Qual é o prazo para se ter retorno de credibilidade?
Um ano, um mês, ou uma vida inteira?
Eu, é claro, voto na última opção. Trago o assunto para a pauta do dia após ler a notícia de que o Jornal do SBT, apresentado pelo Carlos Nascimento e por Karyn Bravo, tem perdido no Ibope para a Rede TV, o trash do trash da TV brasileira.
O que leva um apresentador tarimbado como o Nascimento, que já foi âncora dos telejornais mais importantes do país, dar quase traço na audiência? A péssiam credibilidade informativa que tem o canal do patrão (de quem, todos sabem, sou grande fã). Hoje paga-se um alto preço por anos de vazio jornalístico. A tentativa em se resgatar a arte de noticiar no canal é louvável, mas tenho pena de quem toca esse projeto com a cara à tapa.
A dinheirama que era paga à Ana Paula Parão, ex-Globo, não foi suficiente para mantê-la no SBT. Ela, vendo que seria difícil aumentar a audiencia/credibilidadedo canal, invetou desculpas. Disse que queria apresentar um programa dirente (tpo Globo Repórter) e o pessoal atendeu a todos seus pedidos. Fracassou. Não conseguiu, nem com seu talento e credibilidade própria, transformar isso em números satisfatórios.
COmo que eu sei que esse papo de querer ter um programa é balela? Simples. Porque ela agora foi para a Record (que apesar dos bispos, faz um trabalho de jornalismo BEM bacana) para apresentar jornal. Captou? A Record tem credibilidade mesmo que os bispos tentem estragá-la em várias oportunidades, inclusive obnrigando seus apresentadores (também tarimbados, como Celso Freitas e Marcos Humell) a ler notas oficiais desmentindo a Globo em várias ocasiões e defendendo a religião dos bispos e suas máquinas de fazer dinheiro.
O SBT vai sofrer muito para resgatar a credibilidade. Não é fácil apagar anos de silêncio informativo. O canal não noticio uma linha sequer de grandes eventos dos anos 90 e hoje, fechando os anos 00, paga um alto preço por isso. Coitado do Carlos Nascimento e de quem esta lá.
Alias, coitado o caralho. Ele deve estar ganhando por mês o que eu ganharia em 10, eu disse DEZ anos de trabalho. Por baixo. Para fazer a mesma coisa. ele ganha num mês o que eu gnaho em DEZ ANOS. Quem é o coitado?
29 dezembro 2009
17 dezembro 2009
Somos todos Loucos
Talvez um dos caras mais injustiçados do meio artístico brasileiro seja o Moacyr Franco. Para quem aprecia o gênero romântico da verdadeira música popular brasileira, foi este homem que escreveu as mais belas canções da dupla João Mineiro e Marciano, como "Ainda ontem chorei de saudade", também é o autor de "Tudo vira bosta", sucesso com a roqueira Rita Lee, além de assinar a composição de "Balada n° 7", em homenagem ao craque Garricha e fez sucesso "Balada para um louco", maluquice brilhante que fala sobre o amor.
A lista de música compostas por Franco é enorme. É um artista completo, que foi redator de programas de TV de sucesso nas décadas de 70 e 80, compôem desde 60 e até hoje se presta a vestir personagens como o Jeca Gay, da Praça é Nossa, apenas por amor à arte, às luzes e câmeras.
Homem presente na lembrança de todos, mestre ao falar do "esquecer". Compôs "Eu nunca mais vou te esquecer" com a mesma elegância que tornou conhecida a música "Se eu não puder te esquecer". Ah, também mandou ver com "Seu amor ainda é tudo", mai suma vez cantada por João Mineiro e Marciano.
É um cara que eu teria um prazer absurdo de entrevistar um dia. Quando eu ainda era estudante, tentei, via e-mail, mas não consegui. Agora certamente tenho muito mais chances de conseguir isso e, por que não, em breve não consiga. Só temo silenciar diante de tanto talento e sabedoria adquiridos ao longo de uma carreira brilhante.
Provavelmente o leitor mais ocasional, que não me conheçe, pode pensar: "Meu Deus, Moacyr quem? Olha o tipo desse piá falando bem do Moacyr Franco".
Se permita ler a letra de Balada para um louco e procure encontrá-la nesse nosso mundão virtual para ouvi-la. É sensacional.
ps: ouvi essa música a primeira vez por recomendação da minha véia. Sabe das coisas essa minha véinha
xxxxx
Balada Para Um Louco (Moacyr Franco, Astor Piazzolla e Horácio Ferres)
Num dia desses ou, numa noite dessas
você sai pela sua rua ou, pela sua cidade ou,
ou, sei lá, pela sua vida, quando de repente,
por detrás de uma árvore, apareço eu!!!
Mescla rara de penúltimo mendigo
e primeiro astronauta a pôr os pés em vênus.
Meia melancia na cabeça, uma grossa meia sola em cada pé,
as flôres da camisa desenhadas na própria pele
e uma bandeirinha de táxi livre em cada mão.
Ah! ah! ah! Você ri... você ri porquê só agora você me viu.
Mas eu flerto com os manequins,
o semáforo da esquina me abre três luzes celestes.
E as rosas da florista estão apaixonadas por mim, juro,
vem, vem, vamos passear. E assim meio dançando, quase voando eu
te ofereço uma bandeirinha e te digo:
Já sei que já não sou, passei, passou.
A lua nos espera nessa rua é só tentar.
E um coro de astronautas, de anjos e crianças
bailando ao meu redor, te chama:
vem voar.
Já sei que já não sou, passei, passou.
Eu venho das calçadas que o tempo não guardou.
E vendo-te tão triste, te pergunto: O que te falta?
...talvez chegar ao sol, pois eu te levarei.
Ah! Ah! Ah! Ah!
Louco, louco, louco! Foi o que me disseram
quando disse que te amei.
Mas naveguei as águas puras dos teus olhos
e com versos tão antigos, eu quebrei teu coração.
Ah! Ah! Ah! Ah!
Louco, louco, louco, louco, louco! Como um acróbata demente saltarei
dentro do abismo do teu beijo até sentir
que enlouqueçi teu coração, e de tão livre, chorarei.
Vem voar comigo querida minha,
entra na minha ilusão super-esporte,
vamos correr pelos telhados com uma andorinha no motor.
Ah! Ah! Ah!
Do Vietnã nos aplaudem: Viva! viva os loucos que inventaram o amor!
E um anjo, o soldado e uma criança repetem a ciranda
que eu já esqueci...
Vem, eu te ofereço a multidão, rostos brilhando, sorrisos brincando.
Que sou eu? sei lá, um... um tonto, um santo, ou um canto a meia voz.
Já sei que já não sou, nem sei quem sou.
Abraça essa ternura de louco que há em mim.
Derrete com teu beijo a pena de viver.
Angústias, nunca mais!!! Voar, enfim, voaaaarrr!!!
Ama-me como eu sou, passei, passou.
Sepulta os teus amores vamos fugir, buscar,
numa corrida louca o instante que passou,
em busca do que foi, voar, enfim, voaaaarrr!!!
Ah! Ah! Ah! Ah!...
Viva! viva os loucos!!! Viva! viva os loucos que inventaram o amor!
Viva! viva! viva!
A lista de música compostas por Franco é enorme. É um artista completo, que foi redator de programas de TV de sucesso nas décadas de 70 e 80, compôem desde 60 e até hoje se presta a vestir personagens como o Jeca Gay, da Praça é Nossa, apenas por amor à arte, às luzes e câmeras.
Homem presente na lembrança de todos, mestre ao falar do "esquecer". Compôs "Eu nunca mais vou te esquecer" com a mesma elegância que tornou conhecida a música "Se eu não puder te esquecer". Ah, também mandou ver com "Seu amor ainda é tudo", mai suma vez cantada por João Mineiro e Marciano.
É um cara que eu teria um prazer absurdo de entrevistar um dia. Quando eu ainda era estudante, tentei, via e-mail, mas não consegui. Agora certamente tenho muito mais chances de conseguir isso e, por que não, em breve não consiga. Só temo silenciar diante de tanto talento e sabedoria adquiridos ao longo de uma carreira brilhante.
Provavelmente o leitor mais ocasional, que não me conheçe, pode pensar: "Meu Deus, Moacyr quem? Olha o tipo desse piá falando bem do Moacyr Franco".
Se permita ler a letra de Balada para um louco e procure encontrá-la nesse nosso mundão virtual para ouvi-la. É sensacional.
ps: ouvi essa música a primeira vez por recomendação da minha véia. Sabe das coisas essa minha véinha
xxxxx
Balada Para Um Louco (Moacyr Franco, Astor Piazzolla e Horácio Ferres)
Num dia desses ou, numa noite dessas
você sai pela sua rua ou, pela sua cidade ou,
ou, sei lá, pela sua vida, quando de repente,
por detrás de uma árvore, apareço eu!!!
Mescla rara de penúltimo mendigo
e primeiro astronauta a pôr os pés em vênus.
Meia melancia na cabeça, uma grossa meia sola em cada pé,
as flôres da camisa desenhadas na própria pele
e uma bandeirinha de táxi livre em cada mão.
Ah! ah! ah! Você ri... você ri porquê só agora você me viu.
Mas eu flerto com os manequins,
o semáforo da esquina me abre três luzes celestes.
E as rosas da florista estão apaixonadas por mim, juro,
vem, vem, vamos passear. E assim meio dançando, quase voando eu
te ofereço uma bandeirinha e te digo:
Já sei que já não sou, passei, passou.
A lua nos espera nessa rua é só tentar.
E um coro de astronautas, de anjos e crianças
bailando ao meu redor, te chama:
vem voar.
Já sei que já não sou, passei, passou.
Eu venho das calçadas que o tempo não guardou.
E vendo-te tão triste, te pergunto: O que te falta?
...talvez chegar ao sol, pois eu te levarei.
Ah! Ah! Ah! Ah!
Louco, louco, louco! Foi o que me disseram
quando disse que te amei.
Mas naveguei as águas puras dos teus olhos
e com versos tão antigos, eu quebrei teu coração.
Ah! Ah! Ah! Ah!
Louco, louco, louco, louco, louco! Como um acróbata demente saltarei
dentro do abismo do teu beijo até sentir
que enlouqueçi teu coração, e de tão livre, chorarei.
Vem voar comigo querida minha,
entra na minha ilusão super-esporte,
vamos correr pelos telhados com uma andorinha no motor.
Ah! Ah! Ah!
Do Vietnã nos aplaudem: Viva! viva os loucos que inventaram o amor!
E um anjo, o soldado e uma criança repetem a ciranda
que eu já esqueci...
Vem, eu te ofereço a multidão, rostos brilhando, sorrisos brincando.
Que sou eu? sei lá, um... um tonto, um santo, ou um canto a meia voz.
Já sei que já não sou, nem sei quem sou.
Abraça essa ternura de louco que há em mim.
Derrete com teu beijo a pena de viver.
Angústias, nunca mais!!! Voar, enfim, voaaaarrr!!!
Ama-me como eu sou, passei, passou.
Sepulta os teus amores vamos fugir, buscar,
numa corrida louca o instante que passou,
em busca do que foi, voar, enfim, voaaaarrr!!!
Ah! Ah! Ah! Ah!...
Viva! viva os loucos!!! Viva! viva os loucos que inventaram o amor!
Viva! viva! viva!
09 dezembro 2009
...vida real
Hoje, depois de ler o comentário que minha prima Juliana me deixou no posto anterior, me enchi de inspiração. Peguei ainda um pouquinho do que o Zé falou e resolvi: "Hoje vou escrever algo bala".
Perdi uns 15 minutos, reescrevi uma frase oito vezes (para, por fim, deixá-la de lado), passei os olhos pela tela e vi que horas eram. Largo tudo agora e vou temperar um frango para o almoço.
Paciência. Vida real é foda.
Perdi uns 15 minutos, reescrevi uma frase oito vezes (para, por fim, deixá-la de lado), passei os olhos pela tela e vi que horas eram. Largo tudo agora e vou temperar um frango para o almoço.
Paciência. Vida real é foda.
19 novembro 2009
O amor. é foda!
A gente flagra demonstrações de amor nos lugares mais inusitados as vezes. Na rua, na chuva na fazenda. Ou numa casinha de sapé. Ou numa borracharia. Ou dentro de nós mesmos.
Ontem, mais uma vez, fui na borracharia do Baiano. Em toda minha vida automobilística, dois “calcanhares de Aquiles” (afinal temos duas pernas, certo?) me acompanharam desde que tirei minha permissão de dirigir (lá se vão dez anos). Pneus, amortecedores e escapamentos. É, percebi que citei três “coisas”, mas é que achei a comparação com os calcanhares bem legal.
Enfim, de todos os carros eu precisei trocar pneus, amortecedores e escapamentos. Dos dois últimos, várias vezes, inclusive no mesmo carro. Ou em partes, como o silenciador traseiro, o catalizador e a parte central do escapamento, ou por unidades, como o amortecedor traseiro direito ou o dianteiro esquerdo.
Neste sábado foi o pneu. Um buraco lá em Ponta Grossa formou uma corcova no meu pneu da frente, o direito, e o volante tremia demais quando eu andava. Lá no Baiano, troquei por um outro que meu pai guardava em casa. Pronto, serviço feito.
Mas nesse meio tempo veio a prosa. Já meu amigo, visto que o prestigiei em seu estabelecimento várias vezes, Baiano desandou a falar. Contou sobre sua casinha, seu filho e sua mulher. Aqui é que eu queria chegar.
Poucas vezes vi alguém falar da “sua véia” com tanto carinho e admiração. Narrou suas atividades diárias, de como ela limpa, lava, cozinha, passa costura e cuida do jardim e das suas coisinhas com uma admiração ímpar. Disse que ela é capaz de varar a noite só para ter aquela sensação gostosa do dever comprido.
Contou, com um largo sorriso no rosto, que faz graça com as irmãs dela e diz que mesmo que morresse e nascesse de volta, casaria com sua “Rumilda”. Opa, corrigiu-se, “Romilda”. “Se eu falar que é Rumilda, ela fica louca. Pode alguém registrar uma pessoa com nome de Rumilda? Ela deve ser a única do mundo. Coisa de escrivão mesmo”, disse. Mas, retomando o assunto, disse que as cunhadas se rasgam de ciúme dos seus gracejos quando elogia Romilda.
Aquela mulher é sensacional. Dia desses, narrou, desandou a brigar comigo porque resolvi tirar uns matos do jardim com uma enxada. “Você ta louco. Larga isso, que você não sabe fazer nada direito. Olha as toceiras de terra que você arranca junto com os matos?”. Parei na hora, disse ele, mas fiz só para irritá-la mesmo, brincou. “Parei, pois discutir com ‘Alêmoa’ é uma desgraça. Eles falam demais”, concluiu.
Baiano, durante toda a prosa, ria com um orgulho danado. Coisa de quem ama mesmo. Fiquei feliz só em saber que alguém era amado com tanta intensidade, mesmo depois de 47 anos de casamento.
Lembrei da minha muié, que me abandonou durante o fim de semana, e o peito se apertou. Pensei nela o tempo todo e não vejo a hora de abraçá-la de volta. A hora esta chegando. Graças a Deus.
Ontem, mais uma vez, fui na borracharia do Baiano. Em toda minha vida automobilística, dois “calcanhares de Aquiles” (afinal temos duas pernas, certo?) me acompanharam desde que tirei minha permissão de dirigir (lá se vão dez anos). Pneus, amortecedores e escapamentos. É, percebi que citei três “coisas”, mas é que achei a comparação com os calcanhares bem legal.
Enfim, de todos os carros eu precisei trocar pneus, amortecedores e escapamentos. Dos dois últimos, várias vezes, inclusive no mesmo carro. Ou em partes, como o silenciador traseiro, o catalizador e a parte central do escapamento, ou por unidades, como o amortecedor traseiro direito ou o dianteiro esquerdo.
Neste sábado foi o pneu. Um buraco lá em Ponta Grossa formou uma corcova no meu pneu da frente, o direito, e o volante tremia demais quando eu andava. Lá no Baiano, troquei por um outro que meu pai guardava em casa. Pronto, serviço feito.
Mas nesse meio tempo veio a prosa. Já meu amigo, visto que o prestigiei em seu estabelecimento várias vezes, Baiano desandou a falar. Contou sobre sua casinha, seu filho e sua mulher. Aqui é que eu queria chegar.
Poucas vezes vi alguém falar da “sua véia” com tanto carinho e admiração. Narrou suas atividades diárias, de como ela limpa, lava, cozinha, passa costura e cuida do jardim e das suas coisinhas com uma admiração ímpar. Disse que ela é capaz de varar a noite só para ter aquela sensação gostosa do dever comprido.
Contou, com um largo sorriso no rosto, que faz graça com as irmãs dela e diz que mesmo que morresse e nascesse de volta, casaria com sua “Rumilda”. Opa, corrigiu-se, “Romilda”. “Se eu falar que é Rumilda, ela fica louca. Pode alguém registrar uma pessoa com nome de Rumilda? Ela deve ser a única do mundo. Coisa de escrivão mesmo”, disse. Mas, retomando o assunto, disse que as cunhadas se rasgam de ciúme dos seus gracejos quando elogia Romilda.
Aquela mulher é sensacional. Dia desses, narrou, desandou a brigar comigo porque resolvi tirar uns matos do jardim com uma enxada. “Você ta louco. Larga isso, que você não sabe fazer nada direito. Olha as toceiras de terra que você arranca junto com os matos?”. Parei na hora, disse ele, mas fiz só para irritá-la mesmo, brincou. “Parei, pois discutir com ‘Alêmoa’ é uma desgraça. Eles falam demais”, concluiu.
Baiano, durante toda a prosa, ria com um orgulho danado. Coisa de quem ama mesmo. Fiquei feliz só em saber que alguém era amado com tanta intensidade, mesmo depois de 47 anos de casamento.
Lembrei da minha muié, que me abandonou durante o fim de semana, e o peito se apertou. Pensei nela o tempo todo e não vejo a hora de abraçá-la de volta. A hora esta chegando. Graças a Deus.
04 novembro 2009
O preço da felicidade...
Na quinta-feira encarei uma micro-crise no meu relacionamento. Ferrado de grana, propus “pular fora” de uma viagem à Ponta Grossa para participar das festividades do cumpleaños do meu cunhado e aproveitar o feriado. A mulher queria matar a saudade de parentes e amigos e eu ia no embalo, pensando em descansar e fugir dos problemas (financeiros) que surgem na nossa vida.
Foi uma choradeira. A mulher, embora tenha concordado que as dificuldades financeiras têm sido um complicador nas nossas vidas, se rebelou e disse que não iria se eu não fosse (a ideia era ela ir de ônibus e eu ficar por aqui para reduzir os custos da viagem). Depois da “discussão”, satisfeito por ter passado para ela que a coisa não estava nada boa, cedi e fomos para lá na sexta-feira.
Se eu soubesse (suspeitava) que tudo seria como foi, não teria criado essa micro-crise. Na ponta do lápis, o custo foi praticamente o mesmo indo de carro do que ela ter ido sozinha de busão. Só gastamos com gasosa e pedágio. SÓ. Lá, tudo bancado pelo irmão (que não é rico, longe disso mesmo), mas é magnata de amigos. Numa força tarefa, locaram uma chácara e forneceram a carne. O povo que ia para lá (nos três dias de festa, típica de polaco) só precisava levar a bebida.
Gente muito boa, música boa (tinha um violeiro no sábado a noite que era sacanagem. Tocava muito), clima agradável por demais, comida e bebida da melhor qualidade e descanso merecido. Barraca armada em local estratégico, perto de um “córgo” (córrego, para quem não manja do linguajar caboclo), pescaria (120 lambaris de saldo por um dia de pesca), duzentas picadas de butucas e “porvinhas” e um sorriso largo, de orelha a orelha.
Baterias recarregadas (após levar uma canseira das priminhas fofinhas da patroa), alma lavada. Cheiro de peixe nas mãos, mas cabeça leve. As contas vencidas seguem atrás de mim, mas terão mais trabalho do que nunca para me derrubar. Sou feliz... simples, mas feliz. Seja você também.
Boa semana.
Foi uma choradeira. A mulher, embora tenha concordado que as dificuldades financeiras têm sido um complicador nas nossas vidas, se rebelou e disse que não iria se eu não fosse (a ideia era ela ir de ônibus e eu ficar por aqui para reduzir os custos da viagem). Depois da “discussão”, satisfeito por ter passado para ela que a coisa não estava nada boa, cedi e fomos para lá na sexta-feira.
Se eu soubesse (suspeitava) que tudo seria como foi, não teria criado essa micro-crise. Na ponta do lápis, o custo foi praticamente o mesmo indo de carro do que ela ter ido sozinha de busão. Só gastamos com gasosa e pedágio. SÓ. Lá, tudo bancado pelo irmão (que não é rico, longe disso mesmo), mas é magnata de amigos. Numa força tarefa, locaram uma chácara e forneceram a carne. O povo que ia para lá (nos três dias de festa, típica de polaco) só precisava levar a bebida.
Gente muito boa, música boa (tinha um violeiro no sábado a noite que era sacanagem. Tocava muito), clima agradável por demais, comida e bebida da melhor qualidade e descanso merecido. Barraca armada em local estratégico, perto de um “córgo” (córrego, para quem não manja do linguajar caboclo), pescaria (120 lambaris de saldo por um dia de pesca), duzentas picadas de butucas e “porvinhas” e um sorriso largo, de orelha a orelha.
Baterias recarregadas (após levar uma canseira das priminhas fofinhas da patroa), alma lavada. Cheiro de peixe nas mãos, mas cabeça leve. As contas vencidas seguem atrás de mim, mas terão mais trabalho do que nunca para me derrubar. Sou feliz... simples, mas feliz. Seja você também.
Boa semana.
19 outubro 2009
simprão assim...
As coisas simples da vida tem um valor inigualável. As vezes nos preocupamos com coisas sem a mínima importância e quando nos damos conta do quão superficiais e materialistas nos tornamos, ruborizamos de vergonha.
Passei um domingo agradável demais em Campo Largo, quase Campo Magro, quase Bateias, por pouco Balsa Nova. Lá, no meio de morros e "montanha", minha tia Neli tem um sítio, que para mim é uma chácara e bem podia ser uma fazenda. Pode não ser tudo isso, mas certamente é uma casa no campo. Igual aquela da música cantada pela Elis.
A tia Neli é irmã do meu pai. Gente boníssima, carinhosa e extremamente trabalhora e guerreira. Ela e o marido, o Maurício, sempre moraram em Santa Felicidade, mas desde que me conheço por gente eles tem uma chácara. Tiveram uma em Piraquara, outra em Quatro Barras e agora essa. Pais do inteligentíssimo Gil, do gêniozinho Alexandre e da exuberante e querida Juliana.
Na sexta foi aniversário da tia Neli e ontem fomos na sua casa de campo para comemorar. Um bom barreado, um saboroso pudim de leite e uma variedade enorme de licores (degustados pela minha muié, pois não sou de beber), todos feitos com frutas plantadas ali mesmo, sem nada artificial. Gente boa, que há muito não via, gente alegre e faladeira. Almoço feliz, corrida triste (porra Rubinho, uma hora até eu desisto de você) e cochilada padrão estirado sob a sombra de uma árvore, no colo da minha nêga.
Depois disso, alimentar as vaquinhas do local (eu parecia um retardado, pois não dava de comer para uma vaca faz um bom tempo), colher os últimos limões (já meio secos) e ameixas (que insistem em chamar de nésperas. Eu me nego, para mim é ameixa. Assim como mortANdela é mortANdela).
Na despedida, já no cair da tarde (que demorou a virar noite graças ao horário de verão), abraçops calorosos e um pudim de leite para viagem (pedido especial deste gordo que vos fala. O pudim da minha tia é sacanagem. Feito com ovo caipira e cozido no forno a lenha). Nem a estrara esburacada (que me tirou a paciencia na vinda) foi capaz de tirá-la na volta.
Já em Curitiba, missa às 19h (catolicismo tradicional cada vez mais entediante), pão com manteiga caseira, pudim de leite e cama. Desfecho feliz para mais um fim de semana qualquer.
Segue o baile...
.
Passei um domingo agradável demais em Campo Largo, quase Campo Magro, quase Bateias, por pouco Balsa Nova. Lá, no meio de morros e "montanha", minha tia Neli tem um sítio, que para mim é uma chácara e bem podia ser uma fazenda. Pode não ser tudo isso, mas certamente é uma casa no campo. Igual aquela da música cantada pela Elis.
A tia Neli é irmã do meu pai. Gente boníssima, carinhosa e extremamente trabalhora e guerreira. Ela e o marido, o Maurício, sempre moraram em Santa Felicidade, mas desde que me conheço por gente eles tem uma chácara. Tiveram uma em Piraquara, outra em Quatro Barras e agora essa. Pais do inteligentíssimo Gil, do gêniozinho Alexandre e da exuberante e querida Juliana.
Na sexta foi aniversário da tia Neli e ontem fomos na sua casa de campo para comemorar. Um bom barreado, um saboroso pudim de leite e uma variedade enorme de licores (degustados pela minha muié, pois não sou de beber), todos feitos com frutas plantadas ali mesmo, sem nada artificial. Gente boa, que há muito não via, gente alegre e faladeira. Almoço feliz, corrida triste (porra Rubinho, uma hora até eu desisto de você) e cochilada padrão estirado sob a sombra de uma árvore, no colo da minha nêga.
Depois disso, alimentar as vaquinhas do local (eu parecia um retardado, pois não dava de comer para uma vaca faz um bom tempo), colher os últimos limões (já meio secos) e ameixas (que insistem em chamar de nésperas. Eu me nego, para mim é ameixa. Assim como mortANdela é mortANdela).
Na despedida, já no cair da tarde (que demorou a virar noite graças ao horário de verão), abraçops calorosos e um pudim de leite para viagem (pedido especial deste gordo que vos fala. O pudim da minha tia é sacanagem. Feito com ovo caipira e cozido no forno a lenha). Nem a estrara esburacada (que me tirou a paciencia na vinda) foi capaz de tirá-la na volta.
Já em Curitiba, missa às 19h (catolicismo tradicional cada vez mais entediante), pão com manteiga caseira, pudim de leite e cama. Desfecho feliz para mais um fim de semana qualquer.
Segue o baile...
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06 outubro 2009
Qual é o preço da simpatia?
Tá ai um negócio que eu não entendo. O mau humor de quem milita no comércio me assusta as vezes. Poderia citar uma série de exemplos e divagar sobre o assunto, dando o ponto de vista do consumidor, mas também o de quem já esteve (e voltará, quem sabe em breve) para o outro lado do balcão. Contudo, vou me focar num ramo só de negócios: as pastelarias.
Primeiro gostaria de entender como funciona a "máfia" da pastelarias em Curitiba. Você certamente já se perguntou porque todas as pastelarias da cidadade tem como proprietários pessoas orientais, invariavelmente chineses. É raro encontrar algum estabelecimento deste tipo sem um oriental no comando. Quando voce encontra, cedo ou tarde (cedo, normalmente) ela migra de mãos e passa para o controle da turma dos olhinhos puxados.
Perto da firma, dia desses, abriu uma pastelaria nova. Um senhor simpático, bigodudo e educado. Atendia sempre com um sorriso, conversava sobre amenidades e oferecia produtos de boa qualidade. Estranhávamos até. Um belo dia, eis que entro no local e dou de cara com mais uma turma oriental. Todos sisudos, quietos e "mecânicos". A qualidade dos produtos caiu e a clientela, que já ia se tornando fiel, diminuiu muito.
Fui comer um Chesse Salada dia desses lá, pois não tinha outras opções, afinal era domingo. (aqui cabe um parentêses. Esse povo não tem vida, pois trabalha TODOS os dias, inclusive domingos e feriados. E vão até tarde, por volta das 21h30, quando todo o comércio já fechou). A mulher que me atendeu não esboçou nenhuma simpatia, começou a fazer o sanduiche de cara fechada e quando a lembrei de me preparar o lanche sem maioneses, ela resmungou algo em seu idioma original.
Esse é outro ponto irritante e extremamente desagradavel. Eles sempre conversam entre si em chinês, cantônes ou sei la o que. Podem estar falando sobre as "flores do jardim de nossa casa", mas sempre acho que estão falando de mim. Falam e nos olham com olhar de desprezo. Muito mau humor. O sanduiche vem com uma microfatia de queijo (transparente) embolada em outra de apresuntada (presunto não, é claro. Encheu o bucho, mas deixou uma sensação de vazio.
Vazio de humanidade, de calor, de simpatia. De um povo que apenas trabalha, parece não viver e não fazer questão alguma de compartilhar qualquer sentimento que seja com os viventes que ali passam. Estaria aí a fonte da ridícula fama que tentam impor ao curitibano de mal-humorado? Me faz mal, sinceramente. Não custa nada um sorriso, um obrigado e um bom dia. Talvez se custasse, as pessoas dessem mais valor.
Simpatia vendida
Um oriental que vendia simpatia era o dono da pastelaria Aristocrata. "Seo" Dante era gente boníssima, oferecia produtos de qualidade no seu comércio (ja havia conquistado inclusive a indicação de melhor pastel da cidade, pelo Guia Revista Veja), sempre em fartura e preços competitivos. Depois de muitos anos de mercado, Dante decidiu se aposentar e vendeu o ponto adivinha para quem? Um oriental com cara de mau. O movimento caiu. A qualidade diminuiu um pouco e a alegria do seo Dante... essa não volta mais.
Primeiro gostaria de entender como funciona a "máfia" da pastelarias em Curitiba. Você certamente já se perguntou porque todas as pastelarias da cidadade tem como proprietários pessoas orientais, invariavelmente chineses. É raro encontrar algum estabelecimento deste tipo sem um oriental no comando. Quando voce encontra, cedo ou tarde (cedo, normalmente) ela migra de mãos e passa para o controle da turma dos olhinhos puxados.
Perto da firma, dia desses, abriu uma pastelaria nova. Um senhor simpático, bigodudo e educado. Atendia sempre com um sorriso, conversava sobre amenidades e oferecia produtos de boa qualidade. Estranhávamos até. Um belo dia, eis que entro no local e dou de cara com mais uma turma oriental. Todos sisudos, quietos e "mecânicos". A qualidade dos produtos caiu e a clientela, que já ia se tornando fiel, diminuiu muito.
Fui comer um Chesse Salada dia desses lá, pois não tinha outras opções, afinal era domingo. (aqui cabe um parentêses. Esse povo não tem vida, pois trabalha TODOS os dias, inclusive domingos e feriados. E vão até tarde, por volta das 21h30, quando todo o comércio já fechou). A mulher que me atendeu não esboçou nenhuma simpatia, começou a fazer o sanduiche de cara fechada e quando a lembrei de me preparar o lanche sem maioneses, ela resmungou algo em seu idioma original.
Esse é outro ponto irritante e extremamente desagradavel. Eles sempre conversam entre si em chinês, cantônes ou sei la o que. Podem estar falando sobre as "flores do jardim de nossa casa", mas sempre acho que estão falando de mim. Falam e nos olham com olhar de desprezo. Muito mau humor. O sanduiche vem com uma microfatia de queijo (transparente) embolada em outra de apresuntada (presunto não, é claro. Encheu o bucho, mas deixou uma sensação de vazio.
Vazio de humanidade, de calor, de simpatia. De um povo que apenas trabalha, parece não viver e não fazer questão alguma de compartilhar qualquer sentimento que seja com os viventes que ali passam. Estaria aí a fonte da ridícula fama que tentam impor ao curitibano de mal-humorado? Me faz mal, sinceramente. Não custa nada um sorriso, um obrigado e um bom dia. Talvez se custasse, as pessoas dessem mais valor.
Simpatia vendida
Um oriental que vendia simpatia era o dono da pastelaria Aristocrata. "Seo" Dante era gente boníssima, oferecia produtos de qualidade no seu comércio (ja havia conquistado inclusive a indicação de melhor pastel da cidade, pelo Guia Revista Veja), sempre em fartura e preços competitivos. Depois de muitos anos de mercado, Dante decidiu se aposentar e vendeu o ponto adivinha para quem? Um oriental com cara de mau. O movimento caiu. A qualidade diminuiu um pouco e a alegria do seo Dante... essa não volta mais.
23 setembro 2009
vamos levando...
Qual é o sentido em em não atualizar o "O Simprão" e vir aqui divulgar o que escrevo no "Diário Leite Quente"? Sinceramente, eu não sei. De qualquer forma, espero que os amigos que sempre me prestigiaram neste espaço, façam o mesmo com o DLQ.
Não sei como eu poderia diferenciar o que escrevo (e pretendo) escrever aqui, com o que escrevo lá. Enquanto não acho uma solução... vamos levando.
Obrigado pelo carinho de todos, SEMPRE
Acesse - www.diarioleitequente.blogspot.com
Não sei como eu poderia diferenciar o que escrevo (e pretendo) escrever aqui, com o que escrevo lá. Enquanto não acho uma solução... vamos levando.
Obrigado pelo carinho de todos, SEMPRE
Acesse - www.diarioleitequente.blogspot.com
22 setembro 2009
atualizado...
Rááááá Pegadinha do Malandro. Quer ver o que está atualizado mesmo?
Se aventure por aqui: http://www.diarioleitequente.blogspot.com/
Um projeto experimental, que no futuro pretende ser realmente um diário de notícias. Por que não?
Se aventure por aqui: http://www.diarioleitequente.blogspot.com/
Um projeto experimental, que no futuro pretende ser realmente um diário de notícias. Por que não?
18 setembro 2009
dialetos paranaenses...
Veio por e-mail, daquela véia gente boa que me põs no mundo. Te amo véinha...
Alguns dos tópicos nem concordo, mas a maioria mata a pau. É loko de bom... (vai como veio)
Se você falar com naturalidade pelo menos 3 das frases seguintes, é um
legítimo paranaense...
1) 'loko de bão'
2) 'que páia'
3) -Vc veio de carro? - Não, vim andandinho, passeandinho, olhandinho uns bagúios!!!!!!!
4) Se alguém te conta alguma coisa que você desconfia, logo solta um: 'Ade... Capaz?!?
5) No Paraná, não se corta caminho, se 'atora'!
6) 'Tudo esgualepado'; 'fiz uma gambiarra aqui'; 'um xunxo'; 'nossa que xaxo!!!', 'la vai
borduada'
7) Paranaense nato que se preza, já disse: 'Teu cú, burro!!!'
8) Ou já pronunciou 'capaiz home' ou a variação: 'capaiz loco véio'
9)'Ah, mãezinha do fiinho!' - nem precisa explicar né?
10) 'gente do céu!!!!!-'Tira o zóio '
11) Ou o: 'ORNAR'?!
Quantas vezes ouviu do pedreiro: 'Isso aqui não ta ORNANDO muito não, dona!'
12) Palavrões clássicos: lazarento, fiá da mãe, fiá da pulícia, caipóra, animár véio, animár de teta (esta é demais!), jacú, rabudo, e por aí vai!
13)'To q é a capa da gaita ; 'ando meio esgualepado' '... Crêênndios pai...!!!'
14) 'Má q diabo esse tróço'
15) 'Que que tá se abrindo?' (qdo alguém dá risada a toa)
16) 'É pacabá mesmo'
17) 'Ô tongo!!!!'
18) 'Dar com a mão' se referindo a fazer sinal para o onibus.
19) 'Deusolivre'
20) 'Virado no guede' (ate hoje não entendi isso).
21) Paranaense nunca fica na posição de cócoras, fica de cróque, ou acrocado!
21) Falar 'puiz óia, eu...' (quando quer falar alguma coisa)
22) 'Já hoje... ' (que aconteceu há pouco tempo)
23) 'Piorrr que é memo' (ato de confirmar algo)
24) 'Fuja, loco'... 'Sartei de banda'... 'Fala, loco véio'...
25) 'mas é loco de jaguara'
26) 'Aquele lazarento dos inferno'!
27) 'Fulano te qué' (significava que fulano está te chamando)
28) 'pense num troço engraçado'...
29) 'pare de atiçá, pq depois vc carpe o trecho' (atiça = provocá /carpe
o trecho = sair fora)
30) 'Um abraço pro gaiteiro' (coisa ou assunto sem solução/despedida);
31) 'Pra mais de metro': coisa ou assunto muito longo;
32) 'mais firme que palanque em banhado' (coisa ou pessoa com pouca
resistência, sem forças. Também se diz de quem bebeu além da conta);
33) 'lá longe': para explicar que determinado local não fica perto.
Ex.:a farmácia fica lá longe.
34) ' que bom cecesse' (Eles querem dizer: Que bom se fosse.. essa é pacabá ahhahaha)
35) 'aquela biscatinha'
36) 'passe meio di fianco que cabe'
37) 'mais é um disgranhento (desgraçado)
38) 'essa menina fica se fresquiando pro namorado dos otros'
39) 'quanto custa? Dois pila?'
40) 'quedêle'? (ou seja: onde está?)
41) 'voltimeia eu vo lá' (quer dizer que sempre vai...)
42) 'tô cagando e andando...'
43) Me vê um cachorro quente com duas vina ( Vina = Salsicha; deriva do termo alemão 'vinewürst', embutido)
Alguns dos tópicos nem concordo, mas a maioria mata a pau. É loko de bom... (vai como veio)
Se você falar com naturalidade pelo menos 3 das frases seguintes, é um
legítimo paranaense...
1) 'loko de bão'
2) 'que páia'
3) -Vc veio de carro? - Não, vim andandinho, passeandinho, olhandinho uns bagúios!!!!!!!
4) Se alguém te conta alguma coisa que você desconfia, logo solta um: 'Ade... Capaz?!?
5) No Paraná, não se corta caminho, se 'atora'!
6) 'Tudo esgualepado'; 'fiz uma gambiarra aqui'; 'um xunxo'; 'nossa que xaxo!!!', 'la vai
borduada'
7) Paranaense nato que se preza, já disse: 'Teu cú, burro!!!'
8) Ou já pronunciou 'capaiz home' ou a variação: 'capaiz loco véio'
9)'Ah, mãezinha do fiinho!' - nem precisa explicar né?
10) 'gente do céu!!!!!-'Tira o zóio '
11) Ou o: 'ORNAR'?!
Quantas vezes ouviu do pedreiro: 'Isso aqui não ta ORNANDO muito não, dona!'
12) Palavrões clássicos: lazarento, fiá da mãe, fiá da pulícia, caipóra, animár véio, animár de teta (esta é demais!), jacú, rabudo, e por aí vai!
13)'To q é a capa da gaita ; 'ando meio esgualepado' '... Crêênndios pai...!!!'
14) 'Má q diabo esse tróço'
15) 'Que que tá se abrindo?' (qdo alguém dá risada a toa)
16) 'É pacabá mesmo'
17) 'Ô tongo!!!!'
18) 'Dar com a mão' se referindo a fazer sinal para o onibus.
19) 'Deusolivre'
20) 'Virado no guede' (ate hoje não entendi isso).
21) Paranaense nunca fica na posição de cócoras, fica de cróque, ou acrocado!
21) Falar 'puiz óia, eu...' (quando quer falar alguma coisa)
22) 'Já hoje... ' (que aconteceu há pouco tempo)
23) 'Piorrr que é memo' (ato de confirmar algo)
24) 'Fuja, loco'... 'Sartei de banda'... 'Fala, loco véio'...
25) 'mas é loco de jaguara'
26) 'Aquele lazarento dos inferno'!
27) 'Fulano te qué' (significava que fulano está te chamando)
28) 'pense num troço engraçado'...
29) 'pare de atiçá, pq depois vc carpe o trecho' (atiça = provocá /carpe
o trecho = sair fora)
30) 'Um abraço pro gaiteiro' (coisa ou assunto sem solução/despedida);
31) 'Pra mais de metro': coisa ou assunto muito longo;
32) 'mais firme que palanque em banhado' (coisa ou pessoa com pouca
resistência, sem forças. Também se diz de quem bebeu além da conta);
33) 'lá longe': para explicar que determinado local não fica perto.
Ex.:a farmácia fica lá longe.
34) ' que bom cecesse' (Eles querem dizer: Que bom se fosse.. essa é pacabá ahhahaha)
35) 'aquela biscatinha'
36) 'passe meio di fianco que cabe'
37) 'mais é um disgranhento (desgraçado)
38) 'essa menina fica se fresquiando pro namorado dos otros'
39) 'quanto custa? Dois pila?'
40) 'quedêle'? (ou seja: onde está?)
41) 'voltimeia eu vo lá' (quer dizer que sempre vai...)
42) 'tô cagando e andando...'
43) Me vê um cachorro quente com duas vina ( Vina = Salsicha; deriva do termo alemão 'vinewürst', embutido)
11 setembro 2009
engraçado...
15 Atitudes que Acabam com sua Condição de Macho - Machista, mas engraçadissimo. Em me vi em um ou outro item, admito. UI, santa!!!!
1 – Usar cores exóticas:
Você, quando vai comprar uma camisa, ao invés de dizer “me dê aquela marrom clara”, você diz “me dê aquela creme”? Você é viado. Creme, salmão, verde-água, azul-bebê, porra nenhuma. Só existem 7 cores no mundo masculino (e se você pensou nas sete cores do arco-íris, você é um viadinho-mór). Azul, preto, branco, verde, vermelho, amarelo, marrom e só. Valem as derivações, como azul-escuro, verde- escuro… O resto é viadagem. Cinza é preto+branco. Rosa é vermelho+branco. Laranja é vermelho+amarelo. Azul-marinho é igual a preto. Lima é fruta. Vinho é bebida. Roxo é viadagem. E pronto.
2 – Segurar sacolas e sacos plásticos pela alça:
Quando você faz uma compra, segura a sacola pela alça? Sim? Viado!! Segura essa porra de sacola pelo corpo e não pela alcinha, assim como fazem os estivadores, que carregam as cargas pelo corpo, pois essas não têm alcinhas.
3 – Ficar parado na escada rolante esperando chegar no final:
Escada é pra andar, não pra ficar parado. Se a escada é rolante, problema dela. Faça sua parte e ande pra chegar mais rápido ao final. Se está cansado, vá de elevador.
4 – Tomar sucos de frutas misturadas:
“Moço, me dê um suco de laranja com mamão”. Que viadagem é essa? Ou você toma de laranja, ou de mamão. Ou então um depois do outro, mas os dois misturados é viadagem!!
5 – Dizer que gosta de sobremesa:
Você é daqueles que adoram pavê, jojô-cake, casadinho, petit gateou? Viadinho!! Ah! Então mamão papaya batido com licor de cassis? Use pra passar na sua bunda viado de merda!! Homem que é homem não gosta de docinhos. No máximo, depois do almoço, um pedaço de goiabada. E se alguém olhar com cara de desconfiado diga que é pra tirar o gosto da feijoada que você comeu antes.
6 – Não ter cicatrizes no corpo:
Você é um cara que não tem cicatrizes? Que passou toda sua vida ileso, sem um arranhão? Viado!! Homem mesmo cai no chão, se arranha no arame farpado, se queima com fogo, toma porrada e mais porrada, etc… Nada mais do que sinais de virilidade. Sinais de que você não é menino criado em casa de avó com carpete persa e que nunca podia descer ao playground pra jogar bola.
7 – Dizer que vai pra praia pra tomar sol:
Quando você vai à praia diz que vai “pegar um bronzeado”? Viadinho!! Homem não pega sol. O sol é que pega ele. Homem quando vai à praia pra jogar bola, beber com amigos, paquerar, surfar, etc… Bronzear é consequência de estar exposto ao sol. E nem pensar em bloqueador solar, muito menos bronzeador como banana- boat & cia.
8 – Raspar os pêlos do corpo com exceção da barba/bigode:
Que é isso cara? Não acredito que você perde seu tempo se depilando!! Viado!! Homem só pode raspar a barba e o bigode, e de preferência quando forem falhos, pra não parecer ridículo. Raspar o peito, o sovaco, as pernas, não!! Se você se parece com o Tony Ramos, azar o seu. Aceite seu aspecto de urso e mude-se para a Sibéria.
9 – Colocar luzes, alisamento, etc, no cabelo:
Você já fez alguma dessas coisas ou algo parecido com seu cabelo? Sim? Viado!! Cabelo é cabelo e mais nada. Se você tem algum se dê por feliz, porque homem mesmo raramente tem. Todo homem devia ser careca. É da natureza. Agora mudar a cor do cabelo é viadagem, e das grandes. Se quiser pintar o cabelo de louro passe parafina, que é menos viadagem do que colocar luzes.
10- Fazer AERÓBICA
Ginástica localizada? É bom para o corpo? Pô, mas que legal. Legal pra vc, seu Viado!!! Macho só vai à academia pra pegar peso e tarar as mulheres, o resto é viadagem da grande.
11-Sorvetinho no sábado
No sábado você gosta de tomar um sorvetinho enquanto passeia no shopping com sua namorada, não é mesmo?! Então você não passa de um tremendo de um Viado!! Sábado é sinônimo de futebol, de cerveja, de churrasco, e mulher. Macho vai para o shopping com a namorada no domingo, no horário do Faustão. Enquanto ela olha as promoções, você fica tomando chopp na praça de alimentação.
12-Mandar email de correntes
Você gosta de passar umas “correntes”, mensagens de incentivo, mensagens religiosas por e-mail?! Puta que pariu, mas que viadagem é essa?! Niguém lhe ensinou que e-mail só serve pra três coisas? Enviar foto de sacanagem e marcar churrasco com os amigos, e mandar posts do Testosterona pros seus amigos. Só! o resto é coisa de viadinho!!
13 – Beber refrigerante no copo
“Garçom, uma coca-cola e um copo com gelo e limão, por favor!” Afinal, você quer tomar coca ou soda limonada, seu Viado!! E que viadagem é essa de “copo”? Copo um cacete! Tome esta merda na lata mesmo, sua
bicha!! Guaraná com laranja então é homosexualismo puro!!! Além do que você deveria era estar tomando cerveja!!!
14 -Dançar
Sair para dançar: Esta é uma viadagem clássica!! Se você liga pros seus amigos pra fazer uma turma de uns 4 ou 5 casaizinhos pra sair pra dançar você é muito viado!! Sair é, pra encher a cara, olhar mulher gostosa e falar sobre futebol mulher e carro, mais nada. Se você se orgulha de saber dançar bem, vá pra puta que te pariu viado de merda!!
15 -Perfumes
Ter 12 perfumes diferentes na pia do banheiro. Um só !! No máximo um perfume e uma loção pós barba, e barata. Caso contrário é viado!!
fonte: www.topjovem.com.br
1 – Usar cores exóticas:
Você, quando vai comprar uma camisa, ao invés de dizer “me dê aquela marrom clara”, você diz “me dê aquela creme”? Você é viado. Creme, salmão, verde-água, azul-bebê, porra nenhuma. Só existem 7 cores no mundo masculino (e se você pensou nas sete cores do arco-íris, você é um viadinho-mór). Azul, preto, branco, verde, vermelho, amarelo, marrom e só. Valem as derivações, como azul-escuro, verde- escuro… O resto é viadagem. Cinza é preto+branco. Rosa é vermelho+branco. Laranja é vermelho+amarelo. Azul-marinho é igual a preto. Lima é fruta. Vinho é bebida. Roxo é viadagem. E pronto.
2 – Segurar sacolas e sacos plásticos pela alça:
Quando você faz uma compra, segura a sacola pela alça? Sim? Viado!! Segura essa porra de sacola pelo corpo e não pela alcinha, assim como fazem os estivadores, que carregam as cargas pelo corpo, pois essas não têm alcinhas.
3 – Ficar parado na escada rolante esperando chegar no final:
Escada é pra andar, não pra ficar parado. Se a escada é rolante, problema dela. Faça sua parte e ande pra chegar mais rápido ao final. Se está cansado, vá de elevador.
4 – Tomar sucos de frutas misturadas:
“Moço, me dê um suco de laranja com mamão”. Que viadagem é essa? Ou você toma de laranja, ou de mamão. Ou então um depois do outro, mas os dois misturados é viadagem!!
5 – Dizer que gosta de sobremesa:
Você é daqueles que adoram pavê, jojô-cake, casadinho, petit gateou? Viadinho!! Ah! Então mamão papaya batido com licor de cassis? Use pra passar na sua bunda viado de merda!! Homem que é homem não gosta de docinhos. No máximo, depois do almoço, um pedaço de goiabada. E se alguém olhar com cara de desconfiado diga que é pra tirar o gosto da feijoada que você comeu antes.
6 – Não ter cicatrizes no corpo:
Você é um cara que não tem cicatrizes? Que passou toda sua vida ileso, sem um arranhão? Viado!! Homem mesmo cai no chão, se arranha no arame farpado, se queima com fogo, toma porrada e mais porrada, etc… Nada mais do que sinais de virilidade. Sinais de que você não é menino criado em casa de avó com carpete persa e que nunca podia descer ao playground pra jogar bola.
7 – Dizer que vai pra praia pra tomar sol:
Quando você vai à praia diz que vai “pegar um bronzeado”? Viadinho!! Homem não pega sol. O sol é que pega ele. Homem quando vai à praia pra jogar bola, beber com amigos, paquerar, surfar, etc… Bronzear é consequência de estar exposto ao sol. E nem pensar em bloqueador solar, muito menos bronzeador como banana- boat & cia.
8 – Raspar os pêlos do corpo com exceção da barba/bigode:
Que é isso cara? Não acredito que você perde seu tempo se depilando!! Viado!! Homem só pode raspar a barba e o bigode, e de preferência quando forem falhos, pra não parecer ridículo. Raspar o peito, o sovaco, as pernas, não!! Se você se parece com o Tony Ramos, azar o seu. Aceite seu aspecto de urso e mude-se para a Sibéria.
9 – Colocar luzes, alisamento, etc, no cabelo:
Você já fez alguma dessas coisas ou algo parecido com seu cabelo? Sim? Viado!! Cabelo é cabelo e mais nada. Se você tem algum se dê por feliz, porque homem mesmo raramente tem. Todo homem devia ser careca. É da natureza. Agora mudar a cor do cabelo é viadagem, e das grandes. Se quiser pintar o cabelo de louro passe parafina, que é menos viadagem do que colocar luzes.
10- Fazer AERÓBICA
Ginástica localizada? É bom para o corpo? Pô, mas que legal. Legal pra vc, seu Viado!!! Macho só vai à academia pra pegar peso e tarar as mulheres, o resto é viadagem da grande.
11-Sorvetinho no sábado
No sábado você gosta de tomar um sorvetinho enquanto passeia no shopping com sua namorada, não é mesmo?! Então você não passa de um tremendo de um Viado!! Sábado é sinônimo de futebol, de cerveja, de churrasco, e mulher. Macho vai para o shopping com a namorada no domingo, no horário do Faustão. Enquanto ela olha as promoções, você fica tomando chopp na praça de alimentação.
12-Mandar email de correntes
Você gosta de passar umas “correntes”, mensagens de incentivo, mensagens religiosas por e-mail?! Puta que pariu, mas que viadagem é essa?! Niguém lhe ensinou que e-mail só serve pra três coisas? Enviar foto de sacanagem e marcar churrasco com os amigos, e mandar posts do Testosterona pros seus amigos. Só! o resto é coisa de viadinho!!
13 – Beber refrigerante no copo
“Garçom, uma coca-cola e um copo com gelo e limão, por favor!” Afinal, você quer tomar coca ou soda limonada, seu Viado!! E que viadagem é essa de “copo”? Copo um cacete! Tome esta merda na lata mesmo, sua
bicha!! Guaraná com laranja então é homosexualismo puro!!! Além do que você deveria era estar tomando cerveja!!!
14 -Dançar
Sair para dançar: Esta é uma viadagem clássica!! Se você liga pros seus amigos pra fazer uma turma de uns 4 ou 5 casaizinhos pra sair pra dançar você é muito viado!! Sair é, pra encher a cara, olhar mulher gostosa e falar sobre futebol mulher e carro, mais nada. Se você se orgulha de saber dançar bem, vá pra puta que te pariu viado de merda!!
15 -Perfumes
Ter 12 perfumes diferentes na pia do banheiro. Um só !! No máximo um perfume e uma loção pós barba, e barata. Caso contrário é viado!!
fonte: www.topjovem.com.br
12 agosto 2009
06 agosto 2009
vivendo a gripe...
Sem sacanagem. Podem me criticar, se assim preferirem. Mas acho esse lance todo de gripe suína uma grande babaquice. Se voce tem algum parente querido que morreu, sinto muito. Muito mesmo. Mas morre gente todo dia e ninguém não dá nem pelota para isso.
A melhor que vi nessa onda toda de gripe foi aquela. Morreram meia dúzia de gripe no mês e todo mundo já quer colocar máscara. Morrem meia dúzia por hora de Aids e neguinho não encapa o malandrão.
Reclamam que a mídia esconde coisas sobre a gripe, mas pera aí. É por causa dessa mesma mídia - e de uma série de outros interessados - que todos se tornaram paranóicos. Eu queria ser dono do "Da ilha"... besteira essa onde de lavar as mãos a cada cinco minutos. Quer dizer que todos assumem que eram porcos e que não tinham o hábito de lavar mas mãos antes da gripe? Porcos... porcos e hipócritas.
Já ouvi gente falando - e não era bricandeira não - que nem cumprimenta mais as pessoas com medo de pegar a gripe. HA HA HA. Se curitibano já tem a fama de antipático - que, alíás, acho essa história ridícula também - agora ferrou tudo.
Hoje encontrei uma grande amiga na rua. Eu no carro, ela na calçada. Num impulso impensado em tempos de gripe ela se jogou de cabeça literalmente dentro da janela do carro e me beijou. Um carinho que causaria revolta hoje em dia. Reitrbui e trocamos mais essa carinho na hora da despedida (carinho de amigos viu, povo malicioso). Não peguei gripe... ainda? Capaz...
E tem outra janela aberta é outra paranóia. To vendo gente pegar resfriado porque encana um vento desgraçado na redação da Gazeta. Não, gripe, mas resfriado mesmo. Francamente...
As pessoas sempre acham motivos para deixar de viver e aproveitar a vida. Se fechar com medo de um gripe é só mais um capítulo dessa história. Eu vivo...
A melhor que vi nessa onda toda de gripe foi aquela. Morreram meia dúzia de gripe no mês e todo mundo já quer colocar máscara. Morrem meia dúzia por hora de Aids e neguinho não encapa o malandrão.
Reclamam que a mídia esconde coisas sobre a gripe, mas pera aí. É por causa dessa mesma mídia - e de uma série de outros interessados - que todos se tornaram paranóicos. Eu queria ser dono do "Da ilha"... besteira essa onde de lavar as mãos a cada cinco minutos. Quer dizer que todos assumem que eram porcos e que não tinham o hábito de lavar mas mãos antes da gripe? Porcos... porcos e hipócritas.
Já ouvi gente falando - e não era bricandeira não - que nem cumprimenta mais as pessoas com medo de pegar a gripe. HA HA HA. Se curitibano já tem a fama de antipático - que, alíás, acho essa história ridícula também - agora ferrou tudo.
Hoje encontrei uma grande amiga na rua. Eu no carro, ela na calçada. Num impulso impensado em tempos de gripe ela se jogou de cabeça literalmente dentro da janela do carro e me beijou. Um carinho que causaria revolta hoje em dia. Reitrbui e trocamos mais essa carinho na hora da despedida (carinho de amigos viu, povo malicioso). Não peguei gripe... ainda? Capaz...
E tem outra janela aberta é outra paranóia. To vendo gente pegar resfriado porque encana um vento desgraçado na redação da Gazeta. Não, gripe, mas resfriado mesmo. Francamente...
As pessoas sempre acham motivos para deixar de viver e aproveitar a vida. Se fechar com medo de um gripe é só mais um capítulo dessa história. Eu vivo...
27 julho 2009
o fantasma voltou...
Amigos, hoje cá estou por um motivo especial. Qual? Se esforcem um pouco e cliquem no link abaixo para curtir um pouco da minah emoção. Viva o Fantasma...
xxxx
No dia de Nossa Senhora de Sant’ana, padroeira de Ponta Grossa, o Operário Ferroviário reconquistou seu lugar na elite do futebol paranaense. Precisando de apenas um ponto para conseguir a volta à Série Ouro, o time de Vila Oficinas jogou apenas para o gasto contra a Portuguesa Londrinense e empatou em 0 a 0. Resultado mais do que suficiente para fazer o apaixonado torcedor, que lotou as arquibancadas do estádio Germano Krüger mesmo debaixo de muita chuva, desengasgar, soltar o grito e comemorar a classificação.
“Foi muito bonito. É uma vitória que estava entalada na garganta do torcedor há 15 anos. Foi demais mesmo”, disse o técnico Norberto Lemos, por telefone, à Gazeta do Povo. “Todos levam essa conquista como um desabafo. Estamos há quatro jogos sem levar gols e os resultados que tivemos fora de casa foram fundamentais. Foi uma guerra hoje, com campo molhado e estádio cheio. Teve gente que ficou para fora, pois não tinha mais lugar”, completou.
CLIQUE AQUI e Leia matéria completa
xxxx
No dia de Nossa Senhora de Sant’ana, padroeira de Ponta Grossa, o Operário Ferroviário reconquistou seu lugar na elite do futebol paranaense. Precisando de apenas um ponto para conseguir a volta à Série Ouro, o time de Vila Oficinas jogou apenas para o gasto contra a Portuguesa Londrinense e empatou em 0 a 0. Resultado mais do que suficiente para fazer o apaixonado torcedor, que lotou as arquibancadas do estádio Germano Krüger mesmo debaixo de muita chuva, desengasgar, soltar o grito e comemorar a classificação.
“Foi muito bonito. É uma vitória que estava entalada na garganta do torcedor há 15 anos. Foi demais mesmo”, disse o técnico Norberto Lemos, por telefone, à Gazeta do Povo. “Todos levam essa conquista como um desabafo. Estamos há quatro jogos sem levar gols e os resultados que tivemos fora de casa foram fundamentais. Foi uma guerra hoje, com campo molhado e estádio cheio. Teve gente que ficou para fora, pois não tinha mais lugar”, completou.
CLIQUE AQUI e Leia matéria completa
13 julho 2009
ele é o cara...
O blogueiro que sempre que fica ausente de seu blog e vem com um texto pedindo desculpas, não é blogueiro. Eu tenho vontade de ser. Quem sabe eu até consiga um dia, mudando algumas rotinas e me tornando um cara mais organizado, mais comprometido até. E, principalmente, MENOS PREGUIÇOSO.
De qualquer forma, cá estou. Aos poucos que me seguem, agradeço o carinho de sempre. Aos visitantes de ocasião, sejam bem vindos.
.....
Darei a vocês um pequeno pitaco sobre o mega show do Rei, gravado semana passada no Maracanã. Por uma infelicidade profissional (leia-se fazer um jogo do Paraná, horrível, às 21h de sábado, com o meu tricolor tomando cinco côcos do Atlético Goianiense), acabei perdendo parte do show do Rei. Minha tristeza, obviamnte, não para aí. Eu queria estar lá, no meio daquela renca de gente, testemunhando este momento épico.
Consegui pegar boa parte do show, Ver e ouvir canções pouco cantadas pelo rei em seus shows foi muito emocionante. Assisti a uma parte do espetaculo, tendo que me dividir entre a repercussão do jogo e a TV. Quando não dava uma mirada no vídeo, ouvia o Rei encantando. O momento mais emocionante,. que me fisgou mesmo e me encheu os olhos de lágrimas, foi o momento em que o Rei chamou o tremendão Erasmo Carlos ao palco. A amizade dos dois, regadas às erasmisses, é tocante. Se não estivesse na labuta, eu teria chorado. Arrepiado dos pés à cabeça.
Espero, MUITO ansioso, por esse show em DVD e pelo show dele aqui em Curitiba. Farei um empréstimo, se for preciso. Mas VOU AO SHOW, doa a quem doer. Não perco por nada.
Fica o convite... VAMOS????
.
De qualquer forma, cá estou. Aos poucos que me seguem, agradeço o carinho de sempre. Aos visitantes de ocasião, sejam bem vindos.
.....
Darei a vocês um pequeno pitaco sobre o mega show do Rei, gravado semana passada no Maracanã. Por uma infelicidade profissional (leia-se fazer um jogo do Paraná, horrível, às 21h de sábado, com o meu tricolor tomando cinco côcos do Atlético Goianiense), acabei perdendo parte do show do Rei. Minha tristeza, obviamnte, não para aí. Eu queria estar lá, no meio daquela renca de gente, testemunhando este momento épico.
Consegui pegar boa parte do show, Ver e ouvir canções pouco cantadas pelo rei em seus shows foi muito emocionante. Assisti a uma parte do espetaculo, tendo que me dividir entre a repercussão do jogo e a TV. Quando não dava uma mirada no vídeo, ouvia o Rei encantando. O momento mais emocionante,. que me fisgou mesmo e me encheu os olhos de lágrimas, foi o momento em que o Rei chamou o tremendão Erasmo Carlos ao palco. A amizade dos dois, regadas às erasmisses, é tocante. Se não estivesse na labuta, eu teria chorado. Arrepiado dos pés à cabeça.
Espero, MUITO ansioso, por esse show em DVD e pelo show dele aqui em Curitiba. Farei um empréstimo, se for preciso. Mas VOU AO SHOW, doa a quem doer. Não perco por nada.
Fica o convite... VAMOS????
.
02 julho 2009
confiança...
Isso que é confiança. Madrugada em Curitiba, cruzamento entra a Riachuelo com a Barão do Cerro Azul, em frente a Escola Estadual Tiradentes (local onde passei anos excelentes da 5ª até a 8ª série. Chove, faz frio. O vidro do carro, como sempre embaçado. Papo bom, mas fora de hora. Odeio falar de futebol fora do trabalho.
No cruzamento, o senhor simpático que dirige o taxi e defende o seu Atlético Paranaense com toda a força, entre um xingão para o Rafael Moura e um elogio para o Wallyson, sem cerimônia dispara, já no meio do cruzamento, sem chances de mudar a rota: "Vai alí meu filho, não estou vendo nada!"
:0
Emoção né? Quem precisa de Montanha Russa?
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No cruzamento, o senhor simpático que dirige o taxi e defende o seu Atlético Paranaense com toda a força, entre um xingão para o Rafael Moura e um elogio para o Wallyson, sem cerimônia dispara, já no meio do cruzamento, sem chances de mudar a rota: "Vai alí meu filho, não estou vendo nada!"
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Emoção né? Quem precisa de Montanha Russa?
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25 junho 2009
diva caymmi...
Sou um cara esquisito. Confesso, sem muita vergonha. Já disse aqui, por vezes, que uma das minhas qualidades (daquelas que você consegue exaltar de si próprio) é o gosto musical eclético. Uma olhadela rápida ali nos arquivos mostra que já falei aqui sobre os mais variados estilos, desde o sempre presente sertanejo, do caipira, do rock, do pop, da MP, da bossa nova, do samba.
E não falei deles por querer manter um rótulo de "cara com a mente aberta". Falo porque gosto, porque escuto mesmo. Por que no meu porta cds e nos meus arquivos (cabe ressaltar que tenho um arquivo herdado da falecida rádio Independência, então calculem o tanto de músicas) todos os estilos. Não sei o que seria da minha vida sem música.
Me acompanha desde que acordo, até a hora em que vou dormir. No carro, em casa, até no banheiro (graças a um mimo importado dado por mamãe. O rádio vai até para o banho comigo). Enfim... eu sou musical.
Posto abaixo, para deleite daqueles "mentes abertas" que também gostam de música, o vídeo com a apresentação da diva Nana Caymmi, no especial "Elas Cantam Roberto". Coisa linda... de se emocionar. Ela foi a melhor canção composta por Dorival Caymmi.
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E não falei deles por querer manter um rótulo de "cara com a mente aberta". Falo porque gosto, porque escuto mesmo. Por que no meu porta cds e nos meus arquivos (cabe ressaltar que tenho um arquivo herdado da falecida rádio Independência, então calculem o tanto de músicas) todos os estilos. Não sei o que seria da minha vida sem música.
Me acompanha desde que acordo, até a hora em que vou dormir. No carro, em casa, até no banheiro (graças a um mimo importado dado por mamãe. O rádio vai até para o banho comigo). Enfim... eu sou musical.
Posto abaixo, para deleite daqueles "mentes abertas" que também gostam de música, o vídeo com a apresentação da diva Nana Caymmi, no especial "Elas Cantam Roberto". Coisa linda... de se emocionar. Ela foi a melhor canção composta por Dorival Caymmi.
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19 junho 2009
jornalistas...
Desculpem-me. Eu sei que cada um tem os seus problemas, mas sinceramente é um absurdo revogarem a obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista. É evidente que tem gente que sabe escrever sem precisar ir para a faculdade, mas é ridículo OFICIALIZAR a banalização do profissional de comunicação. A troco de que inventaram essa agora?
Só passa pela minha cabeça privilegiar parentes e amigos de políticos... oficializar o abuso dos baixos salários. Agora vão inventar de pagar 500 reais para um cara escrever no lugar de um jornalista devidamente diplomado, por uma jornada de trabalho bem superior a antiga.
Não é fácil lidar com a responsabilidade de formar opiniões meus amigos e sei que isso não se aprende na faculdade. Mas deixar de exigir o diploma é uma afronta à essa classe que tanto contribuiu para que o país deixase de ser um mar de corrupão.
Uma classe marginalizada. Que é espizinhada se publica uma nota errada, com uma vírugula errada ou com um acento faltando. Mas que quando desmonta uma tramóia, revela uma corrupção e aponta escândalos, nunca é lembrado. Que jornalista teve fama e reconhecimento por seus feitos. Muito poucos ou quase nada.
Agora, nem classe é. Nem profissão é. Qualquer um pode ser jornalista, mas poucos são ou serão JORNALISTAS.
Só passa pela minha cabeça privilegiar parentes e amigos de políticos... oficializar o abuso dos baixos salários. Agora vão inventar de pagar 500 reais para um cara escrever no lugar de um jornalista devidamente diplomado, por uma jornada de trabalho bem superior a antiga.
Não é fácil lidar com a responsabilidade de formar opiniões meus amigos e sei que isso não se aprende na faculdade. Mas deixar de exigir o diploma é uma afronta à essa classe que tanto contribuiu para que o país deixase de ser um mar de corrupão.
Uma classe marginalizada. Que é espizinhada se publica uma nota errada, com uma vírugula errada ou com um acento faltando. Mas que quando desmonta uma tramóia, revela uma corrupção e aponta escândalos, nunca é lembrado. Que jornalista teve fama e reconhecimento por seus feitos. Muito poucos ou quase nada.
Agora, nem classe é. Nem profissão é. Qualquer um pode ser jornalista, mas poucos são ou serão JORNALISTAS.
15 junho 2009
até quando???
Há 27 anos frequento o litoral paranaense. Como bom bairrista que sou, sempre defendi as "coisas do Paraná" acima de tudo. Tenho orgulho do meu estado (da minha cidade) e me dói quando alguém fala mal de um deles. Apesar de conhecer de perto as belezes do litoral vizinho (Santa Catarina), não abro mão das nossas praias. Por "n" fatores (inclusive o financeiro, é claro).
Durante pelo menos 17 destes 27 anos (tempo em que já tinha o discernimento das coisas) percebo o completo e total descaso de todos os poderes com o nosso litoral. Vi inúmeros políticos se elegerem as custas de prometidas reformas e revitalizações que nunca aconteceram. Vi milheres de toneladas de areia (que representam outros milhões de REAIS) serem literalmente despejados no mar para as famosas engordas, que no final das contas nunca adiantaram "lhufas".
Já debati sobre várias idéias com parentes e amigos, tentando buscar uma solução para as constantes ressacas e praias diminutas de matinhos. Desde a construção de barreiras de concreto para quebrar as ondas, engordamento radical da praia, até a destruição de todos os imóveis da orla, muitos construídos ilegalmente, em áreas onde não seria permitido construções.
Da mesma forma e com a mesma intensidade, vi diversas propostas para transformar nosso litoral em algo atrativo fora de temporada. Eventos, feiras, shows. Vida fora da temporada. É possível e todos nós sabemos, mas interessa aos "peixões"? Até quando dividiremos espaço nas águas de Matinhos com os clorifórmios fecais? Com o lixo? com pedras, paus e pedaços de arames das barreiras de contenção se enroscando nos seus pés?
Cansei de ver o mar invadindo o calçadão de Matinhos. Cansei de ver o vandalismo de um povo pequeno, que quando o mar não destrói, se encarrega de fazê-lo. Cansei de ver os governantes de matinhos privilegiando os mais ricos, deixando a orla de Caiobá mais bonita, esquecendo os pobres do Sertãozinho, do Tabuleiro e da Matinhos dos pescadores. Cansei e diante dessas imagens, pergunto...
ATÉ QUANDO?
Durante pelo menos 17 destes 27 anos (tempo em que já tinha o discernimento das coisas) percebo o completo e total descaso de todos os poderes com o nosso litoral. Vi inúmeros políticos se elegerem as custas de prometidas reformas e revitalizações que nunca aconteceram. Vi milheres de toneladas de areia (que representam outros milhões de REAIS) serem literalmente despejados no mar para as famosas engordas, que no final das contas nunca adiantaram "lhufas".
Já debati sobre várias idéias com parentes e amigos, tentando buscar uma solução para as constantes ressacas e praias diminutas de matinhos. Desde a construção de barreiras de concreto para quebrar as ondas, engordamento radical da praia, até a destruição de todos os imóveis da orla, muitos construídos ilegalmente, em áreas onde não seria permitido construções.
Da mesma forma e com a mesma intensidade, vi diversas propostas para transformar nosso litoral em algo atrativo fora de temporada. Eventos, feiras, shows. Vida fora da temporada. É possível e todos nós sabemos, mas interessa aos "peixões"? Até quando dividiremos espaço nas águas de Matinhos com os clorifórmios fecais? Com o lixo? com pedras, paus e pedaços de arames das barreiras de contenção se enroscando nos seus pés?
Cansei de ver o mar invadindo o calçadão de Matinhos. Cansei de ver o vandalismo de um povo pequeno, que quando o mar não destrói, se encarrega de fazê-lo. Cansei de ver os governantes de matinhos privilegiando os mais ricos, deixando a orla de Caiobá mais bonita, esquecendo os pobres do Sertãozinho, do Tabuleiro e da Matinhos dos pescadores. Cansei e diante dessas imagens, pergunto...
ATÉ QUANDO?
09 junho 2009
curtinhas...
- Como permitem uma loja do tamanho da Marisa, no centro de Curitiba, não ter banheiros para clientes. Pior. PErguntei para a atendente: "Vocês tem banheiros?" Ela respondeu: "Só para funcionários". Repliquei: "Ah tá, eu não faço xixi?" Ela respondeu: ".....", me olhando com cara de tacho. Isso é o cúmulo. Todo tipo de comércio, serviços, deveria ser obrigado a ter o mínimo de infraestrutura. Deu vontade de ir a um provador e mijar no cantinho... vou te contar, viu?
- Cena do trânsito curitibano, que caminha a passos largos para o caos. As mulheres, não sei porque (oh Deus, me explique porque) não dão a vez no trânsito. São capazes de acelerar, só para não ser gentil. Nunca vi. Hoje, na XV, uma mulher tentava pedir para uma senhora esperar que uma Kombi da sua loja tentava sair. A motorista olhava para o horizonte, fingindo não perceber. A moça fez gestos, assobiou e por fim gritou. A dona virou para ela com uma cara de raiva e acelerou, fechando o último espaço existente na rua.
Ah... a comerciante não teve dúvidas e com toda a boa educação que recebeu, disparou: "Oh sua feia!!!". Eu me parti de rir, arrancando risos do motorista da referida Kombi. A dona saiu cantando os oneus e quase morreu com o carro, afinal, machismo à parte, mulher não sabe cantar pneu (hehehe).
- Cena do trânsito curitibano, que caminha a passos largos para o caos. As mulheres, não sei porque (oh Deus, me explique porque) não dão a vez no trânsito. São capazes de acelerar, só para não ser gentil. Nunca vi. Hoje, na XV, uma mulher tentava pedir para uma senhora esperar que uma Kombi da sua loja tentava sair. A motorista olhava para o horizonte, fingindo não perceber. A moça fez gestos, assobiou e por fim gritou. A dona virou para ela com uma cara de raiva e acelerou, fechando o último espaço existente na rua.
Ah... a comerciante não teve dúvidas e com toda a boa educação que recebeu, disparou: "Oh sua feia!!!". Eu me parti de rir, arrancando risos do motorista da referida Kombi. A dona saiu cantando os oneus e quase morreu com o carro, afinal, machismo à parte, mulher não sabe cantar pneu (hehehe).
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