30 agosto 2007

é ???

A felicidade é algo inatingível?

23 agosto 2007

devaneios...

O valor do tempo. Andei pensando (pensei parado também) no valor que damos ao tempo. Acabei de falar com meu irmão Leo e ele disse, sorrindo no melhor estilo messenger, que há duas horas atrás estava no Rio de Janeiro. Porra, tem dias que você demora esse tempo para ir do velho Solar até o terminal do Pinheirinho. Trocando em miúdos, o mesmo tempo para atravessar Curitiba de ônibus. Considerando que nossa belíssima cidade é pequena.

Oito meses atrás conheci uma guria. Nos vimos uma vez, trocamos mensagens e telefonemas e um mês depois, na segunda vez que nos encontramos, começamos a namorar. Neste caso o tempo foi bom, já que durante esses 36 dias (entre o dia em que nos conhecemos e o que começamos a namorar) o processo da conquista foi saborisissimo e o resultado está aí. Sete meses de namoro.

Dia desses (na verdade um mês e pouco atrás) fiz dois anos de Gazeta. Caramba, esse tempo também voou. Depois de pelejar e trabalhar por dois anos de graça no meu saudoso Rádio, tive o que sempre pedi desde que inventei de encarar o jornalismo: uma chance. Desde então tô lá, mas sigo louco para alçar voos mais altos. Não só pelo desafio de "realizar", mas para dar up grade na conta bancária, afinal as contas nunca me abandonaram (ão).

Penso que se tivesse uma outra ocupação, não teria tanto tempo para fazer tudo o que quero fazer. Mas, enfim, o meu tempo carece de uma melhor administração. Tenho perdido umas 3 horas por dia dormindo um tempo em que poderia arrumar um jeito de lucrar. Tô pensando nisso, mas não tô conseguindo me encontrar...

14 agosto 2007

reflexão...

Andei pensando sobre o que escrever. Dia desses ia relatar uma mini aventura minha ao Hospital do Trabalhador (leia-se depósito de gente da região Sul de Curitiba), mas fiquei com preguiça. Vê se pode, jornalista com preguiça para escrever. Mas hoje ouvi um relato angustiado de alguém que freqüentou o depósito de gente da região norte de Curitiba (leia-se Hospital do Cajuru) e resolvi retomar o assunto.

Um dos priminhos da minha senhora machucou o pulso e como a criança, pasmem, não tem plano de saúde, o levamos no Hospital do Trabalhador. Por sorte ele é um bebê e o atendimento foi um pouco mais rápido, mas dezenas de pessoas se empilhavam em uma sala de espera apertada no P.S. do Trabalhador. Gente que já estava ali pelo menos duas horas antes de chegarmos e uma hora depois, quando já íamos embora, ainda estavam ali.

O atendimento médico de massa da nossa cidade é precário. Lembro quando sofri um acidente de carro e fiquei muito tempo esperando atendimento na triagem do Cajuru e só consegui agilizar as coisas quando avisei sobre meu plano de saúde. Só assim as coisas andaram e gente menos privilegiada que eu varou a madrugada numa maca qualquer nos corredores do Cajuru.

É difícil imaginar uma solução para o problema e não cabe a mim fazer isso, afinal não ganho os quase 15 mil que um político designado para isso ganha. Mas a mim, como cidadão, cabe a função de reclamar e tornar público a precariedade do sistema de saúde de massa em Curitiba. Apesar da gentileza e boa vontade dos profissionais que lá estão, a falta de pessoal e a estrutura pequena deixam as coisas ainda mais complicadas.

07 agosto 2007

ê raimundo...

Bom... é evidente e todos já puderam perceber como tenho um gosto musical qualificado. Se você, amigo leitor, não concorda... sinto muito mesmo. Mas, se você tem a mente aberta... aconselho a escutar algumas das coisas que indico por aqui.

Dessa vez volto a prestar reverência ao senhor Raimundo Fagner. Este cearense é de uma musicalidade única e simplicidade comovente. Com versos fáceis, simples e diretos, Fagner consegue cantar o amor e quase sempre as coisas do seu povo com a mesma beleza.

Essa canção que posto logo abaixo se chama PRECISO DE ALGUÉM e faz parte do novo CD de Raimungo Fagner, chamado Fortaleza. Fala da solidão, da desilusão e de tudo que um caboclo ou uma cabocla que já foram judiados de amor sentem. Achei uma canção belíssima e recomendo a todos reservar uns 4 minutos dos seus tempos para ouvi-la e alguns segundos para ler a poesia. Bom proveito.

Preciso de Alguém, por Raimundo Fagner

Quando fiquei só
Tudo ao meu redor
Foi perdendo a graça pra mim
Claro que sofri
Quase enlouqueci
Nunca me senti assim

Mas depois passou, tudo se acalmou
Foi só um momento ruim.
Essas fases más, de falta de paz
De insônia e de botequim.

Mas cansei de vagar, fiquei farto de bar
De perfume vulgar, cigarro e gin.
Eu não tenho ninguém, mas preciso de alguém
Pra evitar o meu fim.

Eu não posso ocultar, o que o amor me fez
Eu não quero passar por tudo outra vez
Pra sofrer e chorar mais uma ilusão
Eu me ajeito com a solidão.

Mas cansei de ficar, completamente só
Essa falta de amar também já sei de cor
Só me resta esperar, que a chama da paixão
Volte ao meu coração...

05 agosto 2007

...

Algo me corrói e já não corro
Tua falta me destrói
Quero te ver logo
Hoje acordei só

De novo

18 julho 2007

é foda...

Em meio a essa loucura do Pan 2007 (pelo menos para mim que vivo diuturnamente as competições) surge mais uam tragédia aérea no país. Cara, que pancada direto no nosso peito. tenho certeza que o acidente fere a todos, não só os familiares das pessoas.


Só tenho a dizer que meu irmão de sangue vai quase toda a semana para São Paulo e e meu imrão psotiço pelo menos umas duas vezes por mês. É de assustar. É de se perguntar de quem é a culpa pelas condições inimagináveis de se manter um aeroporto daquele porte dentro de uma metrópole como Saõ Paulo. É dificil acreditar que uma cidade tão grande e importate como São Paulo tenha um aeroporto encravado no centro e que já tem uma extensa lista de "senões".


Achar um culpado para essa tragédia não será facil, mas surgirão algumas versões. Fato é que a "cagada" repercute no mundo inteiro e mancha um pouco mais a já castigada imagem do país. Sei lá, não costumo escrever esses textos mais políticos e tal (especialidade do meu amigo LG), mas senti necessidade de escrever algo sobre isso e dizer que é muito triste ser testemunha de mais uma desgraça nacional.

enfim...

05 julho 2007

"mi fudê"...

Bem... certa vez, recém saído do segundo grau e iniciando minha caminhada no curso de jornalismo, resolvi encarar ainda mais o mercado de trabalho em busca da sonhada estabilidade financeira (que até hoje não apareceu). Depois de algumas erradas, chei ao ramo da video-locação e me tornei um Vídeo Indicador (ou aquele caboclo que te indica os blockbusters, afinal tu é ignorante e não gosta de filme cabeça haha. Alias, quando o filme era "cabeça", falávamos assim: "Esse é um filme para um público específico". Na verdade usavamos mais essa frase quando o filme era ruim mesmo).

Enfim... lá, como atendente de locadora, vi de perto o início da era do DVD. Quando chegamos a uma variedade de 50 filmes em DVD na nossa loja, por exemplo, comemoramos bastante. Hoje, com o mercado de locação dominado pelo dvd, a vida de um proprietário de video-locadora ficou bem complicada e testemunhei as dificuldades do meu ex-chefe. Pelas ruas a pirataria corre solta e sem pudores oferendo ao consumidor corrupto (é sim, voce mesmo que compra dvd pirata) filmes que sequer chegaram ao cinema e que pela legislação atual só irão para as prateleiras de locadoras quase um ano depois disso.

A Pirataria é praticada a luz do dia, em frente a órgãos públicos inclusive e ninguém faz nada. Pior... esses comerciantes ainda debocham da fiscalização. Hoje, por exemplo, passei na frente de uma dessas pessoas que gritava assim: "DVD, DVD, DVD... (dai baixou o tom da voz) . Se o fiscal pegar vou mi fudê". Bonito né? Fazer o que.

Para deixar BEM CLARO, friso que não sou hipócrita. Acho que policia deve correr atrás de bandido e não de vendedor de DVD pirata. Para isso existem outros órgãos competentes, que ao invés de combater a origem da pirataria (aí sim mora o problema), são coniventes e vez ou outra levam sua parte desse saboroso bolo de sonegação fiscal.

E segue o baile... Ou seria circo, LG?

28 junho 2007

é justo...

Daniele Natel Zarebelni... EU TE AMO.

27 junho 2007

fogo neles...

Então piazada e meininada... Hoje resolvi comentar no blog Idéia Registrada, do meu parceiro Alex Calderari, sobre o assunto do momento: os 5 piás-de-prédios que espancaram uma empregada doméstica no Rio de Janeiro. O fato por si só é revoltante e me envergonho de pertencer a mesma espécie desses sujeitos. Sorte dos macacos...

Em depoimentos e declarações, os cabras disseram que só espancaram a Sirley porque teriam-na confundido com uma prostituta. Ah... Beleza então. Em PUTAS podemos bater? Doméstica não, mas putas sim? Isso me fez lembrar dos caras que "tacaram" fogo no Indío Galdino e disseram que só fizeram isso porque pensaram que ele era um mendigo.

Beleza então minha gente... Vamosa sair por ai espancando putas e tacando fogo nos mendigos. O Centro velho de Curitiba e a moralidade e carater que restam no ser humano ficariam órfãos.

25 junho 2007

lima de chupar...

Domingo desses eu estava acompanhando a programação matutina da televisão aberta. Deitado ao lado da minha "dona", zapeei até entrar o Viola Minha Viola... Pena que tava no fim, mas deu para curtir um pouco de música boa e curtir uns "módão". Mudei de canal, passei pelo Pesca Dinâmica (que é bom de se assitir, mas inova muito pouco) e caí na RedeTV. O Programa? Galpão do Teodoro e Sampaio... alguma coisa assim.

O programa é interessante, mas é um festival de propagandas e dis detalhes me chamaram a atençãõ. Além de não ter visto o "Sampaio" em nenhum dos dois programas que eu assisti - o Teodoro apresenta ao lado do seu filho - as propagandas mereceram destaque.

Me lembrei do meu querido Rádio. Quando fechavamos um patrocinio, normalmente com empresas pequenas - que nao tinham material de divulgação - nós mesmos bolávamos o comercial e gravavamos. Em todas as propagandas quem aparecia era o próprio Teodoro (as vezes com o Sampaio), falando que aquele vermífugo para bois é bom ou que aquelas fivelas e selas de cavalo eram as melhores. Mas...

Agora veio o mais sensacional e surpreendente.

Uma propaganda de "LIMA". Como assim "LIMA"? É... LIMA, daquela de "LIMAR" as coisas. Vocês acreditam que alguem faça propaganda de LIMA? Foi sensacional ver aquilo. Anunciando um produto tão velho de uma maneira inovadora à la Polishop. E o melhor, usando um slogan mais ou menos assim: "Lima tcharãrã. Não é a de chupar, mas sim a de amolar". Espetacular...

Ganhei o dia depois dessa... Salvem as coisas simples e os prazeres que ainda são gratuitos. Sejamos todos SIMPRÃOS e SIMPRONAS...

Em homenagem ao meu amigo LG, gostaria de encerrar esse post com uma expressão (palavra, frase ou mantra, como preferirem) que ele adora.... FODA-SE !!!!!! Fodam-se as coisas pseudointelecutais... foda-se o nariz empinado dos padrões pré-estabelecidos... FODA-SE EU, que já nem sei mais o que estou escrevendo. Abraços proceis... e segue o baile.

16 junho 2007

viagem real...

Hoje abri o brinquedinho orkut e vi uma mensagem da Analu. Para quem não - acredito que muitos - esta menina era minha caloura (e querida amiga) na faculdade de jornalismo. Ela me deixou um recado com um link para um blog antigo que era mantido por ela e outras duas gurias: Juliana e Flávia. Eu ADORAVA (porque não dizer adoro?) essas três.

Relendo algumas coisas me bateu a mesma nostalgia mencionada pela Analu no scrap do orkut. Já pensei muito nisso e já até cheguei a algumas conclusões, mas tenho que retomar o assunto nem que seja por um breve instante.

As vezes eu (ou você) fica frustrado, triste e até bravo com algumas pessoas que nós considerávamso AMIGASSAS e hoje em dia "nem dão pelota" pra gente. Achamos que a amiazade nem era verdadeira e que as pessoas "mudam". Mas claro que mudam... e isso é tão normal quanto um pum no elevador. Mas em por isso as amizades não era verdadeiras. Vivemos momentos felizes no tempo que ficamos juntos dessas pessoas, mas a vida trata de nos levar por caminhos diferentes. Nem melhores, nem piores... direferente.

Essas pessoas (a quem um dia juramos até lealdade fraternal) passam... e deixam sua marca nas nossas vidas. Deixam saudades... nos trazem nostalgia. Mas passam... infelizmente. Ou não, se considerarmos que lições podem ser tiradas de cada relacionamento de amizade. Foi mais ou menos assim com essas três gurias que citei. Com a Analu mantenho apenas contatos esporádicos por orkut... com a Flávia, nem isso mais (mandei vários recados, mas a resposta não veio infelizmente) e a Ju segue minha amiga querida, mas virtual.

É assim... Pessoas que julgavamos imprescindíveis na nossa vida acabam deixando de ser (e outras que "nem davamos pelota", se revalam grandes amigos pelas mesmas circusntâncias que nos afastam dessas outras pessoas)... mas não por maldade de ninguém... mas pela vida. Nem por isso o carinho não continua o mesmo de outrora... se trombassemos qualquer dia pela rua, é bem possível que o sentimento de amizade ainda esteja fortíssimo... mas precisamos trombar com essas pessoas. Talvez o destino nos apronte alguma surpresa um dia desses.

02 junho 2007

surpresa e tristeza...

Então... minhas sextas-feiras não têm sido muito emocionantes. Fazendo pós na noite de sexta e na manhã de sábado, me sobra muito pouco tempo entre as 22h30 de uma noite e as 9h do sia seguinte. Na verdade sobre preguiça também, já que as semanas têm sido corridas pra cacete...

Em casa, pouco antes de falar com a minha dona, ligo a TV e assisto novamente o programa Terra Nativa, que passa na Band. Caboclada... tem sido uma surpresa agradável atrás de outras. Nessa semana tive o prazer de assistir a apresentação do Gian e Giovanni, uma das minhas duplas sertanejas preferidas. É, como eu já disse e tenho orgulho de dizer, gosto de SERTANEJÂO... cantaram umas 4 músicas inteiras e outro tanto numa espécie de pout-pourri. Sensacional... depois vieram "Os Paradas dura", que seriam uma espécie de continuação do saudoso Trio Parada Dura... Valeu bastante pelas músicas tocadas... coisa de primeira.

Hoje tô triste porque não fui ao show do Milionário e José Rico que teve lá nuM "fura bucho" do Sítio Cercado... Adelson Clube Show... trabalhei com o Adelso na Rádio Independência e depois na campanha política de 2004... Tempo Bom... Baumtamém....

Abreijos...

23 maio 2007

eita juca...

Eu gosto de me surpreender as vezes. Meia e volta eu acabo descobrindo músicas maravilhosas no repertório de artistas desconhecidos ou redescobrir granes músicas em talentos não tão desconhecidos assim. Dia desses o Fabião (Fábio Júnior para o público em geral) a gravou a música "Cúmplice", do Juca Chaves. Essa música é aquela mesma, que o Juquinha canta fazendo propaganda do Rick Motel hahaha.

Enfim, tosquices à parte... tava ouvindo essa música no Weekendão e olhando para minha dona... e a letra é linda bicho. Poesia delicada, simples e direta. Fala tudo que o cabra normalmente quer falar pra muié, mas fica com medo de passar por piegas. O amor nunca é piegas, seu jaguara. Se tu sente, fala. Não cale... deixa a bagaça fluir.

Segue prôceis a letra da música citada. Muito bom...

Cúmplice, por Juca Chaves.

Eu quero uma mulher que seja diferente
De todas que eu já tive, todas tão iguais
Que seja minha amiga, amante, confidente
A cúmplice de tudo que eu fizer a mais

No corpo tenha o sol, no coração a lua
A pele cor de sonhos, as formas de maçãs
A fina transparência, uma elegância nua
O mágico fascínio, o cheiro das manhãs

Eu quero uma mulher de coloridos modos
Que morda os lábios sempre que for me abraçar
Que o seu falar provoque o silenciar de todos
E o seu silêncio obrigue a me fazer sonhar

Que saiba receber, que saiba ser bem-vinda
Que possa dar jeitinho em tudo que fizer
E que ao sorrir provoque uma covinha linda
De dia uma menina, à noite uma mulher



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27 anos de Viola

Navegando pela internet li uma notícia muito bacana na Folha Online. O programa "Viola, minha Viola", apresentado pela Inezita Barroso, a primeira dama da música sertaneja, completa 27 anos neste mês. No programa comemorativo a Inezita vai receber as Irmãs Galvão, que chegaram "vivas" aos 60 anos de carreira. No programa, segundo o site da Folha, haverá homenagens para artistas como Tonico e Tinoco, Sérgio Reis, Dominguinhos, Renato Teixeira, Teodoro e Sampaio, Robertinho do Acordeon, entre outros. O programa vai ao ar neste domingo (27), às 9h, na TV Cultura. Boa pedida.

obs: Crédito das fotos. Juca Chaves: Site oficial. Inezitta Barroso: Simprão

19 maio 2007

boa pedida...

No sábado passado comentei sobre as bizarrices do Viva a Noite, desenterrado das profundezas do SBT. Hoje vou falar sobre a 3.ª geração de um programa da Bandeirantes chamado Terra Nativa. Antes Terra Sertaneja, o programa foi lançado aproveitando a esteira de sucesso do semanal apresentando por Chitãozinho e Xororó na Rede Record.

Na época da sua estréia a atração era apresentada pelo excelente Sérgio Reis, que apesar não ter as manhas de apresentador, é um puta cantor do nosso famoso e "querido" Sertanejo. Depois de algumas divergências o programa passou para as mãos do cantor Juliano César e hoje é tocado pela dupla neo-sertaneja Guilherme e Santiago.

Como todos sabem sou um defensor ferrenho da música caipira, sertaneja e breganeja. Como a maioria dos músicos desses estilos falam, e eu concordo, éssas são as verdadeiras Músicas Populares Brasileiras (MPB). É lógico o termo MPB é apenas uam nomenclatura, mas se fossemos levar ao pé da letra, o sertanejo era o dono da marca MPB.

A dupla Guilherme e Santiago é bastante interessante. Tem algumas músicas legais e já conquistou uam boa quantidade de fãns. Mas é evidente que a grande atração da "atração" que a dupla apresenta é a enorme lista de músicos, duplas e cantores sertanejos famosos que lá aparecem. Sábado passado, por exemplo, estavam Cesar Menotti e Fabiano, que com a música do Leilão, são á última novidade do meio.

Hoje me surpreendi ao ligar na Band e assistir a dupla Maurício e Mauri. Puta que pariu... coisa boa de se ouvir. Os dois são irmãos de Chitãozinho e Xororó, mas infelizmente tiveram que viver com esse rótulo até hoje. Tiveram algumas boas 5 ou 6 músicas de sucesso e relembra-las nesta sexta-feira foi muito bom. Em seguida entraram no placo as Irmãos Galvão. Bah, foi quase emocionante. As velhinhas continuam com os gogós afinados e mandando ver pérolas como "Cheiro de Relva" e "Calor dos seus abraços".

Se lembrarem e se sentirem tentados a investir no mundo do sertanejo, experimentem (sem pré-conceitos burros) e assistam ao programa. Muito bom para curtir e relembrar

13 maio 2007

viva a noite...

Há tempos eu tava querendo escrever sobre amenidades, em especial as barbaridades e coisas boas que passam na nossa caixa maldita (televisão) e na caixa dos prazeres (rádio). Meus relatos serviriam para sugerir aos amigos coisas úteis para se ver e ouvir e alertar sobre coisas que não são tão essenciais assim.

Sempre fui um aficionado pelos dois (TV e rádio). Acho que ambos são propagadores de entretenimento e têm seus valores. No rádio tive o prazer inenarrável de trabalhar e quem me conhece sabe o imenso prazer que tinha naquela época e a minha proporcional vontade de voltar. A TV ainda não me conheceu, quem sabe um dia.

xxx

Neste sábado fiquei em casa. Desde que comecei a namorar, acho que esta é a primeira vez que faço isso. Como a minha dona viajou, cá estou. Zapeando pelos canais da TV aberta, já que as opções de filmes na TV a cabo eram pouco atraentes, cheguei ao recém ressuscitado Viva a Noite. O programa conserva as coisas mais interessantes/bizarras da versão original, como uma “mão tosca” que fica dançando no palco, aqueles bambolês que ficam rodando com uma dançarina sacolejando dentro, etc, etc.

Assim que comecei a assistir testemunhei uma entrevista com a mãe da Luciana Gimenez (imaginem que interessante). Mas um pouco antes a atração deu uma aula de cultura e bom entretenimento. Aquela ex-miss que participou de uma das edições do Big Brother, que depois acabou perdendo a “faixa” sabe-se lá porque. Aí perguntada pela apresentadora Gil (ex-vocalista da Banda Beijo, ou coisa parecida) sobre o que a missa fazia que deixava sua mãe feliz (lembrando que sábado é véspera dos dias das mães).

Ela, surpreendentemente, disse que a sua veia se partia de rir quando ela arrotava (sim, arrotar. Aquela coisa que só os homens fazem, já que as mulheres só fazem “burp”) as 5 vogais. Para deleite dos espectadores, ela fez uma demonstração singela do seu talento. Realmente, foi emocionante.

Para diminuir o meu trauma, a atração seguinte foi a dupla Gino e Geno, que como a maioria sabe faz parte do universo da música sertaneja, onde me encontro e me sinto feliz.

Ah... já ia me esquecendo. Para finalizar o programa com chave de ouro (???) teve a dança do passarinho, com direito a música e dança para todos os convidados, balões caindo no palco e o Gugu interpretando a belíssima canção. Só por Deus.

07 maio 2007

durmo feliz...

Qualquer coisa parecida com o que o mestre poeta Vinícius de Moraes dizia... "Que os perdedores me desculpem, mas ser CAMPEÃO é fundamental". Se neste campeonato os "grandes da capital" fossem dignos de pena, eu até sentiria. Mas o Paranavaí provou que o futebol se ganha no gramado, na bola, na rede blançando. É muito bom ver o triunfo dos mais fracos, dos chamados "menores" ou dos desprestigiados - que na verdade são os que mais trabalham, os que mais se doam e, porque não, os que mais merecem.

A lição aplicada pelo Paranavaí em TODOS neste Campeonato Paranaense 2007 precisa ser assimilada, digerida e eternizada. Plagiando uma frase picareta do nosso esporte mais popular do mundo, "no futebol não tem mais time bobo". E não tem mesmo. Tem trabalho, suor e dedicação. Mas existem os empresários interesseiros também? Oh, de penca. Mas por trás disso têm homens lutando pelo sustento das suas famílias, namoradas, filhos e amantes. Para dar uma casa tão sonhada pela mãe ou para garantir o cachê de uma prostituta amada do meretrício local. Não importa... vencer significa dinheiro no bolso e dignidade para o "eu" de cada um deles.

Como foi bacana ver a felicidade "dessa gente". Do caboclo que chora e arranja desculpa para não viajar 50km e visitar a sogra, mas que encara quase 500 para ver 11 barbados - que ele chama de "meu time" - correndo atrás de uma bola. Homens se abraçando e gritando, eufóricos como crianças, felizes como crianças e realizados como homens. O torcedor apaixonado, o torcedor de ocasião, o torcedor da "cerveja gelada" e do "ei, que jogo é esse que tá passando?". Todos eles, com raríssimas exceções, gritaram "UH, ACP" neste domingo. E com satisfação.

Amauri, o próspero

Recentemente tive um longo papo por telefone com um senhor chamado Amauri Knevitz. Procurado para cobrir a lacuna deixada por seu antecessor (que foi facilmente seduzido pela chance de ser auxiliar técnico de um "dos grandes"), o treinador gaúcho se mostrou um cara simpático, acessível e, acima de tudo, feliz. Falamos sobre o time, o momento único vivido por todos e sobre o futuro. A serenidade que ele demonstrou e a confiança no "TRABALHO" que desenvolveu me surpreendeu. Naquele dia, o senhor Knevitz, de riso franco e fácil, me fez acredita que o "Vermelhinho" poderia levantar o caneco.

Depois de acompanhar toda a trajetória e fazer a cobertura do jogo, só me resta dizer PARABÉNS a todos do Atlético Clube Paranavaí, um legítimo campeão PARANAENSE de futebol. E que venha a Série C.

25 abril 2007

o futuro...

Pois é... ando muito pensativo e preocupado com o futuro. Profissional, pessoal, afetivo... mas principalmente financeiro. Estou "amarrado" (porém feliz e satisfeito, diga-se de passagem) em um emprego que não me permite exercer outra função jornalística, como no meu querido e saudoso Rádio, por exemplo. Digo que estou feliz e satisfeito porque faço o que gosto e ganho para isso, mas não poder fazer mais (para consequentemente ganhar mais) é realmente broxante. Adoro trabalhar na Gazeta do Povo e no momento jamais deixaria de trabalhar lá, mas eu posso fazer mais.

Tenho muitas idéias e vontade fazer várias coisas que acrescentariam, e muito, na qualidade de tudo que produzo jornalisticamente. Mas a internet, o web-jornalismo, ainda é o patinho feio do meu grupo de trabalho e todos os meus projetos esbarram na falta de recursos financeiros e, pasmem, de pessoal. É uma pena... O mundo todo foca seus investimentos e atenções para o avanço agudo do web-jornalismo (Clique aqui e veja como o NYTimes está se preparando). Nos resta tentar e tentar... quem sabe a mentalidade muda e nós entramos de vez neste nova era.

Tentando sobreviver e fazer meus poucos tostões renderem decidi virar picareta de carro (risos). Comprar e lucrar na revenda... talvez seja uma saída. Com seus prós - grana no bolso - e contras - de volta para a era do Busão o importante é sobreviver.

10 abril 2007

páscoa bacana...

Foto de uma Páscoa feliz em Prudentópolis, região central do Paraná. Ao lado de pessoas queridas e da minha amada Daniele. Precisa de mais alguma descrição?

25 março 2007

alegria...

Hoje é domingão. Resolvi passar por aqui e devolver ao meu BRÓG aquele tom romântico e meloso que tinha há alguns posts. Só queria dizer que sinto que estou realmente amando. No momento ela está longe de mim e isso faz com que meu coração se aperte no peito.

Queria agradecer a todos que falaram com sinceridade - a até aqueles que falavam só para se livrar do problema. Lembro que muitos diziam que quando eu menos esperasse, alguém apareceria na minha vida. Alguém especial, que me amasse como sou (com manias e tudo mais). Alguém que tenha beleza em todos os sentidos, exterior, interior... superior.

Elá é engraçada, simpática, carinhosa, tiradora de sarro, parceira e companheira. Faz uma falta danada e está se tornando essencial. Essa é a Daniele. Meu presente. Amor... obrigado por voce existir. Feliz 2 meses de namoro.

21 março 2007

o fim...

... depois de alguns dias de expectativa o resultado: "MATARAM O LEÃO". Na verdade espero que não matem mesmo. A gente tem o costume de meter o pau e criticar a Coca-Cola e outras multinacionais - principalmente as estadunidenses - mas a maioria de nós é refém deles. E nem reclama. Até gosta.

Espero que o interesse da Coca na Leão Júnior seja pela vontade de ter em seu rol de produtos (que com a aquisição da empresa paranaense chegará a 100 produtos) a qualidade centenária do nosso bom e velho Matte Leão. Tomara que não seja apenas para matar nosso Matte e deixar o campo livre para o Nestea. Se bem que seria uma tremenda burrice, já que além da tradição, o Matte Leão é muito mais gostoso e tem inúmeras variedades.

Sorte e juízo pra Coca... Tomara que não acabem com um dos meus orgulhos, o bom e velho Matte Leão. E segue o baile...

obs: É crendice ou chá matte realmente é broxante? hehehe. Sabe Deus...