12 agosto 2009
06 agosto 2009
vivendo a gripe...
Sem sacanagem. Podem me criticar, se assim preferirem. Mas acho esse lance todo de gripe suína uma grande babaquice. Se voce tem algum parente querido que morreu, sinto muito. Muito mesmo. Mas morre gente todo dia e ninguém não dá nem pelota para isso.
A melhor que vi nessa onda toda de gripe foi aquela. Morreram meia dúzia de gripe no mês e todo mundo já quer colocar máscara. Morrem meia dúzia por hora de Aids e neguinho não encapa o malandrão.
Reclamam que a mídia esconde coisas sobre a gripe, mas pera aí. É por causa dessa mesma mídia - e de uma série de outros interessados - que todos se tornaram paranóicos. Eu queria ser dono do "Da ilha"... besteira essa onde de lavar as mãos a cada cinco minutos. Quer dizer que todos assumem que eram porcos e que não tinham o hábito de lavar mas mãos antes da gripe? Porcos... porcos e hipócritas.
Já ouvi gente falando - e não era bricandeira não - que nem cumprimenta mais as pessoas com medo de pegar a gripe. HA HA HA. Se curitibano já tem a fama de antipático - que, alíás, acho essa história ridícula também - agora ferrou tudo.
Hoje encontrei uma grande amiga na rua. Eu no carro, ela na calçada. Num impulso impensado em tempos de gripe ela se jogou de cabeça literalmente dentro da janela do carro e me beijou. Um carinho que causaria revolta hoje em dia. Reitrbui e trocamos mais essa carinho na hora da despedida (carinho de amigos viu, povo malicioso). Não peguei gripe... ainda? Capaz...
E tem outra janela aberta é outra paranóia. To vendo gente pegar resfriado porque encana um vento desgraçado na redação da Gazeta. Não, gripe, mas resfriado mesmo. Francamente...
As pessoas sempre acham motivos para deixar de viver e aproveitar a vida. Se fechar com medo de um gripe é só mais um capítulo dessa história. Eu vivo...
A melhor que vi nessa onda toda de gripe foi aquela. Morreram meia dúzia de gripe no mês e todo mundo já quer colocar máscara. Morrem meia dúzia por hora de Aids e neguinho não encapa o malandrão.
Reclamam que a mídia esconde coisas sobre a gripe, mas pera aí. É por causa dessa mesma mídia - e de uma série de outros interessados - que todos se tornaram paranóicos. Eu queria ser dono do "Da ilha"... besteira essa onde de lavar as mãos a cada cinco minutos. Quer dizer que todos assumem que eram porcos e que não tinham o hábito de lavar mas mãos antes da gripe? Porcos... porcos e hipócritas.
Já ouvi gente falando - e não era bricandeira não - que nem cumprimenta mais as pessoas com medo de pegar a gripe. HA HA HA. Se curitibano já tem a fama de antipático - que, alíás, acho essa história ridícula também - agora ferrou tudo.
Hoje encontrei uma grande amiga na rua. Eu no carro, ela na calçada. Num impulso impensado em tempos de gripe ela se jogou de cabeça literalmente dentro da janela do carro e me beijou. Um carinho que causaria revolta hoje em dia. Reitrbui e trocamos mais essa carinho na hora da despedida (carinho de amigos viu, povo malicioso). Não peguei gripe... ainda? Capaz...
E tem outra janela aberta é outra paranóia. To vendo gente pegar resfriado porque encana um vento desgraçado na redação da Gazeta. Não, gripe, mas resfriado mesmo. Francamente...
As pessoas sempre acham motivos para deixar de viver e aproveitar a vida. Se fechar com medo de um gripe é só mais um capítulo dessa história. Eu vivo...
27 julho 2009
o fantasma voltou...
Amigos, hoje cá estou por um motivo especial. Qual? Se esforcem um pouco e cliquem no link abaixo para curtir um pouco da minah emoção. Viva o Fantasma...
xxxx
No dia de Nossa Senhora de Sant’ana, padroeira de Ponta Grossa, o Operário Ferroviário reconquistou seu lugar na elite do futebol paranaense. Precisando de apenas um ponto para conseguir a volta à Série Ouro, o time de Vila Oficinas jogou apenas para o gasto contra a Portuguesa Londrinense e empatou em 0 a 0. Resultado mais do que suficiente para fazer o apaixonado torcedor, que lotou as arquibancadas do estádio Germano Krüger mesmo debaixo de muita chuva, desengasgar, soltar o grito e comemorar a classificação.
“Foi muito bonito. É uma vitória que estava entalada na garganta do torcedor há 15 anos. Foi demais mesmo”, disse o técnico Norberto Lemos, por telefone, à Gazeta do Povo. “Todos levam essa conquista como um desabafo. Estamos há quatro jogos sem levar gols e os resultados que tivemos fora de casa foram fundamentais. Foi uma guerra hoje, com campo molhado e estádio cheio. Teve gente que ficou para fora, pois não tinha mais lugar”, completou.
CLIQUE AQUI e Leia matéria completa
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No dia de Nossa Senhora de Sant’ana, padroeira de Ponta Grossa, o Operário Ferroviário reconquistou seu lugar na elite do futebol paranaense. Precisando de apenas um ponto para conseguir a volta à Série Ouro, o time de Vila Oficinas jogou apenas para o gasto contra a Portuguesa Londrinense e empatou em 0 a 0. Resultado mais do que suficiente para fazer o apaixonado torcedor, que lotou as arquibancadas do estádio Germano Krüger mesmo debaixo de muita chuva, desengasgar, soltar o grito e comemorar a classificação.
“Foi muito bonito. É uma vitória que estava entalada na garganta do torcedor há 15 anos. Foi demais mesmo”, disse o técnico Norberto Lemos, por telefone, à Gazeta do Povo. “Todos levam essa conquista como um desabafo. Estamos há quatro jogos sem levar gols e os resultados que tivemos fora de casa foram fundamentais. Foi uma guerra hoje, com campo molhado e estádio cheio. Teve gente que ficou para fora, pois não tinha mais lugar”, completou.
CLIQUE AQUI e Leia matéria completa
13 julho 2009
ele é o cara...
O blogueiro que sempre que fica ausente de seu blog e vem com um texto pedindo desculpas, não é blogueiro. Eu tenho vontade de ser. Quem sabe eu até consiga um dia, mudando algumas rotinas e me tornando um cara mais organizado, mais comprometido até. E, principalmente, MENOS PREGUIÇOSO.
De qualquer forma, cá estou. Aos poucos que me seguem, agradeço o carinho de sempre. Aos visitantes de ocasião, sejam bem vindos.
.....
Darei a vocês um pequeno pitaco sobre o mega show do Rei, gravado semana passada no Maracanã. Por uma infelicidade profissional (leia-se fazer um jogo do Paraná, horrível, às 21h de sábado, com o meu tricolor tomando cinco côcos do Atlético Goianiense), acabei perdendo parte do show do Rei. Minha tristeza, obviamnte, não para aí. Eu queria estar lá, no meio daquela renca de gente, testemunhando este momento épico.
Consegui pegar boa parte do show, Ver e ouvir canções pouco cantadas pelo rei em seus shows foi muito emocionante. Assisti a uma parte do espetaculo, tendo que me dividir entre a repercussão do jogo e a TV. Quando não dava uma mirada no vídeo, ouvia o Rei encantando. O momento mais emocionante,. que me fisgou mesmo e me encheu os olhos de lágrimas, foi o momento em que o Rei chamou o tremendão Erasmo Carlos ao palco. A amizade dos dois, regadas às erasmisses, é tocante. Se não estivesse na labuta, eu teria chorado. Arrepiado dos pés à cabeça.
Espero, MUITO ansioso, por esse show em DVD e pelo show dele aqui em Curitiba. Farei um empréstimo, se for preciso. Mas VOU AO SHOW, doa a quem doer. Não perco por nada.
Fica o convite... VAMOS????
.
De qualquer forma, cá estou. Aos poucos que me seguem, agradeço o carinho de sempre. Aos visitantes de ocasião, sejam bem vindos.
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Darei a vocês um pequeno pitaco sobre o mega show do Rei, gravado semana passada no Maracanã. Por uma infelicidade profissional (leia-se fazer um jogo do Paraná, horrível, às 21h de sábado, com o meu tricolor tomando cinco côcos do Atlético Goianiense), acabei perdendo parte do show do Rei. Minha tristeza, obviamnte, não para aí. Eu queria estar lá, no meio daquela renca de gente, testemunhando este momento épico.
Consegui pegar boa parte do show, Ver e ouvir canções pouco cantadas pelo rei em seus shows foi muito emocionante. Assisti a uma parte do espetaculo, tendo que me dividir entre a repercussão do jogo e a TV. Quando não dava uma mirada no vídeo, ouvia o Rei encantando. O momento mais emocionante,. que me fisgou mesmo e me encheu os olhos de lágrimas, foi o momento em que o Rei chamou o tremendão Erasmo Carlos ao palco. A amizade dos dois, regadas às erasmisses, é tocante. Se não estivesse na labuta, eu teria chorado. Arrepiado dos pés à cabeça.
Espero, MUITO ansioso, por esse show em DVD e pelo show dele aqui em Curitiba. Farei um empréstimo, se for preciso. Mas VOU AO SHOW, doa a quem doer. Não perco por nada.
Fica o convite... VAMOS????
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02 julho 2009
confiança...
Isso que é confiança. Madrugada em Curitiba, cruzamento entra a Riachuelo com a Barão do Cerro Azul, em frente a Escola Estadual Tiradentes (local onde passei anos excelentes da 5ª até a 8ª série. Chove, faz frio. O vidro do carro, como sempre embaçado. Papo bom, mas fora de hora. Odeio falar de futebol fora do trabalho.
No cruzamento, o senhor simpático que dirige o taxi e defende o seu Atlético Paranaense com toda a força, entre um xingão para o Rafael Moura e um elogio para o Wallyson, sem cerimônia dispara, já no meio do cruzamento, sem chances de mudar a rota: "Vai alí meu filho, não estou vendo nada!"
:0
Emoção né? Quem precisa de Montanha Russa?
.
No cruzamento, o senhor simpático que dirige o taxi e defende o seu Atlético Paranaense com toda a força, entre um xingão para o Rafael Moura e um elogio para o Wallyson, sem cerimônia dispara, já no meio do cruzamento, sem chances de mudar a rota: "Vai alí meu filho, não estou vendo nada!"
:0
Emoção né? Quem precisa de Montanha Russa?
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25 junho 2009
diva caymmi...
Sou um cara esquisito. Confesso, sem muita vergonha. Já disse aqui, por vezes, que uma das minhas qualidades (daquelas que você consegue exaltar de si próprio) é o gosto musical eclético. Uma olhadela rápida ali nos arquivos mostra que já falei aqui sobre os mais variados estilos, desde o sempre presente sertanejo, do caipira, do rock, do pop, da MP, da bossa nova, do samba.
E não falei deles por querer manter um rótulo de "cara com a mente aberta". Falo porque gosto, porque escuto mesmo. Por que no meu porta cds e nos meus arquivos (cabe ressaltar que tenho um arquivo herdado da falecida rádio Independência, então calculem o tanto de músicas) todos os estilos. Não sei o que seria da minha vida sem música.
Me acompanha desde que acordo, até a hora em que vou dormir. No carro, em casa, até no banheiro (graças a um mimo importado dado por mamãe. O rádio vai até para o banho comigo). Enfim... eu sou musical.
Posto abaixo, para deleite daqueles "mentes abertas" que também gostam de música, o vídeo com a apresentação da diva Nana Caymmi, no especial "Elas Cantam Roberto". Coisa linda... de se emocionar. Ela foi a melhor canção composta por Dorival Caymmi.
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E não falei deles por querer manter um rótulo de "cara com a mente aberta". Falo porque gosto, porque escuto mesmo. Por que no meu porta cds e nos meus arquivos (cabe ressaltar que tenho um arquivo herdado da falecida rádio Independência, então calculem o tanto de músicas) todos os estilos. Não sei o que seria da minha vida sem música.
Me acompanha desde que acordo, até a hora em que vou dormir. No carro, em casa, até no banheiro (graças a um mimo importado dado por mamãe. O rádio vai até para o banho comigo). Enfim... eu sou musical.
Posto abaixo, para deleite daqueles "mentes abertas" que também gostam de música, o vídeo com a apresentação da diva Nana Caymmi, no especial "Elas Cantam Roberto". Coisa linda... de se emocionar. Ela foi a melhor canção composta por Dorival Caymmi.
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19 junho 2009
jornalistas...
Desculpem-me. Eu sei que cada um tem os seus problemas, mas sinceramente é um absurdo revogarem a obrigatoriedade do diploma para a profissão de jornalista. É evidente que tem gente que sabe escrever sem precisar ir para a faculdade, mas é ridículo OFICIALIZAR a banalização do profissional de comunicação. A troco de que inventaram essa agora?
Só passa pela minha cabeça privilegiar parentes e amigos de políticos... oficializar o abuso dos baixos salários. Agora vão inventar de pagar 500 reais para um cara escrever no lugar de um jornalista devidamente diplomado, por uma jornada de trabalho bem superior a antiga.
Não é fácil lidar com a responsabilidade de formar opiniões meus amigos e sei que isso não se aprende na faculdade. Mas deixar de exigir o diploma é uma afronta à essa classe que tanto contribuiu para que o país deixase de ser um mar de corrupão.
Uma classe marginalizada. Que é espizinhada se publica uma nota errada, com uma vírugula errada ou com um acento faltando. Mas que quando desmonta uma tramóia, revela uma corrupção e aponta escândalos, nunca é lembrado. Que jornalista teve fama e reconhecimento por seus feitos. Muito poucos ou quase nada.
Agora, nem classe é. Nem profissão é. Qualquer um pode ser jornalista, mas poucos são ou serão JORNALISTAS.
Só passa pela minha cabeça privilegiar parentes e amigos de políticos... oficializar o abuso dos baixos salários. Agora vão inventar de pagar 500 reais para um cara escrever no lugar de um jornalista devidamente diplomado, por uma jornada de trabalho bem superior a antiga.
Não é fácil lidar com a responsabilidade de formar opiniões meus amigos e sei que isso não se aprende na faculdade. Mas deixar de exigir o diploma é uma afronta à essa classe que tanto contribuiu para que o país deixase de ser um mar de corrupão.
Uma classe marginalizada. Que é espizinhada se publica uma nota errada, com uma vírugula errada ou com um acento faltando. Mas que quando desmonta uma tramóia, revela uma corrupção e aponta escândalos, nunca é lembrado. Que jornalista teve fama e reconhecimento por seus feitos. Muito poucos ou quase nada.
Agora, nem classe é. Nem profissão é. Qualquer um pode ser jornalista, mas poucos são ou serão JORNALISTAS.
15 junho 2009
até quando???
Há 27 anos frequento o litoral paranaense. Como bom bairrista que sou, sempre defendi as "coisas do Paraná" acima de tudo. Tenho orgulho do meu estado (da minha cidade) e me dói quando alguém fala mal de um deles. Apesar de conhecer de perto as belezes do litoral vizinho (Santa Catarina), não abro mão das nossas praias. Por "n" fatores (inclusive o financeiro, é claro).
Durante pelo menos 17 destes 27 anos (tempo em que já tinha o discernimento das coisas) percebo o completo e total descaso de todos os poderes com o nosso litoral. Vi inúmeros políticos se elegerem as custas de prometidas reformas e revitalizações que nunca aconteceram. Vi milheres de toneladas de areia (que representam outros milhões de REAIS) serem literalmente despejados no mar para as famosas engordas, que no final das contas nunca adiantaram "lhufas".
Já debati sobre várias idéias com parentes e amigos, tentando buscar uma solução para as constantes ressacas e praias diminutas de matinhos. Desde a construção de barreiras de concreto para quebrar as ondas, engordamento radical da praia, até a destruição de todos os imóveis da orla, muitos construídos ilegalmente, em áreas onde não seria permitido construções.
Da mesma forma e com a mesma intensidade, vi diversas propostas para transformar nosso litoral em algo atrativo fora de temporada. Eventos, feiras, shows. Vida fora da temporada. É possível e todos nós sabemos, mas interessa aos "peixões"? Até quando dividiremos espaço nas águas de Matinhos com os clorifórmios fecais? Com o lixo? com pedras, paus e pedaços de arames das barreiras de contenção se enroscando nos seus pés?
Cansei de ver o mar invadindo o calçadão de Matinhos. Cansei de ver o vandalismo de um povo pequeno, que quando o mar não destrói, se encarrega de fazê-lo. Cansei de ver os governantes de matinhos privilegiando os mais ricos, deixando a orla de Caiobá mais bonita, esquecendo os pobres do Sertãozinho, do Tabuleiro e da Matinhos dos pescadores. Cansei e diante dessas imagens, pergunto...
ATÉ QUANDO?
Durante pelo menos 17 destes 27 anos (tempo em que já tinha o discernimento das coisas) percebo o completo e total descaso de todos os poderes com o nosso litoral. Vi inúmeros políticos se elegerem as custas de prometidas reformas e revitalizações que nunca aconteceram. Vi milheres de toneladas de areia (que representam outros milhões de REAIS) serem literalmente despejados no mar para as famosas engordas, que no final das contas nunca adiantaram "lhufas".
Já debati sobre várias idéias com parentes e amigos, tentando buscar uma solução para as constantes ressacas e praias diminutas de matinhos. Desde a construção de barreiras de concreto para quebrar as ondas, engordamento radical da praia, até a destruição de todos os imóveis da orla, muitos construídos ilegalmente, em áreas onde não seria permitido construções.
Da mesma forma e com a mesma intensidade, vi diversas propostas para transformar nosso litoral em algo atrativo fora de temporada. Eventos, feiras, shows. Vida fora da temporada. É possível e todos nós sabemos, mas interessa aos "peixões"? Até quando dividiremos espaço nas águas de Matinhos com os clorifórmios fecais? Com o lixo? com pedras, paus e pedaços de arames das barreiras de contenção se enroscando nos seus pés?
Cansei de ver o mar invadindo o calçadão de Matinhos. Cansei de ver o vandalismo de um povo pequeno, que quando o mar não destrói, se encarrega de fazê-lo. Cansei de ver os governantes de matinhos privilegiando os mais ricos, deixando a orla de Caiobá mais bonita, esquecendo os pobres do Sertãozinho, do Tabuleiro e da Matinhos dos pescadores. Cansei e diante dessas imagens, pergunto...
ATÉ QUANDO?
09 junho 2009
curtinhas...
- Como permitem uma loja do tamanho da Marisa, no centro de Curitiba, não ter banheiros para clientes. Pior. PErguntei para a atendente: "Vocês tem banheiros?" Ela respondeu: "Só para funcionários". Repliquei: "Ah tá, eu não faço xixi?" Ela respondeu: ".....", me olhando com cara de tacho. Isso é o cúmulo. Todo tipo de comércio, serviços, deveria ser obrigado a ter o mínimo de infraestrutura. Deu vontade de ir a um provador e mijar no cantinho... vou te contar, viu?
- Cena do trânsito curitibano, que caminha a passos largos para o caos. As mulheres, não sei porque (oh Deus, me explique porque) não dão a vez no trânsito. São capazes de acelerar, só para não ser gentil. Nunca vi. Hoje, na XV, uma mulher tentava pedir para uma senhora esperar que uma Kombi da sua loja tentava sair. A motorista olhava para o horizonte, fingindo não perceber. A moça fez gestos, assobiou e por fim gritou. A dona virou para ela com uma cara de raiva e acelerou, fechando o último espaço existente na rua.
Ah... a comerciante não teve dúvidas e com toda a boa educação que recebeu, disparou: "Oh sua feia!!!". Eu me parti de rir, arrancando risos do motorista da referida Kombi. A dona saiu cantando os oneus e quase morreu com o carro, afinal, machismo à parte, mulher não sabe cantar pneu (hehehe).
- Cena do trânsito curitibano, que caminha a passos largos para o caos. As mulheres, não sei porque (oh Deus, me explique porque) não dão a vez no trânsito. São capazes de acelerar, só para não ser gentil. Nunca vi. Hoje, na XV, uma mulher tentava pedir para uma senhora esperar que uma Kombi da sua loja tentava sair. A motorista olhava para o horizonte, fingindo não perceber. A moça fez gestos, assobiou e por fim gritou. A dona virou para ela com uma cara de raiva e acelerou, fechando o último espaço existente na rua.
Ah... a comerciante não teve dúvidas e com toda a boa educação que recebeu, disparou: "Oh sua feia!!!". Eu me parti de rir, arrancando risos do motorista da referida Kombi. A dona saiu cantando os oneus e quase morreu com o carro, afinal, machismo à parte, mulher não sabe cantar pneu (hehehe).
01 junho 2009
o REI é FODA...
Mesmo estando com as juntas doendo (coisa de velho, eu sei), não posso deixar de escrever nesse momento de pura emoção. Com todos os pelos arrepiados, escrevo esse texto para reverenciar, mais do que nunca, o nome de Roberto Carlos como o REI da música brasileira.
Há pouco a Globo passou parte do especial "Elas cantam Roberto". Para mim, foi um turbilhão de emoções. Não estou exagerando... desde a primeira nota cantata por Ivete Sangalo, passando pela EXTRAORDINÁRIA Nana Caymmi, a maravilhosa Alcione e muitas outras cantoras brasileiras, até o desfecho engraçadissimo do Rei cantando com todas elas, não desgrudei os olhos da TV.
A interpretação de Marília Pêra da música 110km, 120km, 200km/h. foi qualquer coisa de épico. Ela, com uma voz esganiçada, se emocionou na interpretação e nos emocionou da mesma forma. Incrível.
Foi um raro momento de beleza (em todos os sentidos) da TV. Para mim, para ficar na história. Se lançarem em DVD, eu compro (ou aceito presente, beleza?). FOi emocionante... e para mim, uma espécie de "esquenta" para setembro. Neste mês, o REI estará aqui em Curitiba e não perderei esse show por NADA no mundo.
Após um momente histérico de tiete, me despeço de vocês
.
Há pouco a Globo passou parte do especial "Elas cantam Roberto". Para mim, foi um turbilhão de emoções. Não estou exagerando... desde a primeira nota cantata por Ivete Sangalo, passando pela EXTRAORDINÁRIA Nana Caymmi, a maravilhosa Alcione e muitas outras cantoras brasileiras, até o desfecho engraçadissimo do Rei cantando com todas elas, não desgrudei os olhos da TV.
A interpretação de Marília Pêra da música 110km, 120km, 200km/h. foi qualquer coisa de épico. Ela, com uma voz esganiçada, se emocionou na interpretação e nos emocionou da mesma forma. Incrível.
Foi um raro momento de beleza (em todos os sentidos) da TV. Para mim, para ficar na história. Se lançarem em DVD, eu compro (ou aceito presente, beleza?). FOi emocionante... e para mim, uma espécie de "esquenta" para setembro. Neste mês, o REI estará aqui em Curitiba e não perderei esse show por NADA no mundo.
Após um momente histérico de tiete, me despeço de vocês
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28 maio 2009
mãos macias...
E a Copa vem mesmo para Curitiba.
Alguém aqui, sinceramente, já conseguiu formar uma opinião sólida, bem fundamentada, sobre os prós e contras de se realiar o Mundial de Futebol aqui na nossa cidade? Pois é, nem eu. Como um bom bairrista, que realmente veste a camisa curitiboca, não quero ficar de fora dessas. Mas, no final das contas, setá que vai ser bom para a cidade?
Acho que temos algumas vantagens em relação ao Rio de Janeiro, que herdou um problemaão com a realização do Pan. A Arena da Baixada, diferente do Engenhão já existe e não ficará esquecida, jogada as traças e sem ninguém gostar dela. Tipo o Pinheirão. Outra é que as obras que serão feitas para que a Copa "role" também ficarão. E serão úteis. Metrô, ampliação de ruas, melhoras urbanas gerais.
Além disso, se Deus quiser, seguirei labutando com esportes e terei a chance, porque não, de reportar um jogo da minha querida Polska (Polônia, para quem não sabe).
Hoje fui a um almoço patrocinado pela prefeitura de Curitiba. O rango foi na Devons (como é bom comer carne boa, de verdade... não aquelas mentiras como a Nova Estrela, que serve carne assada no dia anterior, vende Fraldinha por Alcatra e serve Picanha de vaca, misturada com Coxão Mole). Lá reencontrei alguns amigos, outros contatos e muitos picaretas. Em um dos momentos cumprimentei o excelentíssimo prefeito Beto Richa. Aqui, cabe um comentário, como tem mãos macias esse prefeito. Cumprimentei umas 50 pessoas, mas o Beto Richa tem mãos de pêssego. Ultimamente o homem não esta pegando na enxada. Hahaha.
Abraços prôceis...
.
Alguém aqui, sinceramente, já conseguiu formar uma opinião sólida, bem fundamentada, sobre os prós e contras de se realiar o Mundial de Futebol aqui na nossa cidade? Pois é, nem eu. Como um bom bairrista, que realmente veste a camisa curitiboca, não quero ficar de fora dessas. Mas, no final das contas, setá que vai ser bom para a cidade?
Acho que temos algumas vantagens em relação ao Rio de Janeiro, que herdou um problemaão com a realização do Pan. A Arena da Baixada, diferente do Engenhão já existe e não ficará esquecida, jogada as traças e sem ninguém gostar dela. Tipo o Pinheirão. Outra é que as obras que serão feitas para que a Copa "role" também ficarão. E serão úteis. Metrô, ampliação de ruas, melhoras urbanas gerais.
Além disso, se Deus quiser, seguirei labutando com esportes e terei a chance, porque não, de reportar um jogo da minha querida Polska (Polônia, para quem não sabe).
Hoje fui a um almoço patrocinado pela prefeitura de Curitiba. O rango foi na Devons (como é bom comer carne boa, de verdade... não aquelas mentiras como a Nova Estrela, que serve carne assada no dia anterior, vende Fraldinha por Alcatra e serve Picanha de vaca, misturada com Coxão Mole). Lá reencontrei alguns amigos, outros contatos e muitos picaretas. Em um dos momentos cumprimentei o excelentíssimo prefeito Beto Richa. Aqui, cabe um comentário, como tem mãos macias esse prefeito. Cumprimentei umas 50 pessoas, mas o Beto Richa tem mãos de pêssego. Ultimamente o homem não esta pegando na enxada. Hahaha.
Abraços prôceis...
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22 maio 2009
twitterzando...
Eu "twitterzeio" agora. Acho que isso pode ser um sinal de que as atualizações aqui serão menos frequentes, se bem que lá só posso escrever 140 toques, o que é bastante irritante.
De qualquer modo, aqui está: http://twitter.com/osimprao
Abraço proceis.
.
De qualquer modo, aqui está: http://twitter.com/osimprao
Abraço proceis.
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19 maio 2009
é de matar...
Vai tomar no butiá mesmo. Falei sobre o lance das doações no último post. Hoje vi duas notícias igualmente assustadoras no Jornal Hoje. A primeira de que um carregamento de donativos foi quase saqueado no Maranhão após os flagelados abordarem um helicóptero que chegava com comida e roupa. Tiveram que por militares armados para controlar a patuléia. Isso prova que as doações estão sendo insuficientes. Pouca coisa tem chegado e quando chega, causa alvoroço e correria. Que situação triste.
A segunda notícia mostra um cara em Ilhota-SC, município dos mais atingidos pelas chuvas em Santa Catarina, que teria desviado roupas e comida que seriam doadas aos necessitados e estava vendendo as vestimentas em um brechó que ele teria aberto, cada peça por 1 real. É de estourar as pregas do butiá mesmo. Brincadeira.
Eu não gosto de doar dinheiro poque não sei o que farão com ele... mas agora nem roupas e alimentos posso doar, pois um lazarento pode desiar e vender
A segunda notícia mostra um cara em Ilhota-SC, município dos mais atingidos pelas chuvas em Santa Catarina, que teria desviado roupas e comida que seriam doadas aos necessitados e estava vendendo as vestimentas em um brechó que ele teria aberto, cada peça por 1 real. É de estourar as pregas do butiá mesmo. Brincadeira.
Eu não gosto de doar dinheiro poque não sei o que farão com ele... mas agora nem roupas e alimentos posso doar, pois um lazarento pode desiar e vender
11 maio 2009
todos iguais...
Imagino que seja por sermos vizinhos ou coisas parecidas. Mas, diacho, porque não se vê aquele mesmo clima de solidariedade e fraternidade vistos nas enchentes de Santa Catarina no caso das inundações do Nordeste? Bicho, na real, qual é a diferença? Tem criança morrendo de leptospirose, famílias perdendo tudo que tinham, desde parentes, até aquela TV 14 polegadas comprada no crediário. E pior, tudo potencializado pela pobreza desgraçada do nordeste brasileiro, longe do ângulo que mostra Jericoacoáras e Pelourinhos da vida.
Acredito que você já tenha pensado: "Putz, que foda né? Olha o nível dessa água". Que coisa.... Mas e aí? Já doou um galão de cinco litros de água em alguma Havan, em algum mercado ou mesmo no corpo de bombeiros? Não né. Nem eu... mas não por falta de vontade ou por colocar os irmãos nordestinos em um nível de importância menor que os catarinenses. Mas, especificamente, por não saber como. Não se tem uma campanha organizada para angariar donativos com 0,5% da força com que teve para ajudar os catarinas.
O que fazer? Como doar? Vocês sabem? Googlando, achei uma conta corrente aberta pelo poder público do Ceará para se fazer doações. Mas eu não acredito em dar dinheiro para ninguém. Se está com fome, te dou um prato de comida. Sede, tome água. De qualquer forma, para quem quiser, agência: 2201-2, CONTA: 2009-5, em nome de: Vítimas Enchentes 2009, do Banco do Brasil.
Se souberem de algum lugar onde posso doar água, comida ou coisas assim, por favor, me avisem. Um abraço solidário...
.
Acredito que você já tenha pensado: "Putz, que foda né? Olha o nível dessa água". Que coisa.... Mas e aí? Já doou um galão de cinco litros de água em alguma Havan, em algum mercado ou mesmo no corpo de bombeiros? Não né. Nem eu... mas não por falta de vontade ou por colocar os irmãos nordestinos em um nível de importância menor que os catarinenses. Mas, especificamente, por não saber como. Não se tem uma campanha organizada para angariar donativos com 0,5% da força com que teve para ajudar os catarinas.
O que fazer? Como doar? Vocês sabem? Googlando, achei uma conta corrente aberta pelo poder público do Ceará para se fazer doações. Mas eu não acredito em dar dinheiro para ninguém. Se está com fome, te dou um prato de comida. Sede, tome água. De qualquer forma, para quem quiser, agência: 2201-2, CONTA: 2009-5, em nome de: Vítimas Enchentes 2009, do Banco do Brasil.
Se souberem de algum lugar onde posso doar água, comida ou coisas assim, por favor, me avisem. Um abraço solidário...
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30 abril 2009
atchim óinc...
E a gripe suína hein? Parece que de tempos em tempos eles (os chefes) inventam alguma coisa para entretar o povo. Para desviar o foco de alguns problemas, criam-se outros para que o tempo destinado a pensar e descobrir os podres, seja gasto de maneira menos rebelde e contestadora.
Gripe é gripe porra. Desde o tempo da minha vó virgem se trata com repouso, uma canja, um agasalho reforçado, um chá com mel e com paracetamol. Acho que o que estão fazendo agora é uma manobra política. Se tivesse surgido no Brasil, esse papo seria para desviar as atenções para as farras aéreas dos nossos políticos.
Dizem que países europeus, também vítimas da gripe, pararam de importar carne de porco de alguns países. Porra... porco morto não espirra :) To esperando que com essa polêmica toda, gerando acúmulo de estoque nos frigoríficos, o preço da costeleta de porco finalmente baixe. Tá muito caro e mal consigo saciar meu incontrolável desejo em devorá-las. Hoje, ainda, o preço está pela hora da morte.
Espero que baixe...
ps: atualizado às 1h17 do dia 1º de maio, após levar mijada da minha mãe pelos erros de digitação. Além da bronca por eu ter escrito "méu" ao invés de "mel".
Gripe é gripe porra. Desde o tempo da minha vó virgem se trata com repouso, uma canja, um agasalho reforçado, um chá com mel e com paracetamol. Acho que o que estão fazendo agora é uma manobra política. Se tivesse surgido no Brasil, esse papo seria para desviar as atenções para as farras aéreas dos nossos políticos.
Dizem que países europeus, também vítimas da gripe, pararam de importar carne de porco de alguns países. Porra... porco morto não espirra :) To esperando que com essa polêmica toda, gerando acúmulo de estoque nos frigoríficos, o preço da costeleta de porco finalmente baixe. Tá muito caro e mal consigo saciar meu incontrolável desejo em devorá-las. Hoje, ainda, o preço está pela hora da morte.
Espero que baixe...
ps: atualizado às 1h17 do dia 1º de maio, após levar mijada da minha mãe pelos erros de digitação. Além da bronca por eu ter escrito "méu" ao invés de "mel".
14 abril 2009
susan boyle...
Bom, costumeiramente vocês precisam aguardar pelo menos uma semana para saborear (???) um textonovo desta pessoa aqui chamada EU. Bom... TIVE que postar isso hoje.
Prometam que vocês irão assistir ao vídeo logo aií de baixo. Depois, peço a gentileza de comentarem o que vocês acharam e sentiram. Sejam sinceros, por favor.
Vamos ver se pensaram o mesmo que eu. Minha opinião está lá nos comentários, mas antes de acessá-los, assista ao vídeo. Não sei se tudo é verdade, mas toda história, bem contadinha, se torna uma fábula.
Por hoje é só...
.
Prometam que vocês irão assistir ao vídeo logo aií de baixo. Depois, peço a gentileza de comentarem o que vocês acharam e sentiram. Sejam sinceros, por favor.
Vamos ver se pensaram o mesmo que eu. Minha opinião está lá nos comentários, mas antes de acessá-los, assista ao vídeo. Não sei se tudo é verdade, mas toda história, bem contadinha, se torna uma fábula.
Por hoje é só...
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12 abril 2009
eu e o alemão...
Hoje, dia 11 de abril. Cheguei provavelmente no maior e melhor momento da minha vida automobilística. Desde os 10, 11 anos, quando sentado no colo do meu pai eu dava meus primeiros pisca-piscas atrás do volante de uma velha Belina Del Rey, o gosto pela velocidade se desenvolvia em mim e entre os muitos sonhos de criança – que passaram por ser policial, cantor e, é claro, jogador de futebol – ser piloto era o mais emocionante.
Cativado por pilotagens espetaculares de Ayrton Senna, Alain Prost e Nigel Mansell, cultivei, mesmo que em segredo, o sonho de pilotar um Fórmula 1, um Fórmula Indy, um carro da Nascar ou um opala da Stock Car.
O tempo passou e inúmeros motivos me afastaram deste sonho. Cheguei a ser piloto vez ou outra, mas fazia isso com um controle de vídeo-game nas mãos ou atrás de um volante de fliperama. Já mais velho, apaixonado e imerso no universo do jornalismo, preferi me dedicar à velocidade profissionalmente, tanto no jeito de se comunicar (com o imediatismo do rádio e agora da internet), como na cobertura de alguns eventos esportivos, entre eles o automobilismo.
No fundo a esperança de ser piloto se renovava ao ver, no final da década de 90, o roliço Paul Tracy dando show na Fórmula Indy, mas eu, sem patrocínio, “velho” e perto dos meus 100 quilos, resolvi deixar de lado de uma vez por todas o sonho das pistas e mergulhar nas letras do jornalismo.
Como motorista comum, o mais longe que fui foi levar a saudosa Paola do meu irmão (Ele deu este nome a sua Alfa Romeo 164 Super 24v, que também era conhecida como prostituta italiana, pois levava tudo que meu mano veio tinha na carteira) aos 205 km/h. Ela ia mais longe, mas confesso que me amarelei e deixei aquela montoeira de cavalos amansar.
Toda essa enrolação nos leva até este sábado, véspera de Pascoa, quando voeei a 220km/h ao lado do supercampeão de Stock Car Ingo “Alemão” Hoffmann (12 vezes campeão da Stock). Em evento realizado e oferecido para a imprensa e convidados, tive o privilégio de dar uma volta (uma só, que merda) no Autódromo Internacional de Curitiba (que curiosamente fica no município vizinho de Pinhais) como “carona” do Alemão.
Experiência muito divertida... única mesmo. Velocidade, emoção e a famosa adrenalina correndo solta nas veias. O veio Ingo se divertia e eu me agarrava nas tubulações do Stock. Valeu muito a pena.
Registrei a aventura em vídeo, mas a velocidade + trepidação, resultou nesse vídeo que segue. A qualidade é padrão criança de 5 anos com Parkinson, mas vá lá. Foi muito bom.
Só para quem já aparece duvidando que fui eu mesmo quem fez o vídeo, segue foto minha com o Alemão... hehehe. Um meio perfil, claro, pois nao estou aqui para me promover (???) :)

Para ler um relato mais jornalístico do que emotivo, CLIQUE AQUI!
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Cativado por pilotagens espetaculares de Ayrton Senna, Alain Prost e Nigel Mansell, cultivei, mesmo que em segredo, o sonho de pilotar um Fórmula 1, um Fórmula Indy, um carro da Nascar ou um opala da Stock Car.
O tempo passou e inúmeros motivos me afastaram deste sonho. Cheguei a ser piloto vez ou outra, mas fazia isso com um controle de vídeo-game nas mãos ou atrás de um volante de fliperama. Já mais velho, apaixonado e imerso no universo do jornalismo, preferi me dedicar à velocidade profissionalmente, tanto no jeito de se comunicar (com o imediatismo do rádio e agora da internet), como na cobertura de alguns eventos esportivos, entre eles o automobilismo.
No fundo a esperança de ser piloto se renovava ao ver, no final da década de 90, o roliço Paul Tracy dando show na Fórmula Indy, mas eu, sem patrocínio, “velho” e perto dos meus 100 quilos, resolvi deixar de lado de uma vez por todas o sonho das pistas e mergulhar nas letras do jornalismo.
Como motorista comum, o mais longe que fui foi levar a saudosa Paola do meu irmão (Ele deu este nome a sua Alfa Romeo 164 Super 24v, que também era conhecida como prostituta italiana, pois levava tudo que meu mano veio tinha na carteira) aos 205 km/h. Ela ia mais longe, mas confesso que me amarelei e deixei aquela montoeira de cavalos amansar.
Toda essa enrolação nos leva até este sábado, véspera de Pascoa, quando voeei a 220km/h ao lado do supercampeão de Stock Car Ingo “Alemão” Hoffmann (12 vezes campeão da Stock). Em evento realizado e oferecido para a imprensa e convidados, tive o privilégio de dar uma volta (uma só, que merda) no Autódromo Internacional de Curitiba (que curiosamente fica no município vizinho de Pinhais) como “carona” do Alemão.
Experiência muito divertida... única mesmo. Velocidade, emoção e a famosa adrenalina correndo solta nas veias. O veio Ingo se divertia e eu me agarrava nas tubulações do Stock. Valeu muito a pena.
Registrei a aventura em vídeo, mas a velocidade + trepidação, resultou nesse vídeo que segue. A qualidade é padrão criança de 5 anos com Parkinson, mas vá lá. Foi muito bom.
Só para quem já aparece duvidando que fui eu mesmo quem fez o vídeo, segue foto minha com o Alemão... hehehe. Um meio perfil, claro, pois nao estou aqui para me promover (???) :)

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06 abril 2009
um sonho azul...
Estou lendo o livro O Som e a Fúria de Tim Maia, de Nelson Motta. A biografia conta a história, desde o nascimento, até a morte, de um dos maiores artistas que o Brasil já viu. Toda a intensidade da vida do ENORME Sebastião Maia.
Despido de qualquer puritanismo, tá aí um cara que viveu. Tudo bem que sempre chapado de maconha, ácido e outras drogas, o grande TIM viveu intensamente todos os momentos da sua vida.
Uma das passagens mais curiosas até agora é aquela que conta como a música Azul da Cor do Mar foi composta. Tim, fudido e mal pago, sem ser o sucesso que se tornou, estava morando com dois amigos e dormia em um sofá apelidado de Dromedário (voces devem imaginar o porque do apelido). Um belo dia, sozinho, depressivo e cheio de maconha na cabeça, Tim foi à forra. Aproveitando que os amigos viajaram, ele dormiu o sono dos justos na cama de um dos companheiros.
Durante uma de suas viagens etílicas e entorpecentes, sozinho e sem dar umazinha há tempos, ficou a contemplar um pôster que decorava o apartamento. Na imagem, uma bela morena, de coxas grossas e cabelos longos, dava um colorido mais especial a uma bela praia do Taiti, "inundada" de um mar azul, tão azul que ele nunca imaginara. Com a carreira à perigo, sem perspectivas, ele resolveu tomar uma última iniciativa.
Tomado por uma força do além, "garrou" uma caneta e um papel e compôs Azul da Cor do Mar. Apesar se manjada, posto a seguir a letra da canção. De posse dessas informações sobre a história da música, a análise da letra ganha um novo sentido. Ganhou para mim, pelo menos.
Azul da Cor do Mar (letra: Tim Maia)
Ah!
Se o mundo inteiro
Me pudesse ouvir
Tenho muito prá contar
Dizer que aprendi...
E na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce prá sofrer
Enquanto o outro ri..
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...
Abaixo segue a música, com uma animaçãozinha tosca.
.
Despido de qualquer puritanismo, tá aí um cara que viveu. Tudo bem que sempre chapado de maconha, ácido e outras drogas, o grande TIM viveu intensamente todos os momentos da sua vida.
Uma das passagens mais curiosas até agora é aquela que conta como a música Azul da Cor do Mar foi composta. Tim, fudido e mal pago, sem ser o sucesso que se tornou, estava morando com dois amigos e dormia em um sofá apelidado de Dromedário (voces devem imaginar o porque do apelido). Um belo dia, sozinho, depressivo e cheio de maconha na cabeça, Tim foi à forra. Aproveitando que os amigos viajaram, ele dormiu o sono dos justos na cama de um dos companheiros.
Durante uma de suas viagens etílicas e entorpecentes, sozinho e sem dar umazinha há tempos, ficou a contemplar um pôster que decorava o apartamento. Na imagem, uma bela morena, de coxas grossas e cabelos longos, dava um colorido mais especial a uma bela praia do Taiti, "inundada" de um mar azul, tão azul que ele nunca imaginara. Com a carreira à perigo, sem perspectivas, ele resolveu tomar uma última iniciativa.
Tomado por uma força do além, "garrou" uma caneta e um papel e compôs Azul da Cor do Mar. Apesar se manjada, posto a seguir a letra da canção. De posse dessas informações sobre a história da música, a análise da letra ganha um novo sentido. Ganhou para mim, pelo menos.
Azul da Cor do Mar (letra: Tim Maia)
Ah!
Se o mundo inteiro
Me pudesse ouvir
Tenho muito prá contar
Dizer que aprendi...
E na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce prá sofrer
Enquanto o outro ri..
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...
Abaixo segue a música, com uma animaçãozinha tosca.
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30 março 2009
papo de busão IV (?)
Personagens:
Jão, motorista da linha Detran/Vic Machado, 40 e poucos anos. Zé, cobrador, 60 ou 70 e poucos (não sei, porque os negros não envelhecem)
Assunto:
Educação infantil
A conversa:
Jão - Essa juventude tá perdida mesmo
Zé - Tá mesmo. No meu tempo não era assim
- Pois é...Hoje ninguem respeita ninguém e os pais são apenas considerados colegas das crianças... e colegas distantes, nem amigo são
- É... Graças a Deus acabei de criar minhas filhas faz muito tempo. Hoje estão bem e não precisam mais do pai
- Pois olhe... não é fácil não. Hoje as mulheres não se tornam mais mães de família. Donas de casa. Estão tudo perdidas por aí
- Ninguem segura mais né
- Deixa eu te contar. Dia desses cheguei em casa lá pelas 19h e minha mulher veio que dizer que a guria não tinha vindo da escola.
- Vixi, é mesmo?
- Pois então...peguei o carro e fui atrás, rodando o bairro todo. Encontrei ela, com mais duas amigas e uns 4 pias conversando e se divertindo, enquanto eu e a mãe dela estávamops lá preocupados...
- E aí?
- Aí que botei ela para dentro do carro na bordoada. Ela xispou para dentro quietinha para não levar no lombo.
- Ah mas não precisa disso.
- Não? Pergunta se ela fez isso outra vez? Fez nada... nunca mais. Onde vai avisa e só chega em casa no horário. Dá até gosto de ver. Se deixar frouxo, eles montam na gente
- Mas eu criei minhas filhas sem nunca ter relado a mão delas
- Mas se merece tem que levar umas palmadas mesmo
- Acho que não precisa. Precisa de Deus e de uma boa conversa. Hoje todas trabalha e são muito bem casadas, com homens bons e trabalhadores.
- Acho tudo isso muito bonito, mas meus filhos eu crio assim. E tá dando resultado. A menina tá namorando um rapaz bom também. É cabeludo, mas trabalha bastante (Nota do blogueiro: hahahahaha Cabeludo, voces sabem, para mim "é tudo viado")
- Cada um é cada um né? Voce pensa assim e tomara que tuas filhas não te envergonhem um dia
- Nunca... se saírem da linha, a gente conversa beeeem de pertinho.
- Deus te ouça. Somos pais orgulhosos então
- Somos sim, cada um do seu jeito.
xxx
Pois olhem. Eu achoq ue cada um tem um pouco de razão. Mais o zé, do que o jão. Acho que umas palmadas podem fazer parte da educação de uma criança. Eu levei algumas e não virei bandido por causa disso e nunca desrespeitei meus pais.
Mas família, Deus e conversa, são ingredientes indispensáveis.
Cada um é cada um, mas dá tristeza de ver o quão mal educados estão os jovens de hoje em dia. Ninguém cumprimenta, se despede, agradece, é gentil. Não custa nada, NADA, ser educado e dar um sorriso. Isso abre portas que você nem imagina.
O post de hoje mostra o quão velho o Tio Simprão está ficando. Mas fico deveras preocupado de pôr um ranhentinho no mundo... um lugar sem respeito, caráter e amor.
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Jão, motorista da linha Detran/Vic Machado, 40 e poucos anos. Zé, cobrador, 60 ou 70 e poucos (não sei, porque os negros não envelhecem)
Assunto:
Educação infantil
A conversa:
Jão - Essa juventude tá perdida mesmo
Zé - Tá mesmo. No meu tempo não era assim
- Pois é...Hoje ninguem respeita ninguém e os pais são apenas considerados colegas das crianças... e colegas distantes, nem amigo são
- É... Graças a Deus acabei de criar minhas filhas faz muito tempo. Hoje estão bem e não precisam mais do pai
- Pois olhe... não é fácil não. Hoje as mulheres não se tornam mais mães de família. Donas de casa. Estão tudo perdidas por aí
- Ninguem segura mais né
- Deixa eu te contar. Dia desses cheguei em casa lá pelas 19h e minha mulher veio que dizer que a guria não tinha vindo da escola.
- Vixi, é mesmo?
- Pois então...peguei o carro e fui atrás, rodando o bairro todo. Encontrei ela, com mais duas amigas e uns 4 pias conversando e se divertindo, enquanto eu e a mãe dela estávamops lá preocupados...
- E aí?
- Aí que botei ela para dentro do carro na bordoada. Ela xispou para dentro quietinha para não levar no lombo.
- Ah mas não precisa disso.
- Não? Pergunta se ela fez isso outra vez? Fez nada... nunca mais. Onde vai avisa e só chega em casa no horário. Dá até gosto de ver. Se deixar frouxo, eles montam na gente
- Mas eu criei minhas filhas sem nunca ter relado a mão delas
- Mas se merece tem que levar umas palmadas mesmo
- Acho que não precisa. Precisa de Deus e de uma boa conversa. Hoje todas trabalha e são muito bem casadas, com homens bons e trabalhadores.
- Acho tudo isso muito bonito, mas meus filhos eu crio assim. E tá dando resultado. A menina tá namorando um rapaz bom também. É cabeludo, mas trabalha bastante (Nota do blogueiro: hahahahaha Cabeludo, voces sabem, para mim "é tudo viado")
- Cada um é cada um né? Voce pensa assim e tomara que tuas filhas não te envergonhem um dia
- Nunca... se saírem da linha, a gente conversa beeeem de pertinho.
- Deus te ouça. Somos pais orgulhosos então
- Somos sim, cada um do seu jeito.
xxx
Pois olhem. Eu achoq ue cada um tem um pouco de razão. Mais o zé, do que o jão. Acho que umas palmadas podem fazer parte da educação de uma criança. Eu levei algumas e não virei bandido por causa disso e nunca desrespeitei meus pais.
Mas família, Deus e conversa, são ingredientes indispensáveis.
Cada um é cada um, mas dá tristeza de ver o quão mal educados estão os jovens de hoje em dia. Ninguém cumprimenta, se despede, agradece, é gentil. Não custa nada, NADA, ser educado e dar um sorriso. Isso abre portas que você nem imagina.
O post de hoje mostra o quão velho o Tio Simprão está ficando. Mas fico deveras preocupado de pôr um ranhentinho no mundo... um lugar sem respeito, caráter e amor.
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24 março 2009
linha "vermelha" (de raiva)
Quando a idéia da Linha Verde surgiu, ainda com o nome de BR Cidade, achei maravilhosa. Seria uma revolução urbana com proporções semelhantes as que o ex-prefeito Jaime Lerner proporcionou à cidade em seus mandatos.
O principal objetivo era criar um eixo de transporte público entre as regiões norte e sul da cidade, além de acabar com os constantes congestionamentos na região, principalmente no final da Augusto Stresser, no trevo da Puc, na Marechal Floriano e no Xaxim. A construção de trincheiras e viadutos, com a consequente retirada dos sinaleiros, que eliminaria o trânsito lento.
Mas, oque os gênios da nosso adminsitração pública fizeram? Ao invés de construir os viadutos e trincheiras, e tirar os sinaleiros, os desgraçados enfiaram uma dezena de semáfaros a mais. No trecho entre a Puc e o Xaxim, onde antes haviam quatro sinaleiros, existem pelo menos OITO. É uma conta fácil, meu Deus do céu. os sinaleiros FODEM o trânsito e os caras, ao invés de elliminálos, MULTIPLICARAN-NOS.
É uma senhora palhaçada.
Sei que todo mundo já se "apercebeu" disso, maseu tinha que me expressar e perguntar? Quem foi o jegue que projetou esse absurdo que é a Linha Verde? Quem passa por ali nota facilmente que o asfalto ficou bom (não ótimo, pois existem muitas ondulações e, pasmem, remendos), mas o trânsito PIOROU MUITO.
Eu tenho uma teoria. O nosso prefeito, sabiamente, deixou as trincheiras e os viadutos para um segundo plano... leia-se para concorrer ao governo do Paraná e ter um trunfo nas mangas. Ele nem precisaria disso, mas acho que como por mágica, as trincheiras e os viadutos irão surgir como proposta de campanha para acabar com o caótico trânsito da Linha Verde.
Além disso, com as distrações que serão geradas pela Copa do Mundo, devem atrasar, e muito, a chegada da Linha Verde ao seu trecho final, bem próximo da casa dos meus pais e da minha futura moradia.
O que vocês estão achando dessa nova avenida?
O principal objetivo era criar um eixo de transporte público entre as regiões norte e sul da cidade, além de acabar com os constantes congestionamentos na região, principalmente no final da Augusto Stresser, no trevo da Puc, na Marechal Floriano e no Xaxim. A construção de trincheiras e viadutos, com a consequente retirada dos sinaleiros, que eliminaria o trânsito lento.
Mas, oque os gênios da nosso adminsitração pública fizeram? Ao invés de construir os viadutos e trincheiras, e tirar os sinaleiros, os desgraçados enfiaram uma dezena de semáfaros a mais. No trecho entre a Puc e o Xaxim, onde antes haviam quatro sinaleiros, existem pelo menos OITO. É uma conta fácil, meu Deus do céu. os sinaleiros FODEM o trânsito e os caras, ao invés de elliminálos, MULTIPLICARAN-NOS.
É uma senhora palhaçada.
Sei que todo mundo já se "apercebeu" disso, maseu tinha que me expressar e perguntar? Quem foi o jegue que projetou esse absurdo que é a Linha Verde? Quem passa por ali nota facilmente que o asfalto ficou bom (não ótimo, pois existem muitas ondulações e, pasmem, remendos), mas o trânsito PIOROU MUITO.
Eu tenho uma teoria. O nosso prefeito, sabiamente, deixou as trincheiras e os viadutos para um segundo plano... leia-se para concorrer ao governo do Paraná e ter um trunfo nas mangas. Ele nem precisaria disso, mas acho que como por mágica, as trincheiras e os viadutos irão surgir como proposta de campanha para acabar com o caótico trânsito da Linha Verde.
Além disso, com as distrações que serão geradas pela Copa do Mundo, devem atrasar, e muito, a chegada da Linha Verde ao seu trecho final, bem próximo da casa dos meus pais e da minha futura moradia.
O que vocês estão achando dessa nova avenida?
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