmeras.
Homem presente na lembrança de todos, mestre ao falar do "esquecer". Compôs "Eu nunca mais vou te esquecer" com a mesma elegância que tornou conhecida a música "Se eu não puder te esquecer". Ah, também mandou ver com "Seu amor ainda é tudo", mai suma vez cantada por João Mineiro e Marciano.
É um cara que eu teria um prazer absurdo de entrevistar um dia. Quando eu ainda era estudante, tentei, via e-mail, mas não consegui. Agora certamente tenho muito mais chances de conseguir isso e, por que não, em breve não consiga. Só temo silenciar diante de tanto talento e sabedoria adquiridos ao longo de uma carreira brilhante.
Provavelmente o leitor mais ocasional, que não me conheçe, pode pensar: "Meu Deus, Moacyr quem? Olha o tipo desse piá falando bem do Moacyr Franco".
Se permita ler a letra de Balada para um louco e procure encontrá-la nesse nosso mundão virtual para ouvi-la. É sensacional.
ps: ouvi essa música a primeira vez por recomendação da minha véia. Sabe das coisas essa minha véinha
xxxxx
Balada Para Um Louco (Moacyr Franco, Astor Piazzolla e Horácio Ferres)
Num dia desses ou, numa noite dessas
você sai pela sua rua ou, pela sua cidade ou,
ou, sei lá, pela sua vida, quando de repente,
por detrás de uma árvore, apareço eu!!!
Mescla rara de penúltimo mendigo
e primeiro astronauta a pôr os pés em vênus.
Meia melancia na cabeça, uma grossa meia sola em cada pé,
as flôres da camisa desenhadas na própria pele
e uma bandeirinha de táxi livre em cada mão.
Ah! ah! ah! Você ri... você ri porquê só agora você me viu.
Mas eu flerto com os manequins,
o semáforo da esquina me abre três luzes celestes.
E as rosas da florista estão apaixonadas por mim, juro,
vem, vem, vamos passear. E assim meio dançando, quase voando eu
te ofereço uma bandeirinha e te digo:
Já sei que já não sou, passei, passou.
A lua nos espera nessa rua é só tentar.
E um coro de astronautas, de anjos e crianças
bailando ao meu redor, te chama:
vem voar.
Já sei que já não sou, passei, passou.
Eu venho das calçadas que o tempo não guardou.
E vendo-te tão triste, te pergunto: O que te falta?
...talvez chegar ao sol, pois eu te levarei.
Ah! Ah! Ah! Ah!
Louco, louco, louco! Foi o que me disseram
quando disse que te amei.
Mas naveguei as águas puras dos teus olhos
e com versos tão antigos, eu quebrei teu coração.
Ah! Ah! Ah! Ah!
Louco, louco, louco, louco, louco! Como um acróbata demente saltarei
dentro do abismo do teu beijo até sentir
que enlouqueçi teu coração, e de tão livre, chorarei.
Vem voar comigo querida minha,
entra na minha ilusão super-esporte,
vamos correr pelos telhados com uma andorinha no motor.
Ah! Ah! Ah!
Do Vietnã nos aplaudem: Viva! viva os loucos que inventaram o amor!
E um anjo, o soldado e uma criança repetem a ciranda
que eu já esqueci...
Vem, eu te ofereço a multidão, rostos brilhando, sorrisos brincando.
Que sou eu? sei lá, um... um tonto, um santo, ou um canto a meia voz.
Já sei que já não sou, nem sei quem sou.
Abraça essa ternura de louco que há em mim.
Derrete com teu beijo a pena de viver.
Angústias, nunca mais!!! Voar, enfim, voaaaarrr!!!
Ama-me como eu sou, passei, passou.
Sepulta os teus amores vamos fugir, buscar,
numa corrida louca o instante que passou,
em busca do que foi, voar, enfim, voaaaarrr!!!
Ah! Ah! Ah! Ah!...
Viva! viva os loucos!!! Viva! viva os loucos que inventaram o amor!
Viva! viva! viva!
09 dezembro 2009
...vida real
Hoje, depois de ler o comentário que minha prima Juliana me deixou no posto anterior, me enchi de inspiração. Peguei ainda um pouquinho do que o Zé falou e resolvi: "Hoje vou escrever algo bala".
Perdi uns 15 minutos, reescrevi uma frase oito vezes (para, por fim, deixá-la de lado), passei os olhos pela tela e vi que horas eram. Largo tudo agora e vou temperar um frango para o almoço.
Paciência. Vida real é foda.
Perdi uns 15 minutos, reescrevi uma frase oito vezes (para, por fim, deixá-la de lado), passei os olhos pela tela e vi que horas eram. Largo tudo agora e vou temperar um frango para o almoço.
Paciência. Vida real é foda.
19 novembro 2009
O amor. é foda!
A gente flagra demonstrações de amor nos lugares mais inusitados as vezes. Na rua, na chuva na fazenda. Ou numa casinha de sapé. Ou numa borracharia. Ou dentro de nós mesmos.
Ontem, mais uma vez, fui na borracharia do Baiano. Em toda minha vida automobilística, dois “calcanhares de Aquiles” (afinal temos duas pernas, certo?) me acompanharam desde que tirei minha permissão de dirigir (lá se vão dez anos). Pneus, amortecedores e escapamentos. É, percebi que citei três “coisas”, mas é que achei a comparação com os calcanhares bem legal.
Enfim, de todos os carros eu precisei trocar pneus, amortecedores e escapamentos. Dos dois últimos, várias vezes, inclusive no mesmo carro. Ou em partes, como o silenciador traseiro, o catalizador e a parte central do escapamento, ou por unidades, como o amortecedor traseiro direito ou o dianteiro esquerdo.
Neste sábado foi o pneu. Um buraco lá em Ponta Grossa formou uma corcova no meu pneu da frente, o direito, e o volante tremia demais quando eu andava. Lá no Baiano, troquei por um outro que meu pai guardava em casa. Pronto, serviço feito.
Mas nesse meio tempo veio a prosa. Já meu amigo, visto que o prestigiei em seu estabelecimento várias vezes, Baiano desandou a falar. Contou sobre sua casinha, seu filho e sua mulher. Aqui é que eu queria chegar.
Poucas vezes vi alguém falar da “sua véia” com tanto carinho e admiração. Narrou suas atividades diárias, de como ela limpa, lava, cozinha, passa costura e cuida do jardim e das suas coisinhas com uma admiração ímpar. Disse que ela é capaz de varar a noite só para ter aquela sensação gostosa do dever comprido.
Contou, com um largo sorriso no rosto, que faz graça com as irmãs dela e diz que mesmo que morresse e nascesse de volta, casaria com sua “Rumilda”. Opa, corrigiu-se, “Romilda”. “Se eu falar que é Rumilda, ela fica louca. Pode alguém registrar uma pessoa com nome de Rumilda? Ela deve ser a única do mundo. Coisa de escrivão mesmo”, disse. Mas, retomando o assunto, disse que as cunhadas se rasgam de ciúme dos seus gracejos quando elogia Romilda.
Aquela mulher é sensacional. Dia desses, narrou, desandou a brigar comigo porque resolvi tirar uns matos do jardim com uma enxada. “Você ta louco. Larga isso, que você não sabe fazer nada direito. Olha as toceiras de terra que você arranca junto com os matos?”. Parei na hora, disse ele, mas fiz só para irritá-la mesmo, brincou. “Parei, pois discutir com ‘Alêmoa’ é uma desgraça. Eles falam demais”, concluiu.
Baiano, durante toda a prosa, ria com um orgulho danado. Coisa de quem ama mesmo. Fiquei feliz só em saber que alguém era amado com tanta intensidade, mesmo depois de 47 anos de casamento.
Lembrei da minha muié, que me abandonou durante o fim de semana, e o peito se apertou. Pensei nela o tempo todo e não vejo a hora de abraçá-la de volta. A hora esta chegando. Graças a Deus.
Ontem, mais uma vez, fui na borracharia do Baiano. Em toda minha vida automobilística, dois “calcanhares de Aquiles” (afinal temos duas pernas, certo?) me acompanharam desde que tirei minha permissão de dirigir (lá se vão dez anos). Pneus, amortecedores e escapamentos. É, percebi que citei três “coisas”, mas é que achei a comparação com os calcanhares bem legal.
Enfim, de todos os carros eu precisei trocar pneus, amortecedores e escapamentos. Dos dois últimos, várias vezes, inclusive no mesmo carro. Ou em partes, como o silenciador traseiro, o catalizador e a parte central do escapamento, ou por unidades, como o amortecedor traseiro direito ou o dianteiro esquerdo.
Neste sábado foi o pneu. Um buraco lá em Ponta Grossa formou uma corcova no meu pneu da frente, o direito, e o volante tremia demais quando eu andava. Lá no Baiano, troquei por um outro que meu pai guardava em casa. Pronto, serviço feito.
Mas nesse meio tempo veio a prosa. Já meu amigo, visto que o prestigiei em seu estabelecimento várias vezes, Baiano desandou a falar. Contou sobre sua casinha, seu filho e sua mulher. Aqui é que eu queria chegar.
Poucas vezes vi alguém falar da “sua véia” com tanto carinho e admiração. Narrou suas atividades diárias, de como ela limpa, lava, cozinha, passa costura e cuida do jardim e das suas coisinhas com uma admiração ímpar. Disse que ela é capaz de varar a noite só para ter aquela sensação gostosa do dever comprido.
Contou, com um largo sorriso no rosto, que faz graça com as irmãs dela e diz que mesmo que morresse e nascesse de volta, casaria com sua “Rumilda”. Opa, corrigiu-se, “Romilda”. “Se eu falar que é Rumilda, ela fica louca. Pode alguém registrar uma pessoa com nome de Rumilda? Ela deve ser a única do mundo. Coisa de escrivão mesmo”, disse. Mas, retomando o assunto, disse que as cunhadas se rasgam de ciúme dos seus gracejos quando elogia Romilda.
Aquela mulher é sensacional. Dia desses, narrou, desandou a brigar comigo porque resolvi tirar uns matos do jardim com uma enxada. “Você ta louco. Larga isso, que você não sabe fazer nada direito. Olha as toceiras de terra que você arranca junto com os matos?”. Parei na hora, disse ele, mas fiz só para irritá-la mesmo, brincou. “Parei, pois discutir com ‘Alêmoa’ é uma desgraça. Eles falam demais”, concluiu.
Baiano, durante toda a prosa, ria com um orgulho danado. Coisa de quem ama mesmo. Fiquei feliz só em saber que alguém era amado com tanta intensidade, mesmo depois de 47 anos de casamento.
Lembrei da minha muié, que me abandonou durante o fim de semana, e o peito se apertou. Pensei nela o tempo todo e não vejo a hora de abraçá-la de volta. A hora esta chegando. Graças a Deus.
04 novembro 2009
O preço da felicidade...
Na quinta-feira encarei uma micro-crise no meu relacionamento. Ferrado de grana, propus “pular fora” de uma viagem à Ponta Grossa para participar das festividades do cumpleaños do meu cunhado e aproveitar o feriado. A mulher queria matar a saudade de parentes e amigos e eu ia no embalo, pensando em descansar e fugir dos problemas (financeiros) que surgem na nossa vida.
Foi uma choradeira. A mulher, embora tenha concordado que as dificuldades financeiras têm sido um complicador nas nossas vidas, se rebelou e disse que não iria se eu não fosse (a ideia era ela ir de ônibus e eu ficar por aqui para reduzir os custos da viagem). Depois da “discussão”, satisfeito por ter passado para ela que a coisa não estava nada boa, cedi e fomos para lá na sexta-feira.
Se eu soubesse (suspeitava) que tudo seria como foi, não teria criado essa micro-crise. Na ponta do lápis, o custo foi praticamente o mesmo indo de carro do que ela ter ido sozinha de busão. Só gastamos com gasosa e pedágio. SÓ. Lá, tudo bancado pelo irmão (que não é rico, longe disso mesmo), mas é magnata de amigos. Numa força tarefa, locaram uma chácara e forneceram a carne. O povo que ia para lá (nos três dias de festa, típica de polaco) só precisava levar a bebida.
Gente muito boa, música boa (tinha um violeiro no sábado a noite que era sacanagem. Tocava muito), clima agradável por demais, comida e bebida da melhor qualidade e descanso merecido. Barraca armada em local estratégico, perto de um “córgo” (córrego, para quem não manja do linguajar caboclo), pescaria (120 lambaris de saldo por um dia de pesca), duzentas picadas de butucas e “porvinhas” e um sorriso largo, de orelha a orelha.
Baterias recarregadas (após levar uma canseira das priminhas fofinhas da patroa), alma lavada. Cheiro de peixe nas mãos, mas cabeça leve. As contas vencidas seguem atrás de mim, mas terão mais trabalho do que nunca para me derrubar. Sou feliz... simples, mas feliz. Seja você também.
Boa semana.
Foi uma choradeira. A mulher, embora tenha concordado que as dificuldades financeiras têm sido um complicador nas nossas vidas, se rebelou e disse que não iria se eu não fosse (a ideia era ela ir de ônibus e eu ficar por aqui para reduzir os custos da viagem). Depois da “discussão”, satisfeito por ter passado para ela que a coisa não estava nada boa, cedi e fomos para lá na sexta-feira.
Se eu soubesse (suspeitava) que tudo seria como foi, não teria criado essa micro-crise. Na ponta do lápis, o custo foi praticamente o mesmo indo de carro do que ela ter ido sozinha de busão. Só gastamos com gasosa e pedágio. SÓ. Lá, tudo bancado pelo irmão (que não é rico, longe disso mesmo), mas é magnata de amigos. Numa força tarefa, locaram uma chácara e forneceram a carne. O povo que ia para lá (nos três dias de festa, típica de polaco) só precisava levar a bebida.
Gente muito boa, música boa (tinha um violeiro no sábado a noite que era sacanagem. Tocava muito), clima agradável por demais, comida e bebida da melhor qualidade e descanso merecido. Barraca armada em local estratégico, perto de um “córgo” (córrego, para quem não manja do linguajar caboclo), pescaria (120 lambaris de saldo por um dia de pesca), duzentas picadas de butucas e “porvinhas” e um sorriso largo, de orelha a orelha.
Baterias recarregadas (após levar uma canseira das priminhas fofinhas da patroa), alma lavada. Cheiro de peixe nas mãos, mas cabeça leve. As contas vencidas seguem atrás de mim, mas terão mais trabalho do que nunca para me derrubar. Sou feliz... simples, mas feliz. Seja você também.
Boa semana.
19 outubro 2009
simprão assim...
As coisas simples da vida tem um valor inigualável. As vezes nos preocupamos com coisas sem a mínima importância e quando nos damos conta do quão superficiais e materialistas nos tornamos, ruborizamos de vergonha.
Passei um domingo agradável demais em Campo Largo, quase Campo Magro, quase Bateias, por pouco Balsa Nova. Lá, no meio de morros e "montanha", minha tia Neli tem um sítio, que para mim é uma chácara e bem podia ser uma fazenda. Pode não ser tudo isso, mas certamente é uma casa no campo. Igual aquela da música cantada pela Elis.
A tia Neli é irmã do meu pai. Gente boníssima, carinhosa e extremamente trabalhora e guerreira. Ela e o marido, o Maurício, sempre moraram em Santa Felicidade, mas desde que me conheço por gente eles tem uma chácara. Tiveram uma em Piraquara, outra em Quatro Barras e agora essa. Pais do inteligentíssimo Gil, do gêniozinho Alexandre e da exuberante e querida Juliana.
Na sexta foi aniversário da tia Neli e ontem fomos na sua casa de campo para comemorar. Um bom barreado, um saboroso pudim de leite e uma variedade enorme de licores (degustados pela minha muié, pois não sou de beber), todos feitos com frutas plantadas ali mesmo, sem nada artificial. Gente boa, que há muito não via, gente alegre e faladeira. Almoço feliz, corrida triste (porra Rubinho, uma hora até eu desisto de você) e cochilada padrão estirado sob a sombra de uma árvore, no colo da minha nêga.
Depois disso, alimentar as vaquinhas do local (eu parecia um retardado, pois não dava de comer para uma vaca faz um bom tempo), colher os últimos limões (já meio secos) e ameixas (que insistem em chamar de nésperas. Eu me nego, para mim é ameixa. Assim como mortANdela é mortANdela).
Na despedida, já no cair da tarde (que demorou a virar noite graças ao horário de verão), abraçops calorosos e um pudim de leite para viagem (pedido especial deste gordo que vos fala. O pudim da minha tia é sacanagem. Feito com ovo caipira e cozido no forno a lenha). Nem a estrara esburacada (que me tirou a paciencia na vinda) foi capaz de tirá-la na volta.
Já em Curitiba, missa às 19h (catolicismo tradicional cada vez mais entediante), pão com manteiga caseira, pudim de leite e cama. Desfecho feliz para mais um fim de semana qualquer.
Segue o baile...
.
Passei um domingo agradável demais em Campo Largo, quase Campo Magro, quase Bateias, por pouco Balsa Nova. Lá, no meio de morros e "montanha", minha tia Neli tem um sítio, que para mim é uma chácara e bem podia ser uma fazenda. Pode não ser tudo isso, mas certamente é uma casa no campo. Igual aquela da música cantada pela Elis.
A tia Neli é irmã do meu pai. Gente boníssima, carinhosa e extremamente trabalhora e guerreira. Ela e o marido, o Maurício, sempre moraram em Santa Felicidade, mas desde que me conheço por gente eles tem uma chácara. Tiveram uma em Piraquara, outra em Quatro Barras e agora essa. Pais do inteligentíssimo Gil, do gêniozinho Alexandre e da exuberante e querida Juliana.
Na sexta foi aniversário da tia Neli e ontem fomos na sua casa de campo para comemorar. Um bom barreado, um saboroso pudim de leite e uma variedade enorme de licores (degustados pela minha muié, pois não sou de beber), todos feitos com frutas plantadas ali mesmo, sem nada artificial. Gente boa, que há muito não via, gente alegre e faladeira. Almoço feliz, corrida triste (porra Rubinho, uma hora até eu desisto de você) e cochilada padrão estirado sob a sombra de uma árvore, no colo da minha nêga.
Depois disso, alimentar as vaquinhas do local (eu parecia um retardado, pois não dava de comer para uma vaca faz um bom tempo), colher os últimos limões (já meio secos) e ameixas (que insistem em chamar de nésperas. Eu me nego, para mim é ameixa. Assim como mortANdela é mortANdela).
Na despedida, já no cair da tarde (que demorou a virar noite graças ao horário de verão), abraçops calorosos e um pudim de leite para viagem (pedido especial deste gordo que vos fala. O pudim da minha tia é sacanagem. Feito com ovo caipira e cozido no forno a lenha). Nem a estrara esburacada (que me tirou a paciencia na vinda) foi capaz de tirá-la na volta.
Já em Curitiba, missa às 19h (catolicismo tradicional cada vez mais entediante), pão com manteiga caseira, pudim de leite e cama. Desfecho feliz para mais um fim de semana qualquer.
Segue o baile...
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06 outubro 2009
Qual é o preço da simpatia?
Tá ai um negócio que eu não entendo. O mau humor de quem milita no comércio me assusta as vezes. Poderia citar uma série de exemplos e divagar sobre o assunto, dando o ponto de vista do consumidor, mas também o de quem já esteve (e voltará, quem sabe em breve) para o outro lado do balcão. Contudo, vou me focar num ramo só de negócios: as pastelarias.
Primeiro gostaria de entender como funciona a "máfia" da pastelarias em Curitiba. Você certamente já se perguntou porque todas as pastelarias da cidadade tem como proprietários pessoas orientais, invariavelmente chineses. É raro encontrar algum estabelecimento deste tipo sem um oriental no comando. Quando voce encontra, cedo ou tarde (cedo, normalmente) ela migra de mãos e passa para o controle da turma dos olhinhos puxados.
Perto da firma, dia desses, abriu uma pastelaria nova. Um senhor simpático, bigodudo e educado. Atendia sempre com um sorriso, conversava sobre amenidades e oferecia produtos de boa qualidade. Estranhávamos até. Um belo dia, eis que entro no local e dou de cara com mais uma turma oriental. Todos sisudos, quietos e "mecânicos". A qualidade dos produtos caiu e a clientela, que já ia se tornando fiel, diminuiu muito.
Fui comer um Chesse Salada dia desses lá, pois não tinha outras opções, afinal era domingo. (aqui cabe um parentêses. Esse povo não tem vida, pois trabalha TODOS os dias, inclusive domingos e feriados. E vão até tarde, por volta das 21h30, quando todo o comércio já fechou). A mulher que me atendeu não esboçou nenhuma simpatia, começou a fazer o sanduiche de cara fechada e quando a lembrei de me preparar o lanche sem maioneses, ela resmungou algo em seu idioma original.
Esse é outro ponto irritante e extremamente desagradavel. Eles sempre conversam entre si em chinês, cantônes ou sei la o que. Podem estar falando sobre as "flores do jardim de nossa casa", mas sempre acho que estão falando de mim. Falam e nos olham com olhar de desprezo. Muito mau humor. O sanduiche vem com uma microfatia de queijo (transparente) embolada em outra de apresuntada (presunto não, é claro. Encheu o bucho, mas deixou uma sensação de vazio.
Vazio de humanidade, de calor, de simpatia. De um povo que apenas trabalha, parece não viver e não fazer questão alguma de compartilhar qualquer sentimento que seja com os viventes que ali passam. Estaria aí a fonte da ridícula fama que tentam impor ao curitibano de mal-humorado? Me faz mal, sinceramente. Não custa nada um sorriso, um obrigado e um bom dia. Talvez se custasse, as pessoas dessem mais valor.
Simpatia vendida
Um oriental que vendia simpatia era o dono da pastelaria Aristocrata. "Seo" Dante era gente boníssima, oferecia produtos de qualidade no seu comércio (ja havia conquistado inclusive a indicação de melhor pastel da cidade, pelo Guia Revista Veja), sempre em fartura e preços competitivos. Depois de muitos anos de mercado, Dante decidiu se aposentar e vendeu o ponto adivinha para quem? Um oriental com cara de mau. O movimento caiu. A qualidade diminuiu um pouco e a alegria do seo Dante... essa não volta mais.
Primeiro gostaria de entender como funciona a "máfia" da pastelarias em Curitiba. Você certamente já se perguntou porque todas as pastelarias da cidadade tem como proprietários pessoas orientais, invariavelmente chineses. É raro encontrar algum estabelecimento deste tipo sem um oriental no comando. Quando voce encontra, cedo ou tarde (cedo, normalmente) ela migra de mãos e passa para o controle da turma dos olhinhos puxados.
Perto da firma, dia desses, abriu uma pastelaria nova. Um senhor simpático, bigodudo e educado. Atendia sempre com um sorriso, conversava sobre amenidades e oferecia produtos de boa qualidade. Estranhávamos até. Um belo dia, eis que entro no local e dou de cara com mais uma turma oriental. Todos sisudos, quietos e "mecânicos". A qualidade dos produtos caiu e a clientela, que já ia se tornando fiel, diminuiu muito.
Fui comer um Chesse Salada dia desses lá, pois não tinha outras opções, afinal era domingo. (aqui cabe um parentêses. Esse povo não tem vida, pois trabalha TODOS os dias, inclusive domingos e feriados. E vão até tarde, por volta das 21h30, quando todo o comércio já fechou). A mulher que me atendeu não esboçou nenhuma simpatia, começou a fazer o sanduiche de cara fechada e quando a lembrei de me preparar o lanche sem maioneses, ela resmungou algo em seu idioma original.
Esse é outro ponto irritante e extremamente desagradavel. Eles sempre conversam entre si em chinês, cantônes ou sei la o que. Podem estar falando sobre as "flores do jardim de nossa casa", mas sempre acho que estão falando de mim. Falam e nos olham com olhar de desprezo. Muito mau humor. O sanduiche vem com uma microfatia de queijo (transparente) embolada em outra de apresuntada (presunto não, é claro. Encheu o bucho, mas deixou uma sensação de vazio.
Vazio de humanidade, de calor, de simpatia. De um povo que apenas trabalha, parece não viver e não fazer questão alguma de compartilhar qualquer sentimento que seja com os viventes que ali passam. Estaria aí a fonte da ridícula fama que tentam impor ao curitibano de mal-humorado? Me faz mal, sinceramente. Não custa nada um sorriso, um obrigado e um bom dia. Talvez se custasse, as pessoas dessem mais valor.
Simpatia vendida
Um oriental que vendia simpatia era o dono da pastelaria Aristocrata. "Seo" Dante era gente boníssima, oferecia produtos de qualidade no seu comércio (ja havia conquistado inclusive a indicação de melhor pastel da cidade, pelo Guia Revista Veja), sempre em fartura e preços competitivos. Depois de muitos anos de mercado, Dante decidiu se aposentar e vendeu o ponto adivinha para quem? Um oriental com cara de mau. O movimento caiu. A qualidade diminuiu um pouco e a alegria do seo Dante... essa não volta mais.
23 setembro 2009
vamos levando...
Qual é o sentido em em não atualizar o "O Simprão" e vir aqui divulgar o que escrevo no "Diário Leite Quente"? Sinceramente, eu não sei. De qualquer forma, espero que os amigos que sempre me prestigiaram neste espaço, façam o mesmo com o DLQ.
Não sei como eu poderia diferenciar o que escrevo (e pretendo) escrever aqui, com o que escrevo lá. Enquanto não acho uma solução... vamos levando.
Obrigado pelo carinho de todos, SEMPRE
Acesse - www.diarioleitequente.blogspot.com
Não sei como eu poderia diferenciar o que escrevo (e pretendo) escrever aqui, com o que escrevo lá. Enquanto não acho uma solução... vamos levando.
Obrigado pelo carinho de todos, SEMPRE
Acesse - www.diarioleitequente.blogspot.com
22 setembro 2009
atualizado...
Rááááá Pegadinha do Malandro. Quer ver o que está atualizado mesmo?
Se aventure por aqui: http://www.diarioleitequente.blogspot.com/
Um projeto experimental, que no futuro pretende ser realmente um diário de notícias. Por que não?
Se aventure por aqui: http://www.diarioleitequente.blogspot.com/
Um projeto experimental, que no futuro pretende ser realmente um diário de notícias. Por que não?
18 setembro 2009
dialetos paranaenses...
Veio por e-mail, daquela véia gente boa que me põs no mundo. Te amo véinha...
Alguns dos tópicos nem concordo, mas a maioria mata a pau. É loko de bom... (vai como veio)
Se você falar com naturalidade pelo menos 3 das frases seguintes, é um
legítimo paranaense...
1) 'loko de bão'
2) 'que páia'
3) -Vc veio de carro? - Não, vim andandinho, passeandinho, olhandinho uns bagúios!!!!!!!
4) Se alguém te conta alguma coisa que você desconfia, logo solta um: 'Ade... Capaz?!?
5) No Paraná, não se corta caminho, se 'atora'!
6) 'Tudo esgualepado'; 'fiz uma gambiarra aqui'; 'um xunxo'; 'nossa que xaxo!!!', 'la vai
borduada'
7) Paranaense nato que se preza, já disse: 'Teu cú, burro!!!'
8) Ou já pronunciou 'capaiz home' ou a variação: 'capaiz loco véio'
9)'Ah, mãezinha do fiinho!' - nem precisa explicar né?
10) 'gente do céu!!!!!-'Tira o zóio '
11) Ou o: 'ORNAR'?!
Quantas vezes ouviu do pedreiro: 'Isso aqui não ta ORNANDO muito não, dona!'
12) Palavrões clássicos: lazarento, fiá da mãe, fiá da pulícia, caipóra, animár véio, animár de teta (esta é demais!), jacú, rabudo, e por aí vai!
13)'To q é a capa da gaita ; 'ando meio esgualepado' '... Crêênndios pai...!!!'
14) 'Má q diabo esse tróço'
15) 'Que que tá se abrindo?' (qdo alguém dá risada a toa)
16) 'É pacabá mesmo'
17) 'Ô tongo!!!!'
18) 'Dar com a mão' se referindo a fazer sinal para o onibus.
19) 'Deusolivre'
20) 'Virado no guede' (ate hoje não entendi isso).
21) Paranaense nunca fica na posição de cócoras, fica de cróque, ou acrocado!
21) Falar 'puiz óia, eu...' (quando quer falar alguma coisa)
22) 'Já hoje... ' (que aconteceu há pouco tempo)
23) 'Piorrr que é memo' (ato de confirmar algo)
24) 'Fuja, loco'... 'Sartei de banda'... 'Fala, loco véio'...
25) 'mas é loco de jaguara'
26) 'Aquele lazarento dos inferno'!
27) 'Fulano te qué' (significava que fulano está te chamando)
28) 'pense num troço engraçado'...
29) 'pare de atiçá, pq depois vc carpe o trecho' (atiça = provocá /carpe
o trecho = sair fora)
30) 'Um abraço pro gaiteiro' (coisa ou assunto sem solução/despedida);
31) 'Pra mais de metro': coisa ou assunto muito longo;
32) 'mais firme que palanque em banhado' (coisa ou pessoa com pouca
resistência, sem forças. Também se diz de quem bebeu além da conta);
33) 'lá longe': para explicar que determinado local não fica perto.
Ex.:a farmácia fica lá longe.
34) ' que bom cecesse' (Eles querem dizer: Que bom se fosse.. essa é pacabá ahhahaha)
35) 'aquela biscatinha'
36) 'passe meio di fianco que cabe'
37) 'mais é um disgranhento (desgraçado)
38) 'essa menina fica se fresquiando pro namorado dos otros'
39) 'quanto custa? Dois pila?'
40) 'quedêle'? (ou seja: onde está?)
41) 'voltimeia eu vo lá' (quer dizer que sempre vai...)
42) 'tô cagando e andando...'
43) Me vê um cachorro quente com duas vina ( Vina = Salsicha; deriva do termo alemão 'vinewürst', embutido)
Alguns dos tópicos nem concordo, mas a maioria mata a pau. É loko de bom... (vai como veio)
Se você falar com naturalidade pelo menos 3 das frases seguintes, é um
legítimo paranaense...
1) 'loko de bão'
2) 'que páia'
3) -Vc veio de carro? - Não, vim andandinho, passeandinho, olhandinho uns bagúios!!!!!!!
4) Se alguém te conta alguma coisa que você desconfia, logo solta um: 'Ade... Capaz?!?
5) No Paraná, não se corta caminho, se 'atora'!
6) 'Tudo esgualepado'; 'fiz uma gambiarra aqui'; 'um xunxo'; 'nossa que xaxo!!!', 'la vai
borduada'
7) Paranaense nato que se preza, já disse: 'Teu cú, burro!!!'
8) Ou já pronunciou 'capaiz home' ou a variação: 'capaiz loco véio'
9)'Ah, mãezinha do fiinho!' - nem precisa explicar né?
10) 'gente do céu!!!!!-'Tira o zóio '
11) Ou o: 'ORNAR'?!
Quantas vezes ouviu do pedreiro: 'Isso aqui não ta ORNANDO muito não, dona!'
12) Palavrões clássicos: lazarento, fiá da mãe, fiá da pulícia, caipóra, animár véio, animár de teta (esta é demais!), jacú, rabudo, e por aí vai!
13)'To q é a capa da gaita ; 'ando meio esgualepado' '... Crêênndios pai...!!!'
14) 'Má q diabo esse tróço'
15) 'Que que tá se abrindo?' (qdo alguém dá risada a toa)
16) 'É pacabá mesmo'
17) 'Ô tongo!!!!'
18) 'Dar com a mão' se referindo a fazer sinal para o onibus.
19) 'Deusolivre'
20) 'Virado no guede' (ate hoje não entendi isso).
21) Paranaense nunca fica na posição de cócoras, fica de cróque, ou acrocado!
21) Falar 'puiz óia, eu...' (quando quer falar alguma coisa)
22) 'Já hoje... ' (que aconteceu há pouco tempo)
23) 'Piorrr que é memo' (ato de confirmar algo)
24) 'Fuja, loco'... 'Sartei de banda'... 'Fala, loco véio'...
25) 'mas é loco de jaguara'
26) 'Aquele lazarento dos inferno'!
27) 'Fulano te qué' (significava que fulano está te chamando)
28) 'pense num troço engraçado'...
29) 'pare de atiçá, pq depois vc carpe o trecho' (atiça = provocá /carpe
o trecho = sair fora)
30) 'Um abraço pro gaiteiro' (coisa ou assunto sem solução/despedida);
31) 'Pra mais de metro': coisa ou assunto muito longo;
32) 'mais firme que palanque em banhado' (coisa ou pessoa com pouca
resistência, sem forças. Também se diz de quem bebeu além da conta);
33) 'lá longe': para explicar que determinado local não fica perto.
Ex.:a farmácia fica lá longe.
34) ' que bom cecesse' (Eles querem dizer: Que bom se fosse.. essa é pacabá ahhahaha)
35) 'aquela biscatinha'
36) 'passe meio di fianco que cabe'
37) 'mais é um disgranhento (desgraçado)
38) 'essa menina fica se fresquiando pro namorado dos otros'
39) 'quanto custa? Dois pila?'
40) 'quedêle'? (ou seja: onde está?)
41) 'voltimeia eu vo lá' (quer dizer que sempre vai...)
42) 'tô cagando e andando...'
43) Me vê um cachorro quente com duas vina ( Vina = Salsicha; deriva do termo alemão 'vinewürst', embutido)
11 setembro 2009
engraçado...
15 Atitudes que Acabam com sua Condição de Macho - Machista, mas engraçadissimo. Em me vi em um ou outro item, admito. UI, santa!!!!
1 – Usar cores exóticas:
Você, quando vai comprar uma camisa, ao invés de dizer “me dê aquela marrom clara”, você diz “me dê aquela creme”? Você é viado. Creme, salmão, verde-água, azul-bebê, porra nenhuma. Só existem 7 cores no mundo masculino (e se você pensou nas sete cores do arco-íris, você é um viadinho-mór). Azul, preto, branco, verde, vermelho, amarelo, marrom e só. Valem as derivações, como azul-escuro, verde- escuro… O resto é viadagem. Cinza é preto+branco. Rosa é vermelho+branco. Laranja é vermelho+amarelo. Azul-marinho é igual a preto. Lima é fruta. Vinho é bebida. Roxo é viadagem. E pronto.
2 – Segurar sacolas e sacos plásticos pela alça:
Quando você faz uma compra, segura a sacola pela alça? Sim? Viado!! Segura essa porra de sacola pelo corpo e não pela alcinha, assim como fazem os estivadores, que carregam as cargas pelo corpo, pois essas não têm alcinhas.
3 – Ficar parado na escada rolante esperando chegar no final:
Escada é pra andar, não pra ficar parado. Se a escada é rolante, problema dela. Faça sua parte e ande pra chegar mais rápido ao final. Se está cansado, vá de elevador.
4 – Tomar sucos de frutas misturadas:
“Moço, me dê um suco de laranja com mamão”. Que viadagem é essa? Ou você toma de laranja, ou de mamão. Ou então um depois do outro, mas os dois misturados é viadagem!!
5 – Dizer que gosta de sobremesa:
Você é daqueles que adoram pavê, jojô-cake, casadinho, petit gateou? Viadinho!! Ah! Então mamão papaya batido com licor de cassis? Use pra passar na sua bunda viado de merda!! Homem que é homem não gosta de docinhos. No máximo, depois do almoço, um pedaço de goiabada. E se alguém olhar com cara de desconfiado diga que é pra tirar o gosto da feijoada que você comeu antes.
6 – Não ter cicatrizes no corpo:
Você é um cara que não tem cicatrizes? Que passou toda sua vida ileso, sem um arranhão? Viado!! Homem mesmo cai no chão, se arranha no arame farpado, se queima com fogo, toma porrada e mais porrada, etc… Nada mais do que sinais de virilidade. Sinais de que você não é menino criado em casa de avó com carpete persa e que nunca podia descer ao playground pra jogar bola.
7 – Dizer que vai pra praia pra tomar sol:
Quando você vai à praia diz que vai “pegar um bronzeado”? Viadinho!! Homem não pega sol. O sol é que pega ele. Homem quando vai à praia pra jogar bola, beber com amigos, paquerar, surfar, etc… Bronzear é consequência de estar exposto ao sol. E nem pensar em bloqueador solar, muito menos bronzeador como banana- boat & cia.
8 – Raspar os pêlos do corpo com exceção da barba/bigode:
Que é isso cara? Não acredito que você perde seu tempo se depilando!! Viado!! Homem só pode raspar a barba e o bigode, e de preferência quando forem falhos, pra não parecer ridículo. Raspar o peito, o sovaco, as pernas, não!! Se você se parece com o Tony Ramos, azar o seu. Aceite seu aspecto de urso e mude-se para a Sibéria.
9 – Colocar luzes, alisamento, etc, no cabelo:
Você já fez alguma dessas coisas ou algo parecido com seu cabelo? Sim? Viado!! Cabelo é cabelo e mais nada. Se você tem algum se dê por feliz, porque homem mesmo raramente tem. Todo homem devia ser careca. É da natureza. Agora mudar a cor do cabelo é viadagem, e das grandes. Se quiser pintar o cabelo de louro passe parafina, que é menos viadagem do que colocar luzes.
10- Fazer AERÓBICA
Ginástica localizada? É bom para o corpo? Pô, mas que legal. Legal pra vc, seu Viado!!! Macho só vai à academia pra pegar peso e tarar as mulheres, o resto é viadagem da grande.
11-Sorvetinho no sábado
No sábado você gosta de tomar um sorvetinho enquanto passeia no shopping com sua namorada, não é mesmo?! Então você não passa de um tremendo de um Viado!! Sábado é sinônimo de futebol, de cerveja, de churrasco, e mulher. Macho vai para o shopping com a namorada no domingo, no horário do Faustão. Enquanto ela olha as promoções, você fica tomando chopp na praça de alimentação.
12-Mandar email de correntes
Você gosta de passar umas “correntes”, mensagens de incentivo, mensagens religiosas por e-mail?! Puta que pariu, mas que viadagem é essa?! Niguém lhe ensinou que e-mail só serve pra três coisas? Enviar foto de sacanagem e marcar churrasco com os amigos, e mandar posts do Testosterona pros seus amigos. Só! o resto é coisa de viadinho!!
13 – Beber refrigerante no copo
“Garçom, uma coca-cola e um copo com gelo e limão, por favor!” Afinal, você quer tomar coca ou soda limonada, seu Viado!! E que viadagem é essa de “copo”? Copo um cacete! Tome esta merda na lata mesmo, sua
bicha!! Guaraná com laranja então é homosexualismo puro!!! Além do que você deveria era estar tomando cerveja!!!
14 -Dançar
Sair para dançar: Esta é uma viadagem clássica!! Se você liga pros seus amigos pra fazer uma turma de uns 4 ou 5 casaizinhos pra sair pra dançar você é muito viado!! Sair é, pra encher a cara, olhar mulher gostosa e falar sobre futebol mulher e carro, mais nada. Se você se orgulha de saber dançar bem, vá pra puta que te pariu viado de merda!!
15 -Perfumes
Ter 12 perfumes diferentes na pia do banheiro. Um só !! No máximo um perfume e uma loção pós barba, e barata. Caso contrário é viado!!
fonte: www.topjovem.com.br
1 – Usar cores exóticas:
Você, quando vai comprar uma camisa, ao invés de dizer “me dê aquela marrom clara”, você diz “me dê aquela creme”? Você é viado. Creme, salmão, verde-água, azul-bebê, porra nenhuma. Só existem 7 cores no mundo masculino (e se você pensou nas sete cores do arco-íris, você é um viadinho-mór). Azul, preto, branco, verde, vermelho, amarelo, marrom e só. Valem as derivações, como azul-escuro, verde- escuro… O resto é viadagem. Cinza é preto+branco. Rosa é vermelho+branco. Laranja é vermelho+amarelo. Azul-marinho é igual a preto. Lima é fruta. Vinho é bebida. Roxo é viadagem. E pronto.
2 – Segurar sacolas e sacos plásticos pela alça:
Quando você faz uma compra, segura a sacola pela alça? Sim? Viado!! Segura essa porra de sacola pelo corpo e não pela alcinha, assim como fazem os estivadores, que carregam as cargas pelo corpo, pois essas não têm alcinhas.
3 – Ficar parado na escada rolante esperando chegar no final:
Escada é pra andar, não pra ficar parado. Se a escada é rolante, problema dela. Faça sua parte e ande pra chegar mais rápido ao final. Se está cansado, vá de elevador.
4 – Tomar sucos de frutas misturadas:
“Moço, me dê um suco de laranja com mamão”. Que viadagem é essa? Ou você toma de laranja, ou de mamão. Ou então um depois do outro, mas os dois misturados é viadagem!!
5 – Dizer que gosta de sobremesa:
Você é daqueles que adoram pavê, jojô-cake, casadinho, petit gateou? Viadinho!! Ah! Então mamão papaya batido com licor de cassis? Use pra passar na sua bunda viado de merda!! Homem que é homem não gosta de docinhos. No máximo, depois do almoço, um pedaço de goiabada. E se alguém olhar com cara de desconfiado diga que é pra tirar o gosto da feijoada que você comeu antes.
6 – Não ter cicatrizes no corpo:
Você é um cara que não tem cicatrizes? Que passou toda sua vida ileso, sem um arranhão? Viado!! Homem mesmo cai no chão, se arranha no arame farpado, se queima com fogo, toma porrada e mais porrada, etc… Nada mais do que sinais de virilidade. Sinais de que você não é menino criado em casa de avó com carpete persa e que nunca podia descer ao playground pra jogar bola.
7 – Dizer que vai pra praia pra tomar sol:
Quando você vai à praia diz que vai “pegar um bronzeado”? Viadinho!! Homem não pega sol. O sol é que pega ele. Homem quando vai à praia pra jogar bola, beber com amigos, paquerar, surfar, etc… Bronzear é consequência de estar exposto ao sol. E nem pensar em bloqueador solar, muito menos bronzeador como banana- boat & cia.
8 – Raspar os pêlos do corpo com exceção da barba/bigode:
Que é isso cara? Não acredito que você perde seu tempo se depilando!! Viado!! Homem só pode raspar a barba e o bigode, e de preferência quando forem falhos, pra não parecer ridículo. Raspar o peito, o sovaco, as pernas, não!! Se você se parece com o Tony Ramos, azar o seu. Aceite seu aspecto de urso e mude-se para a Sibéria.
9 – Colocar luzes, alisamento, etc, no cabelo:
Você já fez alguma dessas coisas ou algo parecido com seu cabelo? Sim? Viado!! Cabelo é cabelo e mais nada. Se você tem algum se dê por feliz, porque homem mesmo raramente tem. Todo homem devia ser careca. É da natureza. Agora mudar a cor do cabelo é viadagem, e das grandes. Se quiser pintar o cabelo de louro passe parafina, que é menos viadagem do que colocar luzes.
10- Fazer AERÓBICA
Ginástica localizada? É bom para o corpo? Pô, mas que legal. Legal pra vc, seu Viado!!! Macho só vai à academia pra pegar peso e tarar as mulheres, o resto é viadagem da grande.
11-Sorvetinho no sábado
No sábado você gosta de tomar um sorvetinho enquanto passeia no shopping com sua namorada, não é mesmo?! Então você não passa de um tremendo de um Viado!! Sábado é sinônimo de futebol, de cerveja, de churrasco, e mulher. Macho vai para o shopping com a namorada no domingo, no horário do Faustão. Enquanto ela olha as promoções, você fica tomando chopp na praça de alimentação.
12-Mandar email de correntes
Você gosta de passar umas “correntes”, mensagens de incentivo, mensagens religiosas por e-mail?! Puta que pariu, mas que viadagem é essa?! Niguém lhe ensinou que e-mail só serve pra três coisas? Enviar foto de sacanagem e marcar churrasco com os amigos, e mandar posts do Testosterona pros seus amigos. Só! o resto é coisa de viadinho!!
13 – Beber refrigerante no copo
“Garçom, uma coca-cola e um copo com gelo e limão, por favor!” Afinal, você quer tomar coca ou soda limonada, seu Viado!! E que viadagem é essa de “copo”? Copo um cacete! Tome esta merda na lata mesmo, sua
bicha!! Guaraná com laranja então é homosexualismo puro!!! Além do que você deveria era estar tomando cerveja!!!
14 -Dançar
Sair para dançar: Esta é uma viadagem clássica!! Se você liga pros seus amigos pra fazer uma turma de uns 4 ou 5 casaizinhos pra sair pra dançar você é muito viado!! Sair é, pra encher a cara, olhar mulher gostosa e falar sobre futebol mulher e carro, mais nada. Se você se orgulha de saber dançar bem, vá pra puta que te pariu viado de merda!!
15 -Perfumes
Ter 12 perfumes diferentes na pia do banheiro. Um só !! No máximo um perfume e uma loção pós barba, e barata. Caso contrário é viado!!
fonte: www.topjovem.com.br
12 agosto 2009
06 agosto 2009
vivendo a gripe...
Sem sacanagem. Podem me criticar, se assim preferirem. Mas acho esse lance todo de gripe suína uma grande babaquice. Se voce tem algum parente querido que morreu, sinto muito. Muito mesmo. Mas morre gente todo dia e ninguém não dá nem pelota para isso.
A melhor que vi nessa onda toda de gripe foi aquela. Morreram meia dúzia de gripe no mês e todo mundo já quer colocar máscara. Morrem meia dúzia por hora de Aids e neguinho não encapa o malandrão.
Reclamam que a mídia esconde coisas sobre a gripe, mas pera aí. É por causa dessa mesma mídia - e de uma série de outros interessados - que todos se tornaram paranóicos. Eu queria ser dono do "Da ilha"... besteira essa onde de lavar as mãos a cada cinco minutos. Quer dizer que todos assumem que eram porcos e que não tinham o hábito de lavar mas mãos antes da gripe? Porcos... porcos e hipócritas.
Já ouvi gente falando - e não era bricandeira não - que nem cumprimenta mais as pessoas com medo de pegar a gripe. HA HA HA. Se curitibano já tem a fama de antipático - que, alíás, acho essa história ridícula também - agora ferrou tudo.
Hoje encontrei uma grande amiga na rua. Eu no carro, ela na calçada. Num impulso impensado em tempos de gripe ela se jogou de cabeça literalmente dentro da janela do carro e me beijou. Um carinho que causaria revolta hoje em dia. Reitrbui e trocamos mais essa carinho na hora da despedida (carinho de amigos viu, povo malicioso). Não peguei gripe... ainda? Capaz...
E tem outra janela aberta é outra paranóia. To vendo gente pegar resfriado porque encana um vento desgraçado na redação da Gazeta. Não, gripe, mas resfriado mesmo. Francamente...
As pessoas sempre acham motivos para deixar de viver e aproveitar a vida. Se fechar com medo de um gripe é só mais um capítulo dessa história. Eu vivo...
A melhor que vi nessa onda toda de gripe foi aquela. Morreram meia dúzia de gripe no mês e todo mundo já quer colocar máscara. Morrem meia dúzia por hora de Aids e neguinho não encapa o malandrão.
Reclamam que a mídia esconde coisas sobre a gripe, mas pera aí. É por causa dessa mesma mídia - e de uma série de outros interessados - que todos se tornaram paranóicos. Eu queria ser dono do "Da ilha"... besteira essa onde de lavar as mãos a cada cinco minutos. Quer dizer que todos assumem que eram porcos e que não tinham o hábito de lavar mas mãos antes da gripe? Porcos... porcos e hipócritas.
Já ouvi gente falando - e não era bricandeira não - que nem cumprimenta mais as pessoas com medo de pegar a gripe. HA HA HA. Se curitibano já tem a fama de antipático - que, alíás, acho essa história ridícula também - agora ferrou tudo.
Hoje encontrei uma grande amiga na rua. Eu no carro, ela na calçada. Num impulso impensado em tempos de gripe ela se jogou de cabeça literalmente dentro da janela do carro e me beijou. Um carinho que causaria revolta hoje em dia. Reitrbui e trocamos mais essa carinho na hora da despedida (carinho de amigos viu, povo malicioso). Não peguei gripe... ainda? Capaz...
E tem outra janela aberta é outra paranóia. To vendo gente pegar resfriado porque encana um vento desgraçado na redação da Gazeta. Não, gripe, mas resfriado mesmo. Francamente...
As pessoas sempre acham motivos para deixar de viver e aproveitar a vida. Se fechar com medo de um gripe é só mais um capítulo dessa história. Eu vivo...
27 julho 2009
o fantasma voltou...
Amigos, hoje cá estou por um motivo especial. Qual? Se esforcem um pouco e cliquem no link abaixo para curtir um pouco da minah emoção. Viva o Fantasma...
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No dia de Nossa Senhora de Sant’ana, padroeira de Ponta Grossa, o Operário Ferroviário reconquistou seu lugar na elite do futebol paranaense. Precisando de apenas um ponto para conseguir a volta à Série Ouro, o time de Vila Oficinas jogou apenas para o gasto contra a Portuguesa Londrinense e empatou em 0 a 0. Resultado mais do que suficiente para fazer o apaixonado torcedor, que lotou as arquibancadas do estádio Germano Krüger mesmo debaixo de muita chuva, desengasgar, soltar o grito e comemorar a classificação.
“Foi muito bonito. É uma vitória que estava entalada na garganta do torcedor há 15 anos. Foi demais mesmo”, disse o técnico Norberto Lemos, por telefone, à Gazeta do Povo. “Todos levam essa conquista como um desabafo. Estamos há quatro jogos sem levar gols e os resultados que tivemos fora de casa foram fundamentais. Foi uma guerra hoje, com campo molhado e estádio cheio. Teve gente que ficou para fora, pois não tinha mais lugar”, completou.
CLIQUE AQUI e Leia matéria completa
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No dia de Nossa Senhora de Sant’ana, padroeira de Ponta Grossa, o Operário Ferroviário reconquistou seu lugar na elite do futebol paranaense. Precisando de apenas um ponto para conseguir a volta à Série Ouro, o time de Vila Oficinas jogou apenas para o gasto contra a Portuguesa Londrinense e empatou em 0 a 0. Resultado mais do que suficiente para fazer o apaixonado torcedor, que lotou as arquibancadas do estádio Germano Krüger mesmo debaixo de muita chuva, desengasgar, soltar o grito e comemorar a classificação.
“Foi muito bonito. É uma vitória que estava entalada na garganta do torcedor há 15 anos. Foi demais mesmo”, disse o técnico Norberto Lemos, por telefone, à Gazeta do Povo. “Todos levam essa conquista como um desabafo. Estamos há quatro jogos sem levar gols e os resultados que tivemos fora de casa foram fundamentais. Foi uma guerra hoje, com campo molhado e estádio cheio. Teve gente que ficou para fora, pois não tinha mais lugar”, completou.
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