29 fevereiro 2008

para quem fica o osso...

Não morro de amores pelo Beto Richa - aliás, só votei nele no segundo turno (no primeiro fui com o Rubens Bueno - mas é inegável que ele foi "macho" ao transformar a cidade num canteiro de obras. Apesar do termo canteiro de obras ser usado justamente por políticos para qualificar suas ações, foi bem nisso que a cidade se transformou.

A Linha Verde não foi uma idéia do Beto e nem o dinheiro foi liberado em sua gestão, mas foi ele que teve peito de foder com o trânsito da br-166 (476 se preferirem) por um tempo para que as coisas fluam melhor mais para frente. Passar no trecho urbano da 116 continua complicado nos horários de pico, mas temo em dizer que antes os engarrafamentos eram os mesmos, mas nada era feito.

O Centro de uritiba está realmente um caos, mas quando nos últimos anos não foi? Sei lá. Não quero parecer panfletário - já que nem sei em quem acreditar e votar nas próximas eleições (acreditar? acho que em nenhum), mas reconheço tudo o que é feito, sem orgulho ou revanchismo.

Apesar de achar que o Beto leva fácil, vai ser uma briga interessante. Gleisi posando de boa dona de casa, Greca abrançando os faróis do saber, o Moreira - reitor da UFPR - se sair, o Fábi0 Camargo com seu sorrisão de "smille" e companhias de índole duvidosa. Os nanicos do PSTU, PCB, etc... divertido. Será que o Onaireves Moura vai tentar? E o Jamil NaKad?

Só acho que o próximo prefeito deve terminar essas obras (importantes, repito) e focar em outros alvos. O Esporte da nossa cidade está largado. A saúde melhorou, mais ainda precisa de MAIS. Educação, segurança (apesar de não ser responsa do município). MUito pode ser feito... e PRECISA ser feito. Vamos esperar que o "show" das campanhas começe...

Abraço para todos. E segue o baile...

20 fevereiro 2008

pós, pós quarta de cinzas...

Queria ter postado este texto na época do Carnaval, mas vá lá. Antes de colocar para vocês relembrarem uma letra que deveria ter sido a campeã do Carnaval de 1995, gostaria de lembrar uma figura que merecia melhior reconhecimento no carnaval carioca. Não que o que eu vá escrever mude o rumo da história do mundo, entorte o eixo da terra, suba o preço do dólar ou ou atinja o coração dos leitores.

Só vou escrever para um dia, se eu estiver certo, vir aqui e gritar: "VIRAM, EU ESTAVA CERTO". Assim como eu ainda espero que um cara surja e mude os rumos das novelas do Brasil (com histórias que não terminem com casamentos, gravidez e o vilão fudido), eu esperava alguém que revolucionasse o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Sim, eu assisto os desfiles. E pior, eu GOSTO. Emfim... tem um caboclo chamado Paulo Barros que está tentando mudar as coisas nos desfiles. Foi ele quem inventou as alegorias humanas, com aqueles carros forrados de gente que fazem movimentos belos e contagiantes.

Ele -assim como o revolucionário, hoje gagá, Joãozinho Trinta - fBarros é um carnavalesco que fez muita boa e bonita nos últimos anos. Nesta temporada foi até censurado pela igreja (que não faz muita coisa que preste e ainda enche o saco). Foi a escola dele (A Viradouro) que levou aquele Bebê extremamente realista neste ano. Bem, o cara é fera e já merece um título de reconhecimento. Pronto, falei.

Segue agora a letra do samba-enredo "Paraná; Esse estado leva a sério o meu país", da Unidos da Ponte.

Fonte da minha inspiração (me leva)
A suave brisa me embala
A natureza, a riqueza dos teus grãos (Paraná)
É jóia rara
Voa gralha azul!
Semeia o pinhão
Os imigrantes fecundaram esse chão
Rainha das flores, musa dos amores
Curitiba, eu te quero muito mais!... (bis)

Tem fandango no samba
Barreado e chimarrão (bis)
Tem porco no rolete, "é do cacete"
É muito bom

Eu vou sambar, a muamba vai passar
Mas esse estado leva a sério o meu Brasil (Brasil, Brasil)
Lindas casas de madeira
De um povo hospitaleiro e tão gentil
Cataratas do Iguaçu
Beleza que fascina os corações

Rua das Flores, o teatro transparente
Delírio de grandes emoções
Gira carrapeta
Muita água vai rolar (bis)
A Boca Maldita falou
Força vem do Paraná

10 fevereiro 2008

adeus Juquinha...

Voces vejam como são as coisas. Eu tava me enrolando para postar as fotos que virão a seguir, sem motivo aparente. Talvez para guardar para um momento especial e acho que esse momento chegou. Estas fotos eu tirei na minha última viagem à Prudentópolis, aquela cidade acolhedora e bela onde nasceu minha amada Daniele.

Esse local é o famoso Bar do Paulinho, que por um acaso é o progenitor da minha amada. Tirei algumas fotos sem compromisso, apenas para registrar o local e suas peculiaridades, afinal adoro o jeito simples e acolhedor do Boteco. Em duas das fotos que vou postar, aparece um senhor franzino, com uma avantajada barriga de cerveja e alguns curativos pelo corpo. A história do seo Juquinha eu não conheço, mas sei que esse foi o íltimo registro fotográfico dele (talvez dos últimos anos).

Nesta semana o seo Juquinha morreu e o Bar do Paulinho ficou mais triste. Aqui vai a minha homenagem ao agora saudoso Juquinha.


O bar do Paulinho


Seo Paulinho mostra seu cantinho palmeirense cheio de orgulho


Aviso dita regra principal do Bar do Paulinho


Ovo de codorna e vina em conserva: combustível sem igual


Juquinha faz sua primeira aparição


Amigos marcam presença todos os dias
Juquinha aponta o céu, o próximo destino
Salames caseiros: iguaria sem igual

Juquinha nas sombras, na luz e na alma do Bar do Paulinho

01 fevereiro 2008

como você pôde...

Essa foi uma indicação da minha irmázinha Ariana ("a mulher", segundo Vinicius de Moraes). Segundo ela a musica náo lhe saiu da cabeça a semana toda. Depois de uma rápida olhada no link do youtube que ela me mandou, concordei e confirmei o quão grudenta é a moda.

Cliquem aqui e prestigiem essa poesia. Depois se perguntem: "Como que cê pôde abandoná eu?"

Abraços e beijos. Bom carnaval.

29 janeiro 2008

essa é boa...

Putz. .. e essa do Romanelli?

O que, vocês não estão sabendo? Então antes de continuar a ler esse post, CLIQUE AQUI e leia a matéria do meu amigo e competentíssimo jornalista Karlos Kohlbach.

O deputado Luiz Claudio Romanelli decidiu tocar o foda-se e "passou batido" por três praças de pedágio no último fim de semana. Isso mesmo, o homem deu um migué e passou sem pagar por três praças de Carambeí até Curitiba. Segundo o distinto deputado, ele é contra o pagamento e decidiu protestar dessa forma.

Mal (ou bem) sabe ele que isso é uma infração de trânsito e rende multa de R$ 127 e pouco, além de 5 pontos na carteira. Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, ele sabe muito bem disso, afinal tem mais de R$ 1 mil em multas não pagas registradas no carro que dirigia quando furou os pedágios.

Para piorar ainda mais a situação, o homem confirmou ao meu amigo Karlos - também disse o mesmo na TV - que todos os paranaenses devem fazer o mesmo. PIOR (como se pudesse) ensinou como "burlar" a cancela dos pedágios. Podíamos esperar isso de um governante eleito pelo povo? Por nós? (Nós o cacete, pois não votei nesse senhor).

Por favor... tá duro de aguentar algumas barbaridades destes políticos. Sou contra a cobrança abusiva de pedágios, mas nem por isso vou sair por aí furando cancelas. Já desci pela Graciosa e usei o desvio que tinha na BR 277 para não pagar tarifa, mas não cheguei a esse ponto.

Acho a cobrança de pedágio justa, desde que o preço seja compatível com as obras feitas. Sou a favor do pedágio de manutenção, afinal nenhuma obra de grande monta foi feita nas estradas do Paraná. Mas, a herança deixada pelo Lerner ainda está longe de acabar. O duro é ter que aguentar mais 10 anos desse absurdo.

23 janeiro 2008

justiça...

Só para suitar o assunto, a Fundação Cultural do Paraná percebeu o "crime" que estava para cometer e conviou o Melo a reabrir sua banca na galeria Julio Moreira. Acho que é uma vitória para todos, até para os que nada tem a ver com isso e nem se importam com a notícia. No futuro o mundo para estes pode ser igualmente melhor. Exagerei dizendo que o mundo vai melhorar porque o Melo vai voltar para a galeria? Deixa eu então...

Agora o Melo pode até se dar ao luxo de recusar o convite, mas os humildes prosperam e como eu sempre faço questão de dizer, orgulho é uma BOSTA.

Segue link para mais um post (e uma vitória) do amigo Luiz Cláudio Soares, vulgo Lobão

18 janeiro 2008

é a vida...

As vezes fico pensando se vale realmente a pena nos dedicarmos tanto em nossas vidas pessoais e profissionais. Porque faço essa colocação? Porque nem uma nem duas vezes me vi desamparado por pessoas e/ou empresas que não souberam dar o devido valor a minha dedicação como empregado ou amigo.

Sabe quando você veste a camisa e se doa? Então... as vezes recebemos um belo pé na bunda ou uma “facada” nas costas. No momento, graças a Deus, não estou vivendo uma situação assim (não que eu saiba). Mas cito um post do blog Sobretudo, do meu companheiro e editor Luiz Cláudio Soares (o Lobão) que narra a situação vivida por um comerciante do Largo da Ordem. Vale a pena prestigiar.

Clique aqui conheça o caso da Banca do Melo

11 janeiro 2008

ser humano...

O ser humano é engraçado. Por vezes não demonstra qualquer tipo de emoção e sensibilidade diante de fatos revoltantes e atrocidades doídas para os olhos, mas em outros momentos é pura emoção e doação para “coisas” que não sensibilizam a muitos, mas que arrebatam a tantos outros. Talvez por isso sejamos animais tão fascinantes.

Um velho estadunidense morreu de um tumor cerebral sem nunca ter realizado seu maior sonhos: assistir a um jogo de futebol (o deles, não o nosso) do time do coração. Eu sempre digo que só o futebol (o nosso, não o deles) é capaz de mexer tanto assim com um ser humano, mas nesse caso usemos o esporte para comentar essa notícia.

Como é possível desenvolver um sentimento tão forte - mais forte as vezes que o sentimento por um familiar ou coisa parecida - por um time, uma bandeira ou uma instituição? Ainda mais se você nunca chegou a vê-los ao vivo?

Aconteceu isso nos Estados Unidos. Richard Desrosiers morreu e como ultimo pedido desejou assistir um jogo do seu time, o Steeles da Pensivânia, no estádio Heinz Field, mesmo depois de morto. Morador de New Hampshire, estado vizinho, Richard contou com o ilimitado amor de sua esposa, Kathleen - que o acompanhou por quase 4 décadas – para realizar essa sonho. Ela foi até a praça esportiva do Steelers e com uma urna com parte das cinzas do marido acompanhou o jogo.

O placar da partida pouco importou, mas o gesto da esposa e a força do esporte deram mais algumas provas de que o ser humano é vulnerável a o mais belo dos sentimentos... o Amor.

Segue o link da matéria. O portal G1 classificou o assunto na editoria BIZARRO. Eu colocaria na editoria HUMANO.

02 janeiro 2008

esclarecimentos...

Amigos... primeira postagem o ano.

Hoje estava passeando pelo meu blog quando notei 4 comentarios no texto "Mulher Maraviiiiiillhhhhaaa". Para quem não leu o texto (e pode fazê-lo aqui) eu cito um fato ocorrido em Curitiba no dia 20 de novembro sobre uma mulher que ameaçou se jogar de um prédio na avenida Marechal Deodoro, centro da cidade.

Ninguém havia comentado esse post, que passou teoricamente desapercebido até dias antes do natal, quando segundo alguns dos meu leitores comentou que a mulher voltou ao mesmo local e realmente se jogou do prédio. Um dos comentário, incusive, me classifica de leviano ao tratar do assunto, já que chamei suicidas de covardes (opinião única e exclusivamente minha e que tenho direito de tornar pública para quem quiser ler).

Minha idéia ao abordar o fato foi tratar justamente da curiosidade mórbida que as pessoas (simples, comuns - eu inclusive) de testemunhar um fato como esse. Aprovetei e dei a minha opinião de "comunicador" sobre o suicidio (citei o problema da depressão inclusive). Trascrevi histórias que ouvi das pessoas que acompanhavam o fato e não inventei nada.

Acredito que não precisava escrever esse texto, já que acredito que para a maioria minhas idías foram expressas com clareza, mas se alguém (da familia ou conhecido) se sentiu ofendido, respeito vossa dor e peço desculpas.

Sem mais.... segue o baile da vida. Que 2008 seja alegre e BEM VIVO para todos vocês.

26 dezembro 2007

salware na ativa...

Passado mais um Natal (comemorado por mim, minha amada e seus familiares na acolhedora Prudentópolis), cá estou. Hoje li uma matéria muito bacana. Não por qualquer tipo de qualidade textual inovadora e criativa, mas sim pelo relato de informações nela constada.

A matéria diz respeito a fábrica de chocolates Salware, que tem fortes ligações com o meu estado do Paraná - apesar de ter nascido em terras barrigas-verde. A tradicional marca voltará com tudo ao mercado de chocolates após ter sido dada como falida e fechado as portas em 2006. Um grupo de empresários acreditou no potencial e na tradição da marca e resgatou o nome Salware (que também possui a marca Castor, de coberturas).

Agora com razão social Chocolates Gralha Azul (mais um ponto no meu conceito, já que homenageia a nossa tão querida ave paranaense) a empresa planeja expandir seu mercado em 2008 com a produção de ovos de páscoa especiais. 2007 está fechando com um lucro de 5$ milhões, exatamente o dinheiro gasto para reabri-la (claro que isso aidna não representa retorno de investimentos, mas é um excelente passo).

Fiquei muito feliz com a notícia e no mesmo instante lembrei de uma passagem bacana. Ainda não postei nada sobre isso aqui, mas o farei em breve, mas dia desses fui no programa de TV da Rosemiriam, o tradicional Mercadão do Automóvel. Realizado no PInheirão desde que me conheço por gente, o programa é pioneiro na venda de carros pela TV. Num passado distante muita gente (crianças, eu pelo menos) queriam participar do programa só para ganhar como brinde uma barra de chocolates da Salware. Dentro de algum tempo isso será possível novamente, já que a Mãe Loira (como diria meu amigo jornalistas Karlos Kolbach) continua na ativa.

É isso... Clique aqui para ler a matéria da minha companheira de "firma" Cinthia Scheffer.

17 dezembro 2007

noite de gala...

Retomando as coisas por aqui.

Dia desses falei sobre a novela Pista Dupla, que a Central Nacional de Televisão (CNT) voltou a transmitir assim que o negócio com o grupo JB fracassou. Além do Pista Dupla, eles também passaram a reprisar os programas Vida de Artista, Fusão e Noite de Gala.

Hoje queria falar um pouco sobre esse último. Apresentado diretamente da Ópera de Arame, tradicional ponto turístico de Curitiba, o programa nasceu sob o comando o hoje deputado Clodovil Hernandes. No mais tradicional formato Talk Show, Clô fez a festa trazendo convidados para entrevistas no mínimo curiosas.

Depois da demissão de Clodovil (mais uma das inúmeras da sa carreira), o programa ficou um pouco escanteado mais voltou para a programação como o comando de Agnaldo Rayol. O formato mudou e agora os convidados eram cantores e cantoras, bandas e grupos musicais. Pelo menos três convidados participavam do programa, que nunca foi ao ar com cadeiras vazias nas platéias. O público lotava a Opera de Arame e o programa era muito gostoso de se ver ao vivo, principalmente porque o ingresso normalmente nao era cobrado.

Eu fui uma vez e tive o prazer de assistir três apresentações marcantes. Primeiro dos Engenheiros do Hawaii, de quem sou fã declarado e quase militante. Só por essa apresentação, que contou ainda com a participação de Gaúcho da Fronteira na música Herdeiro da Pampa Pobre, ja valeria a pena. Mas depois teve ainda o grande Fagner, de quem sou fã em proporção semelhante, e por fim o grande Wando.

De detalhe mais peculiar ficou a atitude da assessoria de Wando, que passou correndo pelas cadeiras distribundo alguns cartazes, que na hora em que o cantor subiu ao palco foram efusivamente levantados. Marketing direto e eficiente. Sentado num banquinho, o grande Wando lábios de mel, puxou várias músicas clássicas e o belo coro de... "Iê, me leva que eu vou com você..."

Vale a pena conferir meus amigos... sintonizem o canal 6 nos domingos as 21h30. Diversão garantida e chance real de me ver empunhando um cartaz do Wando, 10 anos atrás.

10 dezembro 2007

volto já...

Caros... desculpe a falta de atualização... Estou de féias, portanto resolvi parar de escrever por pelo menos uma semana... quero ver se ainda nos próximos dias sairão algumas atualizações... Abraços a tdos

28 novembro 2007

divagações...

Dudu, o defensor das classes oprimidas está de volta. Hoje vamos falar sobre os policiais militares. Acho que só eu tenho a capacidade de defender um cara que foi culpado por um acidente de trânsito, mas tudo bem.

Vocês sabiam que se um policial bater a viatura durante seu expediente ele é o responsável pelo conserto da mesma? Se ele tiver perseguindo um bandido e na perseguição tombar a viatura, é do bolso dele que sairão os 15 mil reais para o conserto? Que nenhuma das viaturas tem seguro?
É meus caros... essa é a realidade. Durante o período que estão nos servindo e nos protejendo, os policiais precisam cuidar para não arranhar as viaturas, senão seus vencimentos serão direta e profundamente atingidos. Não tô falando que nós, cidadãos que pagamos impostos, devemos arcar com mais esse custo. Mas não tem um mísero seguro para as viaturas? Porra, façam me o favor. E tem outra... durante o pós batida, descobri que os caras tem duas viaturas para cuidar de 12 bairros... que segurança é essa?

Outro lado da moeda

Mas, durante a esperaça pelo BPtran, chegou um momento em que cinco viaturas (com dois pms cada) e duas motos estavam no mesmo local. Parecia que eles brotavam do chão. E eu no meio, sob os olhares recriminatórios de quem quer que passava pelo local. "Olha meu filho, se não estudar e comer direitinho, vai terminar como aquele ali ó. Cercado de policiais", disse certamente uma mãe zelosa.

Mais os dos Pms...

Essa foi um cobrador de ônibus que soltou. Ao ver dois policiais mandando ver num caldo de cana, o trocador soltou: "Ah tá... liga no 190 agora e diz que tão roubando a sua casa pra ver se aparece algum deles. Pra tomar caldo de cana sempre tem tempo"... Po, ai acho maldade. Os caras nem podem tomar uma garapa num calor lazarento daqueles? Sei lá... acho que podem sim.

23 novembro 2007

linda demais...

Então. Ontem vi pela terceira vez o 007 Cassino Royale e hoje vi o filme a Cruzada. Ambos filmes excelentes e que recomendo para voces amigos. Mas faço outras duas recomendações sobre essas duas recomendações. A primeira é o desempenho do novo James Bond, interpretado por Daniel Craig. O cara é fera e deu um ar de canastrão que o Bond não tinha. Acho que ficou bem legal...

A outra recomendação, a mais importante delas, está na foto aí embaixo. Ela está nos dois filmes que citei e dá um tempero único em ambos. LINDA demais e é até talentosa. Mas, vale ressaltar e frisar, é LINDA DEMAIS... o nome da belezura é Eva Green... Apreciem a foto da moçoila.


21 novembro 2007

mulher maraviiiiilha...

Vamos analisar a vida... (tarefa super simples). Hoje vinha eu caminhando belo (?) e formoso (?) pela Rua Marechal Deodoro quando vi um amontoado (até aquele momento pequeno) de gente olhando para o céu. Seria um pássaro? Um avião?

Não, não... uma louca que "balangava" as pernas sentada no parapeito de um prédio que fica logo ao lado da galeria Suissa. Bem, pra começar noto uma clara necessidade de atenção da suicida em potencial. Sim, pois afinal o caboclo que quer se matar não precisa de platéia. Mas tarde ficamos sabendo que ela cedeu aos apelos dos policiais e "se entregou".

Mas quero analisar alguns detalhes e fatos observados por esse que vos fala enquanto eu esperava a desgraçada se jogar (obviamente fiquei apenas no "uuuhhhhh", já que a convarde não se jogou [digo covarde porque sou contra o suicídio. Primeiro por motivos óbvios e segundo porque acho que é a maneira mais fácil de se livrar dos problemas. Tudo bem, tem a depressão e tal, mas pra tudo existe uma saída. Essa não é a melhor delas]).

A primeira, e talvez mais hilária, saiu de um senhor que passava por trás de mim. Nem vi seu rosto, já que ele passou, fez o comentário e saiu andando.

- O que tá acontecendo aí?
- Uma mulher que se jogar lá de cima
- Putas que o pariu. Pra trabalhar nêgo não tem disposição, mas pra se matar sim.

(nota do blogueiro: Bem, analisando o comentário desse senhor tenho a dizer: hahahahahahaha).

Mais um comentário foi certeiro. O homem chegou e sem rodeios disparou.

- Puta merda. Só pra foder o trânsito. Deixa que eu subo lá e empurro!

(nota do blogueiro: Esse comentário merece nova análise: haehaehaehaheahe).

Pena que não pude ficar mais tempo, pois já começavam a surgir versões para a história da suicída. Diziam que ela trabalhava lá no prédio mesmo e sempre teve o sonho de voar. Como deu minha hora, tive que ir embora sem ouvir tantas outras versões que eram contadas pelas calçadas da Mal. Deodoro.

Outra coisa que queria comentar era sobre a curiosidade mórbida de todos os transeuntes e o desejo de ser parte da história ao flagrar o vôo final da mulher maravilha. A cena era engraçada e sinto não estar com a minha ex-inseparável máquina fotográfica. Voce olhava para as calçadas e era um mar de gente empunhando celulares e máquinas digitais à espera do salto final. Todos loucos para flagrar a desgraça e tentar vender para a TV ou para o jornal. Todo mundo se ferrou e teve cãimbras nos braços à toa.

15 novembro 2007

80tinha...

Sinceramente não esperava que essa brincadeira fosse tão longe. Essa é a postagem de número 80 deste blog O SIMPRÃO. Coincidentemente nesta quarta-feira atingi o número de 800 leituras (sei lá quantos pageviews e visitas únicas). Tenho gostado de escrever por aqui e espero que o pessoal que entra por aqui quase todos os dias continue me prestigiando e sempre comentando os "qualquer-coisa" que escrevo aqui.

Hoje foi um texto a lá coice de porco, bem curtinho. Bom feriado aos que ficam ou viajam.

12 novembro 2007

o encontro...

Hoje recebi um e-mail do meu grande amigo Luiz Guilherme Gaertner, ou LG para todos (não só os íntimos). Leitor assíduo e participativo desse Blog, ele me mandou um texto que narra mais um capítulo da bonita história de Patrick e Camille (leia mais). Obrigado LG.

Depois de se conhecerem virtualmente, os dois tiveram o primeiro encontro face-a-face. Parece que rolou legal, com coincidências e rostos corados. Não tenho absolutamente nada a ver com isso, mas aqui de Curitiba, do aconchêgo do meu lar, desejo felicidade para o amor.

Leia mais sobre o encontro do casal de NY

09 novembro 2007

piá bom...

Olha que é difícil alguma coisa que venha dos Estados Unidos me chamar a atenção, mas o personagem desta notícia merece. Num mundo machista e feminista (é sim) uma atitude dessas merece meu respeito. Num mundo em que mulheres cada vez mais se encantam por cafajestes e homens que elas mesmo dizem odiar, um bom e velho romântico ganha notícia de primeira página.

O caboclo se apaixonou à primeira vista. Quem nunca passou por isso? É uma sensação muito gostosa e ir atrás dessa paixão é louvável. Pena que a moça não se encantou na mesma proporção, mas ela permitiu o primeiro passo e uma amizade se formou. A partir daí, é com o caboclo.

xxx

Site ajuda jovem dos EUA a encontrar sua musa do metrô
Da Agência EFE


Um jovem romântico americano ganhou destaque nas edições eletrônicas de jornais nova-iorquinos, após criar um site para encontrar uma mulher por quem se apaixonou durante uma viagem de metrô em Nova York. A iniciativa deu parcialmente certo: ele descobriu quem ela é, mas por enquanto sua musa “só quer amizade”. Patrick Moberg, de 21 anos e nascido no estado do Tennessee, avistou uma morena na linha cinco do metrô de Nova York e se apaixonou por ela à primeira vista. Para ele, a jovem era a mulher de seus sonhos. Com o objetivo de encontrá-la, Moberg criou um site no qual desenhou um esboço da garota, com a frase: "vi a menina dos meus sonhos no metrô".

Além disso, pediu ajuda para encontrá-la, apresentando detalhes do encontro dos dois -- como a hora em que a viu -- e a roupa que a jovem vestia. Dois dias depois e com a ajuda de um amigo da jovem, Moberg encontrou sua paixão: Claire Hayton, uma estagiária australiana de uma editora. O desenhista afirmou que não fará mais nenhuma atualização do anúncio via internet. Segundo Moberg, cada um terá que "inventar seu próprio final para a história". O jovem recebeu muitos e-mails de mulheres dispostas a se relacionar com ele. Entre as mensagens, havia a foto de sua paixão, enviada por um amigo. Mas, por enquanto, Claire quer "apenas sua amizade".

Clique aqui e veja a matéria original publicada no portal G1

07 novembro 2007

sorvete de abacate...

De folga, hoje resolvi dar umas voltas pela cidade para procurar algumas peças para a minha carroça. No meio da tarde, por volta das 16h, resolvi parar um pouco para tomar um sorvete. Tem coisa mais estranha (ou normal?) que parar no meio da tarde para tomar um sorvete?

Pensei, para variar, em pedir uma bola de chocolate (mentira, sempre peço de chocolate) e curtir o silêncio do mundo olhando os carros passarem na velha Erasto Gaertner. Mas ainda na fila do caixa, um senhor (com 50 e tantos anos) já veio proseando com a atendente. Peguei minha ficha e fui esperar minha casquinha. Logo o senhor chegou e sem apresentações foi falando maravilhas do sorvete de abacate. Dizia ele que era um verdadeiro nectar, que eu deveria experimentar.

Como sou um tradicionalista, preferi ficar no meu saborosíssimo "Chocolate pedaçudo". Mas a prosa com o "homem do abacate" não terminou ali. Sentei-me para saborar a tal delícia gelada e meu colega sentou-se na mesma mesa, após, é claro, pedir licença. Adivinha qual foi o assunto? Sorvete.

É impressionante como um assunto banal pode se transformar num grande tema para uma coversa fiada de uma terça-feira a tarde. Debatemos sobre os melhores sorvetes do bairro. Chegamos a conclusão de que o melhor era dali, da Aquarios. Mas também tivemos a mesma opinião sobre o custo benefício daquela sorveteria ali no bairro Tingüi. E de tanto o homem falar no sorvete de abacate, fiquei com vontade de experimentar. Da próxima vez encaro esse. Nas palavras dele, "tem gosto de abacate mesmo, e é bom para o colesterol".

Casquinha terminada, aperto de mão e mais uma amizade de rua comquistada.

Agora, cá entre nós, porque diabos voces se interessariam por uma história sobre dois homens, um com a metade da idade do outro, falando sobre os sorvetes da região norte de Curitiba?

Simples. Porque é disso que a vida é feita caboclada. De um sorvete refrescante numa tarde quente... de um bate papo gostoso sobre amenidades... de uma prosa simpática com um desconhecido... sobre aprender, aproveitar e compartilhar suas experiencias com o próximo, seja ele quem for... de saber que aquele sorvete no meio da tarde de uma terça-feira de dia útil é um prêmio merecido por uma seqüência de trabalho que parecia interminável. O sorvete de terça-feira se transformou em um simbolo de paz de espírito...

Ou não?

02 novembro 2007

três por um...

Virei um defensor dos motoristas de ônibus.

Donos de inúmeros casos e causos (direitos reservados para meus patrões da RPC TV hehehe), os motoristas são figuras por vezes cizudas e aparentemente de mau-humor, mas muitos se destacam pela simpatia e prosa fácil. Um deles, que dirige o bom e velho Solar, é uma figura rara. Sempre atento ao que acontece no mundo, fala sobre tudo com todos que se permitem uma conversa de passatempo. Conhece muitos dos passageiros pelos nomes e deixa todos em seus "pontos exclusivos", ou seja, pediu para parar, ele pára. Gente muito boa.

Mas enfim, conversava essa semana com o Alemão (não sei o nome dele, mas é um polaco com cara de Prudentópolis) e ele me contava as novas atribuições dos motoristas. Além de terem a obrigação de tocarem uma jornada dupla e simultânea de trabalho, afinal são motoristas e cobradores ao mesmo tempo, agora também são fiscais.

Isso mesmo. A nova tarefa em suas jornadas é fiscalizar se quem passa o cartão de isento nas roletas é mesmo alguem que necessite. É brincadeira isso. Para economizar (sem que a tarifa sofra qualquer tipo de redução em seu valor) os caras param o ônibus no ponto, abrem a porta, recebem o dinheiro, liberam a catraca. Fazem isso quantas vezes forem necessárias. Enquanto isso precisam fechar a porta, receber o dinheiro, liberar a catraca e dirigir.

De repente alguém passa o cartão de isento (que para quem ainda não percebeu, é facilmente indetinficável. Quando ele é encostado na roleta, dispara um sinal intermitente que logo em seguida confirma e liebra a catraca. Para usuarios a liberação é imediata). Então se o motirsta percebe algo diferente, precisa solicitar o cartão e anotar o número, para que a Urbs tome as medidas cabíveis.

Acumulo de três funções para um salário de aproximadamente R$ 800. É brincadeira um negócio desses.

Que se registre isso... e segue o baile.