Vou bem menos ao cinema do que gostaria. Normalmente dou a desculpa da falta de grana para não ir com frequencia, mas no final das contas me pego gastando 10 pila em qualquer boteco xexelento, enquanto poderia gastar metade disso no cinema. Sempre tento mudar isso e, quem sabe, um dia consigo. Não é por falta de "querencia", como diria o caboclo.
Hoje fui ver o novo do Brad Pitt, o Curioso Caso de Benjamin Button. Meu, filme loco da porra. Muito bem produzido e com pelo menos um Oscar garantido. A maquiagem do filme é espetacular. Tanto Brad Pitt quanto Cate Blanchet ficaram perfeitos "envelhecidos", além de darem um show de interpretação. Achei um pouco longo (2h30, talvez um pouco mais), mas é um filme bonito.
A mensagem que passa é bem positiva e nos faz querer jogar pela janela qualquer tipo de relógio. Aproveitar o tempo para viver intensamente é o mote da vez. Ser feliz, sendo simples e valorizando àqueles que amamos. Sem diferenças de cor, credo, orientação. Apenas amar. Um amigo, uma amiga, um amor, um bicho, uma comida, uma paisagem, um instante uma cor, um momento, enfim. Estar com quem se ama, se admira, é um prazer que deve ser vivido intensamente.
Abrace mais, beije mais, toque mais. Não fique acanhado... jamais corra o risco de deixar que alguém que voce ame fique sem saber (ou tercerteza) do seu amor por ela. Parece piegas, não parece? Mas sei lá. As vezes existem pessoas que gostam da gente, gostam mesmo, mas que por uma razão ou outra não nos dizem. É triste isso. Adoraria saber de quem me gosta, o tamanho dessa admiração. Faz bem para a alma. Esse é o verdadeira elixir da juventude.
27 janeiro 2009
18 janeiro 2009
o poder das novelas...
Nesta semana que passou terminaram duas novelas que eu vinha acompanhando há algum tempo. A primeira delas Pantanal, reprise oferecida pelo SBT aos brasileiros. A novela que revolucionou a dramaturgia brasileira e serviu a Globo de excelentes atores, terminou numa atípica terça-feira (pelo padrão global acostumamos a ver o último capítulo na sexta, com reprise no sábado).
Para os saudosistas, foi muito prazeiroso acompanhar novamente a novela de Benedito Ruy Barbosa, exibida anteriormente pela Manchete. Interpretações impecáveis como a do Zé Leôncio (Claudio Marzo) e do Tenório (Antônio Petrim) encheram os olhos dos espectadores. Uma das cenas finais, quando o personagemtadeu (Marcos Palmeira) e seu pai Zé Leôncio se reconciliam, me levaram às lágrimas.
Já na sexta-feira acabou a novela A Favorita. Comecei a assistir da metade para o final, principalmente porque todos ao meu redor assistiam. Foi bem bacana também, mas certamente sem o mesmo brilho e nem profundidade do Pantanal.
É impressionante a força que as novelas têm entre as pessoas. Um exemplo desse poder?
No sábado fui a uma pizzaria aqui perto para, obviamente, engordar mais um pouco. Conversando com as meninas que atendem no local recebi uma informação muito curiosa e interessante. Na sexta-feira, durante o horário da novela, um movimento extremamente anormal lotou as pizzarias da cidade. E olhem que na sexta o movimento já bem grande.
Como as "donas de casa" se negaram a cozinhar no horário da novela (claro que isso é uma suposição minha, considerando que o horario das 21h é atípico para jantares, ainda mais nas sextas) o movimento triplicou nos restaurantes. Tanto no balcão, quando pelo telefone. No balcão, mais de 90% das compras foi realizada por homens. As mulheres só pediram pelo telefone.
Eu gosto muito de novela. As classifico como um livro. É evidente que os folhetins são mais pobres e muito menos "cultos", mas não entendo muito bem o radicalismo de algumas pessoas que são contra as novelas.
Como telespectadores, as pessoas têm o maior poder de todos: o controle remoto. Não gostou, mude de canal. Tudo bem que o mundo é cruel e nem sempre tem algo que preste passando no outro canal, mas a liberdade de escolher o que quer assistir é uma vantagem que o espectador tem.
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Para os saudosistas, foi muito prazeiroso acompanhar novamente a novela de Benedito Ruy Barbosa, exibida anteriormente pela Manchete. Interpretações impecáveis como a do Zé Leôncio (Claudio Marzo) e do Tenório (Antônio Petrim) encheram os olhos dos espectadores. Uma das cenas finais, quando o personagemtadeu (Marcos Palmeira) e seu pai Zé Leôncio se reconciliam, me levaram às lágrimas.
Já na sexta-feira acabou a novela A Favorita. Comecei a assistir da metade para o final, principalmente porque todos ao meu redor assistiam. Foi bem bacana também, mas certamente sem o mesmo brilho e nem profundidade do Pantanal.
É impressionante a força que as novelas têm entre as pessoas. Um exemplo desse poder?
No sábado fui a uma pizzaria aqui perto para, obviamente, engordar mais um pouco. Conversando com as meninas que atendem no local recebi uma informação muito curiosa e interessante. Na sexta-feira, durante o horário da novela, um movimento extremamente anormal lotou as pizzarias da cidade. E olhem que na sexta o movimento já bem grande.
Como as "donas de casa" se negaram a cozinhar no horário da novela (claro que isso é uma suposição minha, considerando que o horario das 21h é atípico para jantares, ainda mais nas sextas) o movimento triplicou nos restaurantes. Tanto no balcão, quando pelo telefone. No balcão, mais de 90% das compras foi realizada por homens. As mulheres só pediram pelo telefone.
Eu gosto muito de novela. As classifico como um livro. É evidente que os folhetins são mais pobres e muito menos "cultos", mas não entendo muito bem o radicalismo de algumas pessoas que são contra as novelas.
Como telespectadores, as pessoas têm o maior poder de todos: o controle remoto. Não gostou, mude de canal. Tudo bem que o mundo é cruel e nem sempre tem algo que preste passando no outro canal, mas a liberdade de escolher o que quer assistir é uma vantagem que o espectador tem.
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16 janeiro 2009
crise...
E nessa onda de crise mundial (é crise para tudo quanto é lado), porque não uma crise de criatividade textual? Sinceramente, estou afundado nela. Andei relendo as últimas coisas que escrevi e cheguei a conclusão de que a crise me afetou.
De qualquer forma, espero que tudo passe.
Acho que as coisas devem melhorar na semana que vem. Volto de férias e escrever diariamente, por ofício ou prazer, te fazem exercitar a escrita. Como todo bom exercício, com a prática se chega até a perfeição (ou deveria se chegar).
Projeto um 2009 bacana, mais produtivo e criativo. Tanto no campo profissional, como no pessoal. Muita coisa se definirá nos próximos meses e os rumos da minha vida estão diretamente ligados a esses acontecimentos vindouros.
A sorte está lançada e a crise que vá à puta que pariu.
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De qualquer forma, espero que tudo passe.
Acho que as coisas devem melhorar na semana que vem. Volto de férias e escrever diariamente, por ofício ou prazer, te fazem exercitar a escrita. Como todo bom exercício, com a prática se chega até a perfeição (ou deveria se chegar).
Projeto um 2009 bacana, mais produtivo e criativo. Tanto no campo profissional, como no pessoal. Muita coisa se definirá nos próximos meses e os rumos da minha vida estão diretamente ligados a esses acontecimentos vindouros.
A sorte está lançada e a crise que vá à puta que pariu.
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15 janeiro 2009
estradas...
Nas minhas férias, que já estão quse no fim, optei por realizar um antigo sonho meu. Quando não tinha carro, sempre quis pegar a estrada e conhecer lugares que não conhecia. No Paraná sempre tive três objetivos claros: Vila Velha, Lapa e Foz do Iguaçu. As duas primeiras eu nunca tinha ido e tão logo tirei minha carteira de motorista e descolei uma caranga, pude conhecê-las.
Coincidência (ou não, obviamente), meus irmãos de coração, Leandro e Patrícia, estavam juntos comigo nessas duas oportunidades. Como não poderia deixar de ser, me acompanharam também na terceira aventura.
Depois de saírmos do litoral paranaense, fomos para Curitiba para uma boa noite de sono. Em seguida, nós quatro (a Daniele junto, é claro) fomos direto para Foz. Por lá rodamos um bocado. Visitamos Ciudad del Este duas vezes, a Argentina umas 4 vezes (incluindo dutty-free, Cassino e Cataratas), as nossas cataratas e tudo mais.
Depois seguimos para Guaíra e Salto del Guairá, também no Paraguai. Em seguida fomos a Campo Mourão e Prudentópolis, para, por fim, retornar a Curitiba. Sete dias depois e quase 2,2 mil quilometros rodados. Boa companhia, muuuitas histórias e o meu noivado depois, me sinto realizado e pronto para mais um desafio. Onde as quatro rodas me levarão na próxima vez? Só Deus sabe, mas de uma coisa eu tenho certeza, da estrada eu nunca irei me afastar.
ps... ah os pedágios. Gastamos, nessa viagem, quase 100 reais em pedágios. Escapamos deles em várias ocasiões, quando cortamos o estado por rodovias públicas. Encontramos alguns trechos bem ruins, mas outros em bom estado. Mas, convenhamos, não tem nada igual a andar em estradas pedagiadas e duplicadas (quando for o caso).
Confesso que não ligo de pagar a taxa para ter uma estrada segura e bem cuidada, mas o preço beira o ridículo. O pedágio de manutenção devia ser regulamentado por alguma lei, ou sei lá o que. Ou então que mantenham esse preço por um período, mas que dupliquem todas as estradas.
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Coincidência (ou não, obviamente), meus irmãos de coração, Leandro e Patrícia, estavam juntos comigo nessas duas oportunidades. Como não poderia deixar de ser, me acompanharam também na terceira aventura.
Depois de saírmos do litoral paranaense, fomos para Curitiba para uma boa noite de sono. Em seguida, nós quatro (a Daniele junto, é claro) fomos direto para Foz. Por lá rodamos um bocado. Visitamos Ciudad del Este duas vezes, a Argentina umas 4 vezes (incluindo dutty-free, Cassino e Cataratas), as nossas cataratas e tudo mais.
Depois seguimos para Guaíra e Salto del Guairá, também no Paraguai. Em seguida fomos a Campo Mourão e Prudentópolis, para, por fim, retornar a Curitiba. Sete dias depois e quase 2,2 mil quilometros rodados. Boa companhia, muuuitas histórias e o meu noivado depois, me sinto realizado e pronto para mais um desafio. Onde as quatro rodas me levarão na próxima vez? Só Deus sabe, mas de uma coisa eu tenho certeza, da estrada eu nunca irei me afastar.
ps... ah os pedágios. Gastamos, nessa viagem, quase 100 reais em pedágios. Escapamos deles em várias ocasiões, quando cortamos o estado por rodovias públicas. Encontramos alguns trechos bem ruins, mas outros em bom estado. Mas, convenhamos, não tem nada igual a andar em estradas pedagiadas e duplicadas (quando for o caso).
Confesso que não ligo de pagar a taxa para ter uma estrada segura e bem cuidada, mas o preço beira o ridículo. O pedágio de manutenção devia ser regulamentado por alguma lei, ou sei lá o que. Ou então que mantenham esse preço por um período, mas que dupliquem todas as estradas.
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13 janeiro 2009
amar é...
Bem amigos, cá estou eu de volta.
Hoje eu gostaria de falar de um tema que é bastante corriqueiro para mim, mas que as vezes é desconhecido por alguns dos meus colegas (os homens, a maioria, mas também pelas mulheres): o romantismo.
Sou um romântico por natureza. Não sei como isso nasceu em mim, mas faz parte do meu dia-a-dia há muito tempo. Talvez eu tenha mergulhado nesse universo atípico do romantismo pelas dificuldades que um "gordinho bonitinho, mas que é só meu amigo" teve durante uma adolescencia de poucos relacionamentos amorosos.
Por sair atrás dos meus amigos no quesito beleza/formozura, eu precisava me superar para "ganhar" a mulherada nas atitudes... na lábia mesmo. Por isso (e por outros motivos) sempre fui avesso à baladas. Na balada voce ganha a mulher no visual, sem muito tempo para a conversa, a conquista. Gordinhos e gordinhas, feios e feias sofrem meus amigos, tenham certeza disso.
Imerso num universo de romantismo, tendo como parceiros insubstituíveis o rei Roberto Carlos e o mestre Vinicius de Moraes (um popular, outro literato) costrui minha carreira como romântico.
Assim ganhei algumas gatinhas (outras nem tanto), mas sempre pessoas agradáveis, com conteúdo e boas de se conviver. A última delas (última mesmo, literalmente) foi minha Daniele.
Me divertia quando no começo do namoro ouvi várias amigas delas dizendo que meus galanteios, minhas flores, minhas poesias e gentilezas teriam prazo de validade curto. Que eu seria assim só no começo do namoro. Deixo a pergunta no ar, para que ela responda (se um dia aparecer por aqui). Mudei? A maioria, ou todos, os namorados e maridos das amigas delas mudaram... eu não.
Sou assim. Gosto de amar e de deixar isso bem claro. Confesso também que gosto de sofrer por amor. Fico até mais inspirado. Mas, por outro lado, espero não mais sentir isso. Deixo esse meu lado "doente de amor" para os módões sertanejos que tanto gosto.
Enfim... puxei este tema para comunicar a quem me lê que há cerca de cinco dias eu fiquei noivo da Daniele. Pensei, pensei e pensei muito em como tornar o momento inesquecível para mim e para ela. Combinei com um casal de amigos (Leandro e Patricia, obrigado por tudo). Eles levaram as alianças durante a viagem que fizemos a Foz do Iguaçu. Depois de três dias tensos (para mim, já que ela não sabia de nada), fomos nas cataratas, do lado argentino. Como a Garganta do Diabo ao fundo (esquisito para se iniciar o que promete ser um matrimônio não?), pedi a mão dela em casamento. Turistas aplaudiram e uma delas, uma simpática chilena, até chorou.
O amor, definitivamente, está no ar. Mas também nas águas daquela maravilha da natureza chamada Cataratas do Iguaçu.
Experimente o romantismo amigo (a) leitor (a). Eu pratico todos os dias, pois como diria o REI, "Sou aquele amante à moda antiga... do tipo que ainda manda flores".

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Hoje eu gostaria de falar de um tema que é bastante corriqueiro para mim, mas que as vezes é desconhecido por alguns dos meus colegas (os homens, a maioria, mas também pelas mulheres): o romantismo.
Sou um romântico por natureza. Não sei como isso nasceu em mim, mas faz parte do meu dia-a-dia há muito tempo. Talvez eu tenha mergulhado nesse universo atípico do romantismo pelas dificuldades que um "gordinho bonitinho, mas que é só meu amigo" teve durante uma adolescencia de poucos relacionamentos amorosos.
Por sair atrás dos meus amigos no quesito beleza/formozura, eu precisava me superar para "ganhar" a mulherada nas atitudes... na lábia mesmo. Por isso (e por outros motivos) sempre fui avesso à baladas. Na balada voce ganha a mulher no visual, sem muito tempo para a conversa, a conquista. Gordinhos e gordinhas, feios e feias sofrem meus amigos, tenham certeza disso.
Imerso num universo de romantismo, tendo como parceiros insubstituíveis o rei Roberto Carlos e o mestre Vinicius de Moraes (um popular, outro literato) costrui minha carreira como romântico.
Assim ganhei algumas gatinhas (outras nem tanto), mas sempre pessoas agradáveis, com conteúdo e boas de se conviver. A última delas (última mesmo, literalmente) foi minha Daniele.
Me divertia quando no começo do namoro ouvi várias amigas delas dizendo que meus galanteios, minhas flores, minhas poesias e gentilezas teriam prazo de validade curto. Que eu seria assim só no começo do namoro. Deixo a pergunta no ar, para que ela responda (se um dia aparecer por aqui). Mudei? A maioria, ou todos, os namorados e maridos das amigas delas mudaram... eu não.
Sou assim. Gosto de amar e de deixar isso bem claro. Confesso também que gosto de sofrer por amor. Fico até mais inspirado. Mas, por outro lado, espero não mais sentir isso. Deixo esse meu lado "doente de amor" para os módões sertanejos que tanto gosto.
Enfim... puxei este tema para comunicar a quem me lê que há cerca de cinco dias eu fiquei noivo da Daniele. Pensei, pensei e pensei muito em como tornar o momento inesquecível para mim e para ela. Combinei com um casal de amigos (Leandro e Patricia, obrigado por tudo). Eles levaram as alianças durante a viagem que fizemos a Foz do Iguaçu. Depois de três dias tensos (para mim, já que ela não sabia de nada), fomos nas cataratas, do lado argentino. Como a Garganta do Diabo ao fundo (esquisito para se iniciar o que promete ser um matrimônio não?), pedi a mão dela em casamento. Turistas aplaudiram e uma delas, uma simpática chilena, até chorou.
O amor, definitivamente, está no ar. Mas também nas águas daquela maravilha da natureza chamada Cataratas do Iguaçu.
Experimente o romantismo amigo (a) leitor (a). Eu pratico todos os dias, pois como diria o REI, "Sou aquele amante à moda antiga... do tipo que ainda manda flores".

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02 janeiro 2009
2009...
Minha gente. Obrigado pelas inúmeras visitas desde 2008 que já foi. Desculpem-me se as vezes voces deram com a "cara na porta",sem novas atualizações. Espero que 2009 seja bem melhor para todos... que seja único... inesquecível.
Entro em férias do blog hoje, mas volto em no máximo 15 dias. Voltem, por favor.
abraços para todos. Obrigado pelo carinho de sempre.
Entro em férias do blog hoje, mas volto em no máximo 15 dias. Voltem, por favor.
abraços para todos. Obrigado pelo carinho de sempre.
26 dezembro 2008
cisne lôco...
Pra quem não sabe, o caboclo aqui tem quase 27 anos completos (faltam menos de dois meses para tal). Moro no mesmo lugar, na minha amada Curitiba, há quase 27 anos (faltam menos de dois meses para tal). E durante esse tempo todo, defendendo com unhas e dentes as maravilhas da minha cidade, demorei quase 27 anos completos (faltando menos de dois meses para tal) para aproveitar um dos cartões postais mais famosos.
Dia desses tive a oportunidade de andar no pedalinho do Parque Barigui. Foi uma aventura muito bacana, principalmente por vivê-la ao lado da minha amada. Tirando o fato de que castiguei meu joelho no apertado espaço reservado para o motorista daquele cisne loco, mas o passeio valeu a pena.
Para quem ainda não fez isso, sempre há tempo. Boa pedida para essa época do ano, principalmente para quem, assim como eu, está de férias. Conheça Curitiba a fundo... voce não irá se arrepender.
17 dezembro 2008
deusa...
Memória privilegiada
Você em toda parte
Onipresente.
Saudade rotineira
Ao cair da tarde
Onipotente.
Sabes que te amo
Já não faço alarde
Onisciente.
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Você em toda parte
Onipresente.
Saudade rotineira
Ao cair da tarde
Onipotente.
Sabes que te amo
Já não faço alarde
Onisciente.
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08 dezembro 2008
bicho homem...
É sabido por todos que o ser humano é o animal mais completo da nossa fauna mundial. Essa qualidade se justifica pela grande habilidade de reunir dentro de si mesmo uma série de características popularmente relacionadas a alguns de seus parentes do reino animal.
Em rápido resumo, o homem é o bicho mais burro que existe (tá, não me venham com aquele papo que o Burro é trabalhador, blá blá blá. Notem que citei características POPULARMENTE associadas a outros animais). Certo. O homem é burro em muitos aspectos, principalmente quando se trata do amor. Homem amando é JACU de Burro. Dá até nojo. Faz cada cagada que impressiona, mas se dedica 100% à amada (pelo menos na teoria).
Homem também é traiçoeiro, como uma cobra. Venenoso, como uma aranha (Ei, tô falando do bicho homem, ser humano... que pode ser usada para mulheres também, é óbvio), fanfarrão como um macaco. O homem também é PORCO quando joga lixo nas ruas e também pode ser porco quando é nojento, tarado, etc. Tem o homem Galinha, que vive biscateando por ai, o Leão, valente que só, entre outros.
Puxei o papo de hoje por ai para ilustrar (??? A foto já não se ilustra sozinha???) a foto aí de baixo. Como tem muito homem ANTA que estaciona seu carro onde não deve (me incluo aí, pois cansei de parar em vagas de deficientes em supermercados e shoppings), tem o homem CAVALO para dar esse recado. O que acham desse mundo animal?
Abraços e apreciem a delicadeza, a singeleza do bicho homem...

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Em rápido resumo, o homem é o bicho mais burro que existe (tá, não me venham com aquele papo que o Burro é trabalhador, blá blá blá. Notem que citei características POPULARMENTE associadas a outros animais). Certo. O homem é burro em muitos aspectos, principalmente quando se trata do amor. Homem amando é JACU de Burro. Dá até nojo. Faz cada cagada que impressiona, mas se dedica 100% à amada (pelo menos na teoria).
Homem também é traiçoeiro, como uma cobra. Venenoso, como uma aranha (Ei, tô falando do bicho homem, ser humano... que pode ser usada para mulheres também, é óbvio), fanfarrão como um macaco. O homem também é PORCO quando joga lixo nas ruas e também pode ser porco quando é nojento, tarado, etc. Tem o homem Galinha, que vive biscateando por ai, o Leão, valente que só, entre outros.
Puxei o papo de hoje por ai para ilustrar (??? A foto já não se ilustra sozinha???) a foto aí de baixo. Como tem muito homem ANTA que estaciona seu carro onde não deve (me incluo aí, pois cansei de parar em vagas de deficientes em supermercados e shoppings), tem o homem CAVALO para dar esse recado. O que acham desse mundo animal?
Abraços e apreciem a delicadeza, a singeleza do bicho homem...
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28 novembro 2008
o tempo...
Vocês sabiam que o sinaleiro de pedestres da Aveninda Marechal Deodoro, na esquina com a Barão do Rio Branco, fica aberto exatos 34 segundos por volta das 22h30? E que o sinal para os carros que cruzam a Barão, pela Deodoro, fica aberto apenas por 26 segundos?
O que podemos concluir com esses números? Pensem bem...
Eu cheguei a conclusão que:
1) Eu realmente não tinha o que fazer quando fiquei encostado por posta de iluminação do referido cruzamento, cagando de frio, equanto esperava uma carona.
2) Que, por um pequeno espaço de tempo do dia, mesmo que seja quase madrugada, o pedestre leva vantagem sobres os carros no caótico trânsito de Curitiba.
3) A noite é deliciosa. O silêncio da noite é uma massagem para os ouvidos, mesmo que alguns carros teimem em tentar estragar a bricadeira. Risos, conversas descompromissadas de transeuntes, latidos e o uivo do vento.
4) Que eu levei 5 segundos para ter a idéia de escrever este texto, quase seis dias para resolver publicá-lo e cerca de 4 minutos e 17, 18, 19... segundos para escrevê-lo.
Um beijo pra ti, um abraço pro amigo e segue o baile... Vida bela, coisa linda.
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O que podemos concluir com esses números? Pensem bem...
Eu cheguei a conclusão que:
1) Eu realmente não tinha o que fazer quando fiquei encostado por posta de iluminação do referido cruzamento, cagando de frio, equanto esperava uma carona.
2) Que, por um pequeno espaço de tempo do dia, mesmo que seja quase madrugada, o pedestre leva vantagem sobres os carros no caótico trânsito de Curitiba.
3) A noite é deliciosa. O silêncio da noite é uma massagem para os ouvidos, mesmo que alguns carros teimem em tentar estragar a bricadeira. Risos, conversas descompromissadas de transeuntes, latidos e o uivo do vento.
4) Que eu levei 5 segundos para ter a idéia de escrever este texto, quase seis dias para resolver publicá-lo e cerca de 4 minutos e 17, 18, 19... segundos para escrevê-lo.
Um beijo pra ti, um abraço pro amigo e segue o baile... Vida bela, coisa linda.
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26 novembro 2008
é lei...
Não saber do amanhã
Nos faz mais belos
Pensar no improvável
Nos faz reais
Em cada batimento
Você surge
Graciosa, abstrata
Sua presença é presente
Que se sente
Absorve-se
Tê-la aqui, ao meu lado
Me faz querer tudo de ti
Do singelo abraço, ao quente beijo
Mal-criado que sou
Te dispo num piscar de olhos malvados
Serelepes, ousados...
Te amar virou um vício
Que é lei
Agora eu sei
Sem receios, só certezas
Que você está em mim
Constantemente
.
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Nos faz mais belos
Pensar no improvável
Nos faz reais
Em cada batimento
Você surge
Graciosa, abstrata
Sua presença é presente
Que se sente
Absorve-se
Tê-la aqui, ao meu lado
Me faz querer tudo de ti
Do singelo abraço, ao quente beijo
Mal-criado que sou
Te dispo num piscar de olhos malvados
Serelepes, ousados...
Te amar virou um vício
Que é lei
Agora eu sei
Sem receios, só certezas
Que você está em mim
Constantemente
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11 novembro 2008
abandonado...
De todo coração, é reconfortante saber que a média de leituras do meu blog se mantém a mesma, mesmo que ele esteja quase abandonado. Luto, contra mim mesmo, para tentar atualizar com mais franquencia. O problema atual é a falta total de inspiração. Como podem perceber, os dois últimos posts (apesar de extremamente importantes) foram uma enrolação pela falta de criatividade do blogueiro aqui (por favor, não desconsiderem as indicações daqueles dois blogs. São excelentes.
Aproveitando o tema, recorrente por aqui, posto duas canções que gosto muito. A primeira é de um cara sensacional. Um dos compositores de músicas românticas mais sensacional que o Brasil possui. Michael Sullivan merece um post e prometo que em breve falo mais sobre ele. Na música "Abandonada", ele divide a autoria com Paulo Sérgio Valle. A interpretação, recomendada pelo Simprão, é de Fafá de Belém.
A segunda, "Abandono" tem como interprete o Rei Roberto Carlos. Pelo que pesquisei, letra e música são dele. Ele é Rei, não preciso esmiuçar mais sobre o assunto.
Abandonada (Fafá de Belem - Composição: Michael Sullivan e Paulo Sérgio Valle)
Abandonada por você
Tenho tentado te esquecer
No fim da tarde uma paixão
No fim da noite uma ilusão
No fim de tudo, a solidão...
Apaixonada por você
Tenho tentado não sofrer
Lendo antigas poesias
Rindo em novas companhias
E chorando por você...
Mas você não vem
Nem leva com você
Toda essa saudade
Nem sei mais de mim
Onde vou assim,
Fugindo da verdade?
Abandonada por você
Apaixonada por você
Sem outro porto ou outro cais
Sobrevivendo aos temporais
Essa paixão ainda me guia...
Abandonada por você
Apaixonada por você
Eu vejo o vento te levar
Mas tenho estrelas prá sonhar
E ainda te espero todo dia...
------------------ Abandono - Roberto Carlos
Se voltar não faça espanto
Cuide apenas de você
Dê um jeito nessa casa
Ela é nada sem você
Regue as plantas na varanda
Elas devem lhe dizer
Que eu morri todos os anos
Quando esperei você
Se voltar não me censure
Eu não pude suportar
Nada entendo de abandono
Só de amor e de esperar
Olhe bem pelas vidraças
Elas devem lhe mostrar
Os caminhos do horizonte
Onde eu fui lhe procurar
Não repare na desordem
Dessa casa quando entrar
Ela diz tudo que eu sinto
De tanto lhe esperar
.
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Aproveitando o tema, recorrente por aqui, posto duas canções que gosto muito. A primeira é de um cara sensacional. Um dos compositores de músicas românticas mais sensacional que o Brasil possui. Michael Sullivan merece um post e prometo que em breve falo mais sobre ele. Na música "Abandonada", ele divide a autoria com Paulo Sérgio Valle. A interpretação, recomendada pelo Simprão, é de Fafá de Belém.
A segunda, "Abandono" tem como interprete o Rei Roberto Carlos. Pelo que pesquisei, letra e música são dele. Ele é Rei, não preciso esmiuçar mais sobre o assunto.
Abandonada (Fafá de Belem - Composição: Michael Sullivan e Paulo Sérgio Valle)
Abandonada por você
Tenho tentado te esquecer
No fim da tarde uma paixão
No fim da noite uma ilusão
No fim de tudo, a solidão...
Apaixonada por você
Tenho tentado não sofrer
Lendo antigas poesias
Rindo em novas companhias
E chorando por você...
Mas você não vem
Nem leva com você
Toda essa saudade
Nem sei mais de mim
Onde vou assim,
Fugindo da verdade?
Abandonada por você
Apaixonada por você
Sem outro porto ou outro cais
Sobrevivendo aos temporais
Essa paixão ainda me guia...
Abandonada por você
Apaixonada por você
Eu vejo o vento te levar
Mas tenho estrelas prá sonhar
E ainda te espero todo dia...
------------------ Abandono - Roberto Carlos
Se voltar não faça espanto
Cuide apenas de você
Dê um jeito nessa casa
Ela é nada sem você
Regue as plantas na varanda
Elas devem lhe dizer
Que eu morri todos os anos
Quando esperei você
Se voltar não me censure
Eu não pude suportar
Nada entendo de abandono
Só de amor e de esperar
Olhe bem pelas vidraças
Elas devem lhe mostrar
Os caminhos do horizonte
Onde eu fui lhe procurar
Não repare na desordem
Dessa casa quando entrar
Ela diz tudo que eu sinto
De tanto lhe esperar
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27 outubro 2008
eu é que não sei...
Eu tava aqui preocupado por deixar meu blog 10 dias sem atualização. Fiquei pensando em sobre o que escrever e resolvi passar pelos outros sites que tenho linkado na minha página. Cheguei ao "Eu não sei fazer poesia", do José Luiz Sykacz e relaxei. O Zé atualizou pela última vez em agosto deste ano.
Senti que se o meu amigo Luis Fernando Veríssimo das Araucárias pode, porque eu não posso? Mas gente, falando sério. Assim como falei da minha prima no post abaixo, falo hoje do Zé. Pia bom hein... Acessem o blog dele e aproveitem textos leves, engraçados e muito ricos.
Acessem o Blog "Eu não sei fazer poesia"... Vale a Pena.
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Senti que se o meu amigo Luis Fernando Veríssimo das Araucárias pode, porque eu não posso? Mas gente, falando sério. Assim como falei da minha prima no post abaixo, falo hoje do Zé. Pia bom hein... Acessem o blog dele e aproveitem textos leves, engraçados e muito ricos.
Acessem o Blog "Eu não sei fazer poesia"... Vale a Pena.
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16 outubro 2008
um abraço e o contratempo...
Um belo dia eu já recomendei aos que me lêem o blog Meu Contratempo (relacionado ali ao lado). Sinto-me obrigado a recomendá-lo novamente, pois sua autora (para sorte, minha prima) é de um talento inegável. Sensível e forte ao mesmo tempo, ela á inspiração pura e crua. Simples e brilhante ao mesmo tempo.
Pegando gancho em um dos seus últimos escritos, lembro do livro "A Último Grande Licão", de Mitch Albon. Não é um estilo de literatura que aprecio muito (na verdade é um relato real, mas numa linha quase auto-ajuda [não estou querendo rotular, longe de mim]), mas esse livro é bom demais. Me foi recomendado na aula de psicologia ou filosofia, não lembro bem, durante a faculdade de Jornalismo.
Valeu a pena, já que pude perceber algumas coisa importantes. Como abraçar meus amigos. Um gesto simples e despretencioso, mas que transmite um carinho absurdo e revela muitas coisas sobre as pessoas... Para minha surpresa, hoje minha prima postou um texto justamente sobre o assunto. Reproduzo aqui embaixo, mas por favor... prestigiem o blog dela. Vale MUITO a pena... eu garanto.
De abraçar.
...um abraço guarda um tudo,
um abraço é derrubar um muro,
abrir os portões da alma,
despir-se de mundo.
Um abraço é baixar a guarda,
permitir que dois corações unam ritmos,
que as intimidades se reconheçam,
que as digitais do corpo imprimam
marcas noutro corpo.
Abraçar é amor, é amar.
É abrir, revelar.
Abraçar é a nossa tentativa mais próxima
De um ser só, de união.
Clique AQUI e Confira o Blog Meu Contratempo
Pegando gancho em um dos seus últimos escritos, lembro do livro "A Último Grande Licão", de Mitch Albon. Não é um estilo de literatura que aprecio muito (na verdade é um relato real, mas numa linha quase auto-ajuda [não estou querendo rotular, longe de mim]), mas esse livro é bom demais. Me foi recomendado na aula de psicologia ou filosofia, não lembro bem, durante a faculdade de Jornalismo.
Valeu a pena, já que pude perceber algumas coisa importantes. Como abraçar meus amigos. Um gesto simples e despretencioso, mas que transmite um carinho absurdo e revela muitas coisas sobre as pessoas... Para minha surpresa, hoje minha prima postou um texto justamente sobre o assunto. Reproduzo aqui embaixo, mas por favor... prestigiem o blog dela. Vale MUITO a pena... eu garanto.
De abraçar.
...um abraço guarda um tudo,
um abraço é derrubar um muro,
abrir os portões da alma,
despir-se de mundo.
Um abraço é baixar a guarda,
permitir que dois corações unam ritmos,
que as intimidades se reconheçam,
que as digitais do corpo imprimam
marcas noutro corpo.
Abraçar é amor, é amar.
É abrir, revelar.
Abraçar é a nossa tentativa mais próxima
De um ser só, de união.
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08 outubro 2008
o rei do rock...
Minha gente... um belo dia de julho eu recebi esse vídeo. Encaminhado pelo amigo Alê (que é amigo do meu irmão, mas meu amigo por tabela). Ao ler o título e ver a legenda criada por quem enviou para ele, confesso que fiquei meio puto. Pô, o cara depreciava o Rei Roberto Carlos e de cara fiquei "de cara". Dizia que "rei" mesmo era o Elvis e coisa e tal.
Concordo que o Elvis foi foda. Fiz um CD com as melhores dele um belo dia e cheguei a furar o bichinho de tanto que ouvi. Mas sacanear meu ídolo Roberto Carlos eu não perdoo... Vi o vídeo. Achei bacana, mas segui com minha opinião inicial. Vi de novo, e mantive a postura. Vi mais uma vez, agora com o som no último e o nariz grudado na tela e me emocionei. Arrepiou até os pêlos do dedão do pé e só não chorei porque sou um porco insensível.
O vídeo é emocionante. A figura do Elvis, à beira da morte, impressiona. Não lembrao galã que seduzia as mulheres. É um ser gordo, suado e apodrecendo. Mas canta, encanta. Arrepia e te faz pensar que quem esteve naquela apresentacão, acompanhou o último suspiro do Rei do Rock. De um mito. De uma lenda... Continuo com o Roberto Carlos no topo da lista, mas o Elvis Presley vem logo ali, na ponta dos dedos.
Aproveitem. Se querem sentir a mesma emoção que senti, aumente o som (ou põe um fone de ouvido decente) e sinta... Vocês já devem ter ouvido essa música enquanto o Patrick Schwayze fazendo um vaso de argila enquanto encoxava a Demi Moore.
Concordo que o Elvis foi foda. Fiz um CD com as melhores dele um belo dia e cheguei a furar o bichinho de tanto que ouvi. Mas sacanear meu ídolo Roberto Carlos eu não perdoo... Vi o vídeo. Achei bacana, mas segui com minha opinião inicial. Vi de novo, e mantive a postura. Vi mais uma vez, agora com o som no último e o nariz grudado na tela e me emocionei. Arrepiou até os pêlos do dedão do pé e só não chorei porque sou um porco insensível.
O vídeo é emocionante. A figura do Elvis, à beira da morte, impressiona. Não lembrao galã que seduzia as mulheres. É um ser gordo, suado e apodrecendo. Mas canta, encanta. Arrepia e te faz pensar que quem esteve naquela apresentacão, acompanhou o último suspiro do Rei do Rock. De um mito. De uma lenda... Continuo com o Roberto Carlos no topo da lista, mas o Elvis Presley vem logo ali, na ponta dos dedos.
Aproveitem. Se querem sentir a mesma emoção que senti, aumente o som (ou põe um fone de ouvido decente) e sinta... Vocês já devem ter ouvido essa música enquanto o Patrick Schwayze fazendo um vaso de argila enquanto encoxava a Demi Moore.
28 setembro 2008
au, au, au...
Tá certo, tudo bem que eu devia ser menos preguiçoso (putz, fiquei na dúvida se preguiçoso se escrevia assim mesmo. Estranho né?) e procurar os detalhes mais precisos da informação, mas o que vale é a intenção.
Vocês viram a propaganda que anda sendo veiculada sobre doação de órgãos? Aquela que o caboclo passa na frente de uma casa e o cachorrinho sai latindo? Então, para quem não sabe, explico um pouco melhor.
O comercial começa com um cachorrinho de olhas pidoncho... Triste, o animalzinho parece tenso e à esperar alguém. Mas nada acontece. De repente, ele levanta as orelhinhas e sai correndo para o portão, como se sentisse a presença do seu dono. Latindo e abanando o rabo, ele sai para fora de casa e late efusivamente para um homem. O transeunte pára, vira de costas e faz cara de desentendido. O cachorro então percebe que não é seu dono. O homem se vira, segue andando, mas volta a olhar para trás como se já conhecesse o cachorro.
Entenderam? O lance é que o homem em questão recebeu algum órgão do antigo dono do dog, que sentiu a presença do ex-dono naquela pessoa estranha.
Sei lá... não gosto muito de cachorros. Talvez porque a partir dos anos que minha memória deixam vivos. Mas não sinto muita afeição pelos vira-latas... 90% são fedidos e lambem teus dedos do pé, normalmente quando voce está de havaianas.
Mas o comercial é espetacular. A singeleza que ele passa te contagia. Simples, sincero, honesto... enfim BELÍSSIMO. Parabéns para quem criou. E vamos doar (DEPOIS DE MORTOS OK?)
Vocês viram a propaganda que anda sendo veiculada sobre doação de órgãos? Aquela que o caboclo passa na frente de uma casa e o cachorrinho sai latindo? Então, para quem não sabe, explico um pouco melhor.
O comercial começa com um cachorrinho de olhas pidoncho... Triste, o animalzinho parece tenso e à esperar alguém. Mas nada acontece. De repente, ele levanta as orelhinhas e sai correndo para o portão, como se sentisse a presença do seu dono. Latindo e abanando o rabo, ele sai para fora de casa e late efusivamente para um homem. O transeunte pára, vira de costas e faz cara de desentendido. O cachorro então percebe que não é seu dono. O homem se vira, segue andando, mas volta a olhar para trás como se já conhecesse o cachorro.
Entenderam? O lance é que o homem em questão recebeu algum órgão do antigo dono do dog, que sentiu a presença do ex-dono naquela pessoa estranha.
Sei lá... não gosto muito de cachorros. Talvez porque a partir dos anos que minha memória deixam vivos. Mas não sinto muita afeição pelos vira-latas... 90% são fedidos e lambem teus dedos do pé, normalmente quando voce está de havaianas.
Mas o comercial é espetacular. A singeleza que ele passa te contagia. Simples, sincero, honesto... enfim BELÍSSIMO. Parabéns para quem criou. E vamos doar (DEPOIS DE MORTOS OK?)
23 setembro 2008
na veia...
Sempre fui fã dos Engenheiros do Hawaii. Nunca gostei de algum artista, jogador de futebol, banda ou coisa parecida, como gosto dos EngHaw. Já fui para fila de autógrafos em shoppings, assisti a dois shows seguidos (quase 10 no total), tirei fotos no camarim e guardo autógrafos até hoje. Recortes de jornal e tudo mais.
Minha admiração nasceu pouco antes do ano em que ela se consolidou. Ouvi o LP O Papa é Pop, lançado em 1990 (o ápice do sucesso comercial deles) até "furar". Mas foi em um show, em 1996 (??? acho que era esse o ano), quando eles fizerem um show aqui em Curitiba, na Pedreira Paulo Leminski. A atração da noite mesmo eram os Mamonas Assassinas, mas quem me comoveu foram os Engenheiros.
O CD era o Simples de Coração, o melhor na minha opinião. Talvez não o melhor tecnicamente, ou por outros fatores, mas o que reúne as músicas e a sonoridade que mais me comovem.
O ponto alto da minha relação com os engenheiros foi este ano, quando pude realziar um sonho de adolescente ao entrevistar o Gessinger e publicar uma matéria na Gazeta do Povo. Mais ainda, ao ver minha matéria linkada no site oficial deles (outro sonho de adolescente). Hoje, adulto (?????) já não tenho a mesma ingenuidade e euforia da adolescência, mas sempre me pego voltando um pouco no tempo ao ouvir meus cds dos EngHaw.
Para mostrar, e provar, que o talento deles continua o mesmo, posto a música "no meio de tudo voce". É do último CD deles "Novos Horizontes" (que alias, é o ne de uma das mais belas músicas deles. Os EngHaw deram um tempo e nem sei se voltam mais, mas para mim, certamente, serão eternos... ENGHAW na veia... Aproveitem.
no meio de tudo você (humberto gessinger)
selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é demais
quando chega em casa do trabalho quase vivo
selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é o máximo
liberdade pra escolher a cor da embalagem
nessa selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é normal
entrar na fila, comprar ingresso
pra levar porrada
no meio de tudo, você
me salva da selva...salva da selva
selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é demais
um pouco de silêncio e um copo de água pura
selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é o máximo
se o cara mente mas tem cara de honesto
nessa selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é normal
finge que não vê...diz que não foi nada
e leva mais porrada
no meio de tudo, você
me salva da selva...salva da selva
Quer ouvir a música? Clique AQUI!!!
Minha admiração nasceu pouco antes do ano em que ela se consolidou. Ouvi o LP O Papa é Pop, lançado em 1990 (o ápice do sucesso comercial deles) até "furar". Mas foi em um show, em 1996 (??? acho que era esse o ano), quando eles fizerem um show aqui em Curitiba, na Pedreira Paulo Leminski. A atração da noite mesmo eram os Mamonas Assassinas, mas quem me comoveu foram os Engenheiros.
O CD era o Simples de Coração, o melhor na minha opinião. Talvez não o melhor tecnicamente, ou por outros fatores, mas o que reúne as músicas e a sonoridade que mais me comovem.
O ponto alto da minha relação com os engenheiros foi este ano, quando pude realziar um sonho de adolescente ao entrevistar o Gessinger e publicar uma matéria na Gazeta do Povo. Mais ainda, ao ver minha matéria linkada no site oficial deles (outro sonho de adolescente). Hoje, adulto (?????) já não tenho a mesma ingenuidade e euforia da adolescência, mas sempre me pego voltando um pouco no tempo ao ouvir meus cds dos EngHaw.
Para mostrar, e provar, que o talento deles continua o mesmo, posto a música "no meio de tudo voce". É do último CD deles "Novos Horizontes" (que alias, é o ne de uma das mais belas músicas deles. Os EngHaw deram um tempo e nem sei se voltam mais, mas para mim, certamente, serão eternos... ENGHAW na veia... Aproveitem.
no meio de tudo você (humberto gessinger)
selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é demais
quando chega em casa do trabalho quase vivo
selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é o máximo
liberdade pra escolher a cor da embalagem
nessa selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é normal
entrar na fila, comprar ingresso
pra levar porrada
no meio de tudo, você
me salva da selva...salva da selva
selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é demais
um pouco de silêncio e um copo de água pura
selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é o máximo
se o cara mente mas tem cara de honesto
nessa selva
a gente se acostuma a muito pouco
a gente fica achando que é normal
finge que não vê...diz que não foi nada
e leva mais porrada
no meio de tudo, você
me salva da selva...salva da selva
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22 setembro 2008
mini-mundo...
Recebi o texto a seguir por e-mail, do jornalista multipremiado Mauri König, da Gazeta do Povo. Ele nem deve ser muito novo (o texto, nao o Mauri), mas achei bem bacana.
Segue para deleite dos amigos leitores.
A Terra em miniatura
Avaliação interessante e impressionante.
Se pudéssemos reduzir a população da Terra a uma pequena aldeia de exatamente 100 habitantes, mantendo as proporções existentes atualmente, sería algo assim:
Haveria:
- 57 asiáticos
- 21 europeus
- 8 africanos
- 4 americanos
E ainda:
- 52 mulheres
- 48 homens
- 70 não seriam brancos
- 30 seriam brancos
- 70 não cristãos
- 30 cristãos
- 89 heterossexuais
- 11 homossexuais
- 6 pessoas possuiriam 59% de toda riqueza e 6 (sim, 6 de 6) seriam norte americanos. Das 100 pessoas, 80 viveriam em condições sub-humanas. 70 não saberiam ler, 50 sofreriam de desnutrição, 1 pessoa estaria a ponto de morrer e 1 bebê estaria prestes a nascer. Só 1 (sim, só 1) teria educação universitária.
Nesta aldeia, haveria apenas 1 pessoa a possuir um computador.Ao analisar nosso mundo desta perspectiva tão reduzida, se faz mais presente a necessidade de aceitação, entendimento, e educação.
Agora pense...
- Se você se levantou nesta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte do que milhões de pessoas que não sobreviveram nesta semana.
- Se você nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado, ou a aflição da fome,então, você está melhor que 500 milhões de pessoas.
- Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto, então você é mais afortunado que 3 bilhões de pessoas no mundo.
- Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça e um lugar onde dormir, você é mais rico que 75% da população
mundial.
- Se você guarda dinheiro no banco, na carteira, e tem algumas moedas em um cofrinho... já está entre os 8% mais ricos deste mundo.
- Se seus pais ainda estão vivos e unidos, você é uma pessoa muito rara.
Segue para deleite dos amigos leitores.
A Terra em miniatura
Avaliação interessante e impressionante.
Se pudéssemos reduzir a população da Terra a uma pequena aldeia de exatamente 100 habitantes, mantendo as proporções existentes atualmente, sería algo assim:
Haveria:
- 57 asiáticos
- 21 europeus
- 8 africanos
- 4 americanos
E ainda:
- 52 mulheres
- 48 homens
- 70 não seriam brancos
- 30 seriam brancos
- 70 não cristãos
- 30 cristãos
- 89 heterossexuais
- 11 homossexuais
- 6 pessoas possuiriam 59% de toda riqueza e 6 (sim, 6 de 6) seriam norte americanos. Das 100 pessoas, 80 viveriam em condições sub-humanas. 70 não saberiam ler, 50 sofreriam de desnutrição, 1 pessoa estaria a ponto de morrer e 1 bebê estaria prestes a nascer. Só 1 (sim, só 1) teria educação universitária.
Nesta aldeia, haveria apenas 1 pessoa a possuir um computador.Ao analisar nosso mundo desta perspectiva tão reduzida, se faz mais presente a necessidade de aceitação, entendimento, e educação.
Agora pense...
- Se você se levantou nesta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte do que milhões de pessoas que não sobreviveram nesta semana.
- Se você nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado, ou a aflição da fome,então, você está melhor que 500 milhões de pessoas.
- Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto, então você é mais afortunado que 3 bilhões de pessoas no mundo.
- Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça e um lugar onde dormir, você é mais rico que 75% da população
mundial.
- Se você guarda dinheiro no banco, na carteira, e tem algumas moedas em um cofrinho... já está entre os 8% mais ricos deste mundo.
- Se seus pais ainda estão vivos e unidos, você é uma pessoa muito rara.
19 setembro 2008
de volta para o passado...
Que doideira... em 2006, no feriado de 7 de setembro, fui para a praia com os tinos (Tina e Eduardo, casal de amigos). Fiz um ou dois posts sobre a aventura, encarada em época de eleição. Candidatos, panfleteiros, muita sujeira e barulho.
ponto final...
Eis que de repente começam a surgir comentarios naquele post, sobre a briga eleitoreira atual. Alguem deve ter postado aquilo no orkut ou em algum outro blog, sei la. Mas uma discussao de anônimos e correligionários começou. Sem pé nem cabeça, mas o povo tá se degladiando lá, num post de setembro de 2006.
Essa internet impressiona as vezes.
Quanto à discussão em questão, trata-se de uma briga de cabos eleitorais do Dalmora e do Xiquinho, oposição e atual prefeito, respectivamente. Eu prefiro o Dalmora, já que o Xiquinho é da velha política que manda em Matinhos há décadas (se revezou com o Seda muitos anos). Se o Dalmora nao tem cara de político (o pai dele sim, tem mais fama de bom adminsitrador), pelo menos é sanue novo em Matinhos.
Volto em breve para comentarios políticos. Ando querendo falar sobre isso, mas tem faltado coragem para abordar assunto enjoativo como esse.
ponto final...
Eis que de repente começam a surgir comentarios naquele post, sobre a briga eleitoreira atual. Alguem deve ter postado aquilo no orkut ou em algum outro blog, sei la. Mas uma discussao de anônimos e correligionários começou. Sem pé nem cabeça, mas o povo tá se degladiando lá, num post de setembro de 2006.
Essa internet impressiona as vezes.
Quanto à discussão em questão, trata-se de uma briga de cabos eleitorais do Dalmora e do Xiquinho, oposição e atual prefeito, respectivamente. Eu prefiro o Dalmora, já que o Xiquinho é da velha política que manda em Matinhos há décadas (se revezou com o Seda muitos anos). Se o Dalmora nao tem cara de político (o pai dele sim, tem mais fama de bom adminsitrador), pelo menos é sanue novo em Matinhos.
Volto em breve para comentarios políticos. Ando querendo falar sobre isso, mas tem faltado coragem para abordar assunto enjoativo como esse.
12 setembro 2008
contra a censura...
Este post terá um tom de protesto. Não que eu precise avisar isso antecipadamente, mas quero deixar bem claro.
Essa semana um amigo enfrentou uma situação inusitada. Estudante de jornalismo na metade do terceiro ano, ele é um cara inteligente, esforçado e determinado. Tem excelentes iniciativas e aparenta estar traçando um caminho promissor no jornalismo. Na ânsia de desenvolver suas habilidade, criou um site para falar das coisas da sua cidade, especificamente, Colombo.
Fala de amenidades, reescreve releases e exercita o seu futuro ofício de viver da escrita. Mas decidiram calar sua voz (bonito isso né?).
De repente ele recebeu uma carta do Sindicato dos Jornalistas do Paraná pedindo que ele justifique e apresente o nome e número de registro do jornalista responsável. Alegando ter recebido denúncia de que o site estaria praticando jornalismo irregularmente, deu prazo de 20 dias para ele se pronunciar, sob pena de ver a denuncia ser encaminhada ao Ministério do Trabalho para sanções cabíveis.
Thiago Costa é o nome da fera. Piá bom, prestativo e parceiro. Quase abandonou o barco dia desses, mas conseguimos demove-lo da idéia, acredito que o jornalismo é dom e carma.
O Sindicato dos Jornalistas, como se não tivesse coisas mais importantes para se preocupar, pediu a retirada do site do ar. O Thiago escreve os textos do Diário de Colombo no pouco tempo que lhe resta entre a faculdade pela manhã e o trabalho na Gazeta do Povo durante a noite, como treinee. Escreve do quarto dele, do seu computador pessoal.
Qual é o objetivo desta atitude do sindicato? Preservar o nosso direito de jornalistas registrados? Ou mostrar que está atento a tudo, numa demosntração desnecessária de zelo? O cara escreve por prazer. Não ganha um centavo com isso.
A justificativa do funcionário do sindicato é que Thiago escreve os textos com Lead. Para quem não sabe, lead é uma palavrinha que significa uma ferramenta da escrita que responde as perguntas O que? Quando? Onde? Como? e Porque? logo no primeiro parágrafo dos textos. Coisa que se ensina na faculdade.
Ou seja, eles reclamaram e proibiram o Thiago de escrever porque ele começa os texos com o LEAD. Diz o sindicato que se o texto fosse um diálogo, não haveria problema, ou "não estariamos tento essa conversa", como falou o membro do sindicato. Outra coisa, medidas cabíveis? Fico imaginando o pessoal do ministério do trabalho lacrando o quarto do Thiago, que é de onde ele escreve. Seria engraçado.
A que conclusão eu chego. Sinceramente achei errada a postura do sindicato. Realmente achei desnecessária uma medida como essa de proibir um exercício de escrever. Acho que eles deviam incentivar atitudes como a do Thiago, que sem pretenção, resolveu falar das coisas da sua gente, comunicar. Simplesmente comunicar.
Respeito muito o pessoal do sindicato, mas acho que tudo poderia ter sido resolvido com uma conversa. Com um aconselhamento. Escrever (seja na faculdade, ou no mercado de trabalho), é um prazer, um dom, um carma. Não se pode impedir ninguem de se expressar. Espero que tudo se resolve bem.
Essa semana um amigo enfrentou uma situação inusitada. Estudante de jornalismo na metade do terceiro ano, ele é um cara inteligente, esforçado e determinado. Tem excelentes iniciativas e aparenta estar traçando um caminho promissor no jornalismo. Na ânsia de desenvolver suas habilidade, criou um site para falar das coisas da sua cidade, especificamente, Colombo.
Fala de amenidades, reescreve releases e exercita o seu futuro ofício de viver da escrita. Mas decidiram calar sua voz (bonito isso né?).
De repente ele recebeu uma carta do Sindicato dos Jornalistas do Paraná pedindo que ele justifique e apresente o nome e número de registro do jornalista responsável. Alegando ter recebido denúncia de que o site estaria praticando jornalismo irregularmente, deu prazo de 20 dias para ele se pronunciar, sob pena de ver a denuncia ser encaminhada ao Ministério do Trabalho para sanções cabíveis.
Thiago Costa é o nome da fera. Piá bom, prestativo e parceiro. Quase abandonou o barco dia desses, mas conseguimos demove-lo da idéia, acredito que o jornalismo é dom e carma.
O Sindicato dos Jornalistas, como se não tivesse coisas mais importantes para se preocupar, pediu a retirada do site do ar. O Thiago escreve os textos do Diário de Colombo no pouco tempo que lhe resta entre a faculdade pela manhã e o trabalho na Gazeta do Povo durante a noite, como treinee. Escreve do quarto dele, do seu computador pessoal.
Qual é o objetivo desta atitude do sindicato? Preservar o nosso direito de jornalistas registrados? Ou mostrar que está atento a tudo, numa demosntração desnecessária de zelo? O cara escreve por prazer. Não ganha um centavo com isso.
A justificativa do funcionário do sindicato é que Thiago escreve os textos com Lead. Para quem não sabe, lead é uma palavrinha que significa uma ferramenta da escrita que responde as perguntas O que? Quando? Onde? Como? e Porque? logo no primeiro parágrafo dos textos. Coisa que se ensina na faculdade.
Ou seja, eles reclamaram e proibiram o Thiago de escrever porque ele começa os texos com o LEAD. Diz o sindicato que se o texto fosse um diálogo, não haveria problema, ou "não estariamos tento essa conversa", como falou o membro do sindicato. Outra coisa, medidas cabíveis? Fico imaginando o pessoal do ministério do trabalho lacrando o quarto do Thiago, que é de onde ele escreve. Seria engraçado.
A que conclusão eu chego. Sinceramente achei errada a postura do sindicato. Realmente achei desnecessária uma medida como essa de proibir um exercício de escrever. Acho que eles deviam incentivar atitudes como a do Thiago, que sem pretenção, resolveu falar das coisas da sua gente, comunicar. Simplesmente comunicar.
Respeito muito o pessoal do sindicato, mas acho que tudo poderia ter sido resolvido com uma conversa. Com um aconselhamento. Escrever (seja na faculdade, ou no mercado de trabalho), é um prazer, um dom, um carma. Não se pode impedir ninguem de se expressar. Espero que tudo se resolve bem.
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