30 abril 2009

atchim óinc...

E a gripe suína hein? Parece que de tempos em tempos eles (os chefes) inventam alguma coisa para entretar o povo. Para desviar o foco de alguns problemas, criam-se outros para que o tempo destinado a pensar e descobrir os podres, seja gasto de maneira menos rebelde e contestadora.

Gripe é gripe porra. Desde o tempo da minha vó virgem se trata com repouso, uma canja, um agasalho reforçado, um chá com mel e com paracetamol. Acho que o que estão fazendo agora é uma manobra política. Se tivesse surgido no Brasil, esse papo seria para desviar as atenções para as farras aéreas dos nossos políticos.

Dizem que países europeus, também vítimas da gripe, pararam de importar carne de porco de alguns países. Porra... porco morto não espirra :) To esperando que com essa polêmica toda, gerando acúmulo de estoque nos frigoríficos, o preço da costeleta de porco finalmente baixe. Tá muito caro e mal consigo saciar meu incontrolável desejo em devorá-las. Hoje, ainda, o preço está pela hora da morte.

Espero que baixe...

ps: atualizado às 1h17 do dia 1º de maio, após levar mijada da minha mãe pelos erros de digitação. Além da bronca por eu ter escrito "méu" ao invés de "mel".

14 abril 2009

susan boyle...

Bom, costumeiramente vocês precisam aguardar pelo menos uma semana para saborear (???) um textonovo desta pessoa aqui chamada EU. Bom... TIVE que postar isso hoje.

Prometam que vocês irão assistir ao vídeo logo aií de baixo. Depois, peço a gentileza de comentarem o que vocês acharam e sentiram. Sejam sinceros, por favor.



Vamos ver se pensaram o mesmo que eu. Minha opinião está lá nos comentários, mas antes de acessá-los, assista ao vídeo. Não sei se tudo é verdade, mas toda história, bem contadinha, se torna uma fábula.

Por hoje é só...

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12 abril 2009

eu e o alemão...

Hoje, dia 11 de abril. Cheguei provavelmente no maior e melhor momento da minha vida automobilística. Desde os 10, 11 anos, quando sentado no colo do meu pai eu dava meus primeiros pisca-piscas atrás do volante de uma velha Belina Del Rey, o gosto pela velocidade se desenvolvia em mim e entre os muitos sonhos de criança – que passaram por ser policial, cantor e, é claro, jogador de futebol – ser piloto era o mais emocionante.

Cativado por pilotagens espetaculares de Ayrton Senna, Alain Prost e Nigel Mansell, cultivei, mesmo que em segredo, o sonho de pilotar um Fórmula 1, um Fórmula Indy, um carro da Nascar ou um opala da Stock Car.

O tempo passou e inúmeros motivos me afastaram deste sonho. Cheguei a ser piloto vez ou outra, mas fazia isso com um controle de vídeo-game nas mãos ou atrás de um volante de fliperama. Já mais velho, apaixonado e imerso no universo do jornalismo, preferi me dedicar à velocidade profissionalmente, tanto no jeito de se comunicar (com o imediatismo do rádio e agora da internet), como na cobertura de alguns eventos esportivos, entre eles o automobilismo.

No fundo a esperança de ser piloto se renovava ao ver, no final da década de 90, o roliço Paul Tracy dando show na Fórmula Indy, mas eu, sem patrocínio, “velho” e perto dos meus 100 quilos, resolvi deixar de lado de uma vez por todas o sonho das pistas e mergulhar nas letras do jornalismo.

Como motorista comum, o mais longe que fui foi levar a saudosa Paola do meu irmão (Ele deu este nome a sua Alfa Romeo 164 Super 24v, que também era conhecida como prostituta italiana, pois levava tudo que meu mano veio tinha na carteira) aos 205 km/h. Ela ia mais longe, mas confesso que me amarelei e deixei aquela montoeira de cavalos amansar.

Toda essa enrolação nos leva até este sábado, véspera de Pascoa, quando voeei a 220km/h ao lado do supercampeão de Stock Car Ingo “Alemão” Hoffmann (12 vezes campeão da Stock). Em evento realizado e oferecido para a imprensa e convidados, tive o privilégio de dar uma volta (uma só, que merda) no Autódromo Internacional de Curitiba (que curiosamente fica no município vizinho de Pinhais) como “carona” do Alemão.

Experiência muito divertida... única mesmo. Velocidade, emoção e a famosa adrenalina correndo solta nas veias. O veio Ingo se divertia e eu me agarrava nas tubulações do Stock. Valeu muito a pena.

Registrei a aventura em vídeo, mas a velocidade + trepidação, resultou nesse vídeo que segue. A qualidade é padrão criança de 5 anos com Parkinson, mas vá lá. Foi muito bom.



Só para quem já aparece duvidando que fui eu mesmo quem fez o vídeo, segue foto minha com o Alemão... hehehe. Um meio perfil, claro, pois nao estou aqui para me promover (???) :)



Para ler um relato mais jornalístico do que emotivo, CLIQUE AQUI!
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06 abril 2009

um sonho azul...

Estou lendo o livro O Som e a Fúria de Tim Maia, de Nelson Motta. A biografia conta a história, desde o nascimento, até a morte, de um dos maiores artistas que o Brasil já viu. Toda a intensidade da vida do ENORME Sebastião Maia.

Despido de qualquer puritanismo, tá aí um cara que viveu. Tudo bem que sempre chapado de maconha, ácido e outras drogas, o grande TIM viveu intensamente todos os momentos da sua vida.

Uma das passagens mais curiosas até agora é aquela que conta como a música Azul da Cor do Mar foi composta. Tim, fudido e mal pago, sem ser o sucesso que se tornou, estava morando com dois amigos e dormia em um sofá apelidado de Dromedário (voces devem imaginar o porque do apelido). Um belo dia, sozinho, depressivo e cheio de maconha na cabeça, Tim foi à forra. Aproveitando que os amigos viajaram, ele dormiu o sono dos justos na cama de um dos companheiros.

Durante uma de suas viagens etílicas e entorpecentes, sozinho e sem dar umazinha há tempos, ficou a contemplar um pôster que decorava o apartamento. Na imagem, uma bela morena, de coxas grossas e cabelos longos, dava um colorido mais especial a uma bela praia do Taiti, "inundada" de um mar azul, tão azul que ele nunca imaginara. Com a carreira à perigo, sem perspectivas, ele resolveu tomar uma última iniciativa.

Tomado por uma força do além, "garrou" uma caneta e um papel e compôs Azul da Cor do Mar. Apesar se manjada, posto a seguir a letra da canção. De posse dessas informações sobre a história da música, a análise da letra ganha um novo sentido. Ganhou para mim, pelo menos.

Azul da Cor do Mar (letra: Tim Maia)

Ah!
Se o mundo inteiro
Me pudesse ouvir
Tenho muito prá contar
Dizer que aprendi...

E na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce prá sofrer
Enquanto o outro ri..

Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...

Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...

Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...

Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...


Abaixo segue a música, com uma animaçãozinha tosca.


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30 março 2009

papo de busão IV (?)

Personagens:

Jão, motorista da linha Detran/Vic Machado, 40 e poucos anos. Zé, cobrador, 60 ou 70 e poucos (não sei, porque os negros não envelhecem)

Assunto:

Educação infantil

A conversa:

Jão - Essa juventude tá perdida mesmo
Zé - Tá mesmo. No meu tempo não era assim
- Pois é...Hoje ninguem respeita ninguém e os pais são apenas considerados colegas das crianças... e colegas distantes, nem amigo são
- É... Graças a Deus acabei de criar minhas filhas faz muito tempo. Hoje estão bem e não precisam mais do pai
- Pois olhe... não é fácil não. Hoje as mulheres não se tornam mais mães de família. Donas de casa. Estão tudo perdidas por aí
- Ninguem segura mais né
- Deixa eu te contar. Dia desses cheguei em casa lá pelas 19h e minha mulher veio que dizer que a guria não tinha vindo da escola.
- Vixi, é mesmo?
- Pois então...peguei o carro e fui atrás, rodando o bairro todo. Encontrei ela, com mais duas amigas e uns 4 pias conversando e se divertindo, enquanto eu e a mãe dela estávamops lá preocupados...
- E aí?
- Aí que botei ela para dentro do carro na bordoada. Ela xispou para dentro quietinha para não levar no lombo.
- Ah mas não precisa disso.
- Não? Pergunta se ela fez isso outra vez? Fez nada... nunca mais. Onde vai avisa e só chega em casa no horário. Dá até gosto de ver. Se deixar frouxo, eles montam na gente
- Mas eu criei minhas filhas sem nunca ter relado a mão delas
- Mas se merece tem que levar umas palmadas mesmo
- Acho que não precisa. Precisa de Deus e de uma boa conversa. Hoje todas trabalha e são muito bem casadas, com homens bons e trabalhadores.
- Acho tudo isso muito bonito, mas meus filhos eu crio assim. E tá dando resultado. A menina tá namorando um rapaz bom também. É cabeludo, mas trabalha bastante (Nota do blogueiro: hahahahaha Cabeludo, voces sabem, para mim "é tudo viado")
- Cada um é cada um né? Voce pensa assim e tomara que tuas filhas não te envergonhem um dia
- Nunca... se saírem da linha, a gente conversa beeeem de pertinho.
- Deus te ouça. Somos pais orgulhosos então
- Somos sim, cada um do seu jeito.


xxx

Pois olhem. Eu achoq ue cada um tem um pouco de razão. Mais o zé, do que o jão. Acho que umas palmadas podem fazer parte da educação de uma criança. Eu levei algumas e não virei bandido por causa disso e nunca desrespeitei meus pais.

Mas família, Deus e conversa, são ingredientes indispensáveis.

Cada um é cada um, mas dá tristeza de ver o quão mal educados estão os jovens de hoje em dia. Ninguém cumprimenta, se despede, agradece, é gentil. Não custa nada, NADA, ser educado e dar um sorriso. Isso abre portas que você nem imagina.

O post de hoje mostra o quão velho o Tio Simprão está ficando. Mas fico deveras preocupado de pôr um ranhentinho no mundo... um lugar sem respeito, caráter e amor.
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24 março 2009

linha "vermelha" (de raiva)

Quando a idéia da Linha Verde surgiu, ainda com o nome de BR Cidade, achei maravilhosa. Seria uma revolução urbana com proporções semelhantes as que o ex-prefeito Jaime Lerner proporcionou à cidade em seus mandatos.

O principal objetivo era criar um eixo de transporte público entre as regiões norte e sul da cidade, além de acabar com os constantes congestionamentos na região, principalmente no final da Augusto Stresser, no trevo da Puc, na Marechal Floriano e no Xaxim. A construção de trincheiras e viadutos, com a consequente retirada dos sinaleiros, que eliminaria o trânsito lento.

Mas, oque os gênios da nosso adminsitração pública fizeram? Ao invés de construir os viadutos e trincheiras, e tirar os sinaleiros, os desgraçados enfiaram uma dezena de semáfaros a mais. No trecho entre a Puc e o Xaxim, onde antes haviam quatro sinaleiros, existem pelo menos OITO. É uma conta fácil, meu Deus do céu. os sinaleiros FODEM o trânsito e os caras, ao invés de elliminálos, MULTIPLICARAN-NOS.

É uma senhora palhaçada.

Sei que todo mundo já se "apercebeu" disso, maseu tinha que me expressar e perguntar? Quem foi o jegue que projetou esse absurdo que é a Linha Verde? Quem passa por ali nota facilmente que o asfalto ficou bom (não ótimo, pois existem muitas ondulações e, pasmem, remendos), mas o trânsito PIOROU MUITO.

Eu tenho uma teoria. O nosso prefeito, sabiamente, deixou as trincheiras e os viadutos para um segundo plano... leia-se para concorrer ao governo do Paraná e ter um trunfo nas mangas. Ele nem precisaria disso, mas acho que como por mágica, as trincheiras e os viadutos irão surgir como proposta de campanha para acabar com o caótico trânsito da Linha Verde.

Além disso, com as distrações que serão geradas pela Copa do Mundo, devem atrasar, e muito, a chegada da Linha Verde ao seu trecho final, bem próximo da casa dos meus pais e da minha futura moradia.

O que vocês estão achando dessa nova avenida?

19 março 2009

arlindão manda muito...

Gosto um bocado de samba. Desde o de gafiera, até o samba canção. Cartola, Miltinho, Ataulfo Alves, João Nogueira, entre outros. Dois caras que admiro muito e que fazem muito bem aos meus ouvidos são Arlindo Cruz e Sombrinha.

É um samba gostoso, bom de se ouvir, de se cantar, de se sambar. Letras bem humoradas, com histórias, bem escritas e fiéis a um mundo que talvez nem exista mais, mas que nos jogam nos braços do saudosismo.

Com 30 anos de carreira e com suas músicas gravadas mais de 550 vezes por diversos artistas, como Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Jorge Aragão, Almir Guineto, Alcione, Maria Rita, Rappin Hood, Marcelo D2 e muitos outros, Arlindo Cruz virou pop. Tanto que a MTV lança em abril o CD e DVD “MTV ao Vivo Arlindo Cruz”.

O programa vai ao ar pela MTV dia 17 de abril, as 22h30. Confesso que há tempos larguei mão da MTV, um pouco seduzido por otras atrações da TV a cabo, mas muito pela qualidade do canal, que a meu ver caiu muito. De qualquer forma, volto a dar audiência para elas só para prestigiar o Arlindão.

Samba da melhor qualidade, com o selo de aprovação do Simprão. Bah... vê se pode.

Perguntas: Vocês gostam de samba? Já ouviram Arlindo Cruz? Ouçam (a internet, o youtube e e-mule estão aí para isso). Depois me contem o que acharam.

Segue um exemplo ai embaixo...

03 março 2009

tijolo na sapatilha...

Para o pessoal da astrologia, existe o tal de Inferno Astral. É um período em que só acontece cagada na vida do caboclo. Eu não sou muito de acreditar em horóscopo, astrologia e afins. Sou daqueles que acredita quando as previsões são boas, se é que alguma vez elas não são.

De qualquer forma, eu acreditando ou não, os dias que antecederam meu aniversário foram uma bosta, em sua grade maioria. Desde pequenas coisas, até um furo no meu orçamento por problemas com o meu carro. Esperei, ansiosamente, que o período de desgraças passasse e hoje acredito que tudo está mais calmo. Ainda sinto o reflexos do conserto do carro, mas vou me recuperando.

O problema é você se deparar com desgraças ainda maiores e aí se dar conta de que aquilo que você julgava serem problemas, não passavam de pequenos contratempos.

Dia desses saí tarde da firma. Isso acontece quando vamos fazer os jogos durante a noite. Como não existem ônibus circulando com frequencia depois da meia-noite, ganhamos um vale-taxi para ir para casa.

Proseando com o motorista, pude perceber que aquele ditado (desgraça pouca é bobagem) tem muito sentido. Minutos antes de me apanhar no jornal, o cara tinha sido assaltado por dois "meliantes". Os caras, bem vestidos, educados e "faladores", pediram a corrida até a região da Sanepar, perto do parque dos Peladeiros. Na hora de acertar a corrida, cano no pescoço e assalto anunciado.

Todo a grana arrecadada na noite árdua de trabalho foi levada, além dos costumeiros R$ 80ão que se usa para troco. Dois celulares e um relógio. Os bandidos, simpáticos, falaram que o cara podia ficar tranquilo que eles nao fariam nada que o machucasse. Tentaram levar o GPS que o taxista tinha no carro, mas atendendo aos pedidos do profissional do volante (que é novo n serviço e ainda não conhece a cidade direito) deixaram a ferramenta de trabalho. "Pior, tive que agradecer aos caras por nao terem levado o GPS. Pior ainda, quando eles iam saindo disseram que a vida está difícil e por isso eles tem que roubar".

Mesmo com marca do cano do 38 no pescoço e pernas que mal apertavam o acelerador, o valente taxista foi para a lida. Ignorou as recomendações da "central" e foi tentar recuperar o que foi perdido. Vida dura, vida difícil.

Enquanto me contava essa história, o cara me dispara essa: "Porra... ainda por cima minha mulher me largou essa semana". Puta que o pariu. O cara tava muito fodido. Disse também que dias antes gastou uam grana porque o carro quebrou. Lamentou a dificuldade de levar comida para casa e mimos para o filho (de outro casamento frustrado) e da saudade da mulher que o abandonara dias antes.

Depois de tudo isso, vejo que a pedrinha do meu sapato, pode ser bem menos relevante que o tijolo na sapatinha dos outros.

Reclamar é fácil. Lamentar também. E dar a volta por cima?
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13 fevereiro 2009

realizações...

Tá, tudo bem. Ainda não fiz um filho. Mas, pelo que pede a sociedade, sou quase um homem completo e realizado. Já plantei uma árvore (Uma não, várias árvores. Aliás, a última delas - que nem árvore é - já deus seus frutos, como vocês bem podem ver ao final deste texto) e escrevi um livro (não exclusivamente meu, mas já tive poesias publicadas em um, co-escrevi outro com vários ex-colegas de faculdade, além de publicar matérias todos os dias. Aliás, para jornalista de imprensa diária, é quase que uma sacanagem lhe cobrar a autoria de um livro. Fazemos isso por ofício, todos os dias. Cada matéria é um capítulo das nossas ou das vidas de alguém) .

Essa semana, depois de alguns meses de ansiedade, consegui realizar outro sonho. Graças a ajuda fundamental da minha amada noiva Daniele (e, mais importante do que TODOS, meus pais. Além de me proporcionarem a chance de respirar e poder gozar os prazeres da vida, nos ajudaram financeiramente. Sem eles, esse sonho não seria possível), compramos nosso teto. Lugar lindo, do jeito que sempre quis, para começarmos uma vida. Não tem o luxo que você pode imaginar, nem é num bairro nobre da capita, mas é o nosso canto. Ninguém nunca vai nos poder tirar o direito de dizer "nosso canto". Nosso, mas que é nosso no sentindo muito mais amplo do que o casal. É dos meus amigos, da minha família. É de quem eu amo e respeito.

Dali sairão muitas histórias para contar, muitos "causos", muitas fotos, muitas lembranças. O começo de tudo... de uma história de amor familiar. Certamente fonte de inspiração para muitos textos que aqui compartilharei com aqueles que me prestigiam. Aliás, fiés amigos que me dão a honra de passarem por aqui diariamente.

E, para os que lerem esse texto, digo: Ai de vocês se um dia, dentro da minha casa, pedirem para, por exemplo, abrirem a geladeira, pedirem licença para ir ao banheiro, para abrir um guarda-roupas, ou qualquer tipo de formalidade. Não os perdoarei. Minha casa, é sua casa.

Deixem estar... o tempo dirá. Sou um homem feliz.




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09 fevereiro 2009

privacidade...

E a nossa privacidade? Definitivamente ela deixou de existir com a aburda expansão da internet. Não nos sentimos mais sozinhos nesse mundo em momento algum. O fenômeno Google acabou com nossa tentativa de sermos discretos ao comentar uma receita de bolinho de chuva em site de culinária, sem que ninguém saiba. Ou de deixar um perfil em sites de relacionamentos buscando uma transa quente, sem que nossos pais (que hoje estão mais interados das novidades tecnologicas que nós) tenha acesso a isso.

Um bom remédio para não endoidar é ignorar algumas coisas e tentar disponibilizar o mínimo de informações pessoais em qualquer parte da internet e até do seu computador. Afinal, quem me garante que aquela história que foi divulgada ha um tempo atrás, de que a microsoft instalou disposivos de rastreamento e monitoração em tempo integral de tudo que voce faz no computador, não é verdade.

A prova de que é quase impossível se esconder se você já teve algum contato com a internet aconteceu durante minhas férias. Vou contar para vocês...

Em Foz do Iguaçu, durante uma parada no Centro para meus amigos Leandro e Patrícia irem ao banco, um fato inusitado aconteceu. Quando saiu do carro, sem querer, a pati se enroscou na alça da sua maquina fotografica e, sem perceber, a derrubou na rua. Ninguém percebeu. Eu arranquei com o carro para dar a volta na quadra. Olhando pelo retrovisor, esperando o sinal abrir, vi um cara se abaixar, pegar algo no chão, e abrir um largo sorriso. Aquilo me chamou a atenção, ainda não sei bem porque. Foi um pressentimento, um sexto sentido, sei lá.

O cara entrou em um carro e saiu, passando ao lado do meu carro. Por instinto, falei para minha noiva anotar a placa. Ela, rindo, anotou e eu, sem botar muita fé, ri também. Quando Le e Pati voltaram para o carro, adivinha... Ela tinha derrubado a maquina na rua e não é que o cara pegou e entrou naquele carro?

Muito bem. Imediatamente começamos uma jornada investigativa. Pela placa do carro, rapidamente descobrimos o nome do proprietario do veiculo (com a ajuda de contatos no Detran). Tentamos levantar mais informações sem usar a rede e não conseguimos. Chegando no hotel, o casal foi na internet e digitou o nome da mulher (dona do carro) no google. Chazamm... Pirilimpimpim... Cabum... Eles descobriram quase tudo sobre a mulher. Nome de parentes, que ela estava inscrita em concursos publicos, endereço e telefone.

Fomos no local, mas a mulher e o marido (que tinha um tempra, nome do referido carro) haviam se mudado. O telefone nao existia mais. Conversamos com vizinhos e levantamos algumas informacoes... Na lista telefonica, achamos pessoas com sobrenomes iguais e tentamos uma ligacao. No primeiro contato, descobrimos que o cara que atendeu era irmão na mulher em questão. Descobrimos o endereço e fomos lá.

Imaginem a cara do cara quando expliquei a história. Eles, até hoje, não sabem como descobrimos tudo aquilo. A máquina, estava com o Beiço (amigo do motorista do tempra, que encontrou a maquina). Marcamos para o dia seguinte e menos de 24h depois, recuperamos a camera.

Tudo ali, na internet. Privacidade é o cacete.

Hoje procurei pelo telefone de uma fonte para uma matéria e ninguem tinha. Digitei o nome do cara no google e pá... telefone e e-mail à minha disposição. É... definitivamente não estamos mais sozinhos nesse mundo.

02 fevereiro 2009

fé...

Por formação religiosa familiar, sou católico apostólico romano. Confesso que não praticante com fervor, mas já tive meus dias. Época boa, infância feliz, catequese, coral infantil e festas juninas de igreja. Churrascão de domingo.

Aos poucos meu interesse e minha frequência nas igrejas diminuiu consideravélmente. A inúmera série de perguntas sem respostas e, principalmente, por não concordar 100% com algumas das doutrinas pregadas pelo catolicismo, me afastaram do convívio dominical com a igreja.

Minhas dúvidas sobre a real missão do catolicismo vão longe. Eu, por exemplo, sou quase um seguidor do Dan Brown, autor de O Código da Vinci e demais best-sellers. Acho que Jesus foi um homem comum, que conseguiu cativar, emocionar e deixar discipulos, tamanha sua fé e determinação. Mas que foi um homem, semelhante a nós (como a bíblia sempre fez questão de afirmar).

O pé atrás com o catolicismo não é só meu. Com o crescimento de outras religiões, as igrejas foram ficando cada vez mais vazias e a minha particularmente, São Pedro e São Paulo, no Tingui, bate recordes de desistência. Para se ter uma idéia, na minha época, as missas das 10h30 de domingo eram as mais concorridas. Parte de mim acredita que os fiéis iam só para me ver cantar as belas canções religiosas, mas a verdade é que a fé das pessoas era outra. Neste último domingo (e em outros que fui recentemente), a igreja estava vazia, com meia dúzia de gatos pingados).

Hoje o catolicismo é triste. Segue-se com o mesmo discurso de que temos que viver uma vida de penitência para pagarmos o que jesus sofreu por nós. É uma divida, que na minha opinião, pode ser paga de outra forma. Se tudo que prega a bíblia for verdade, considero o que jesus fez foi nos dar uma chance para vivermos melhor e com mais igualdade. Não para sofrermos e temermos a Deus.

Os padres de hoje em dia, salvo raras excessões, também não ajudam. Rezam a missa no mesmo ritmo que os antigos sacerdotes. Com o sotaque polonês e tudo. O sermão fala dos problemas da galiléia e não usam como exemplos as coisas do nosso dia-a-dia. Não há fé que resista. As músicas, por exemplo, também "pioraram". Tentam modernizar a coisa incluindo guitarras e amplificadores, mas cantam letras que, por vezes, tem trechos em latim (ou aramaico, sei lá).

Adoraria educar meus filhos com base no catolicismo, mas não sei não. Hoje, as vezes, me pego acreditando que a igreja só existe para manter a fé nos seus trilhos econômicos... "Quebre uma pedra, e eu estarei lá. Rache uma madeira, que estarei lá". Jesus, Deus ou a fé não precisam de uma "casa" para nos influenciar.

... ah, para quem acha que eu não acredito em Deus, quem mais teria "as moral" de fazer isso aqui embaixo? Não preciso dizer...Estive lá e comprovei que "o cara" é foda.


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27 janeiro 2009

bom conselho...

Vou bem menos ao cinema do que gostaria. Normalmente dou a desculpa da falta de grana para não ir com frequencia, mas no final das contas me pego gastando 10 pila em qualquer boteco xexelento, enquanto poderia gastar metade disso no cinema. Sempre tento mudar isso e, quem sabe, um dia consigo. Não é por falta de "querencia", como diria o caboclo.

Hoje fui ver o novo do Brad Pitt, o Curioso Caso de Benjamin Button. Meu, filme loco da porra. Muito bem produzido e com pelo menos um Oscar garantido. A maquiagem do filme é espetacular. Tanto Brad Pitt quanto Cate Blanchet ficaram perfeitos "envelhecidos", além de darem um show de interpretação. Achei um pouco longo (2h30, talvez um pouco mais), mas é um filme bonito.

A mensagem que passa é bem positiva e nos faz querer jogar pela janela qualquer tipo de relógio. Aproveitar o tempo para viver intensamente é o mote da vez. Ser feliz, sendo simples e valorizando àqueles que amamos. Sem diferenças de cor, credo, orientação. Apenas amar. Um amigo, uma amiga, um amor, um bicho, uma comida, uma paisagem, um instante uma cor, um momento, enfim. Estar com quem se ama, se admira, é um prazer que deve ser vivido intensamente.

Abrace mais, beije mais, toque mais. Não fique acanhado... jamais corra o risco de deixar que alguém que voce ame fique sem saber (ou tercerteza) do seu amor por ela. Parece piegas, não parece? Mas sei lá. As vezes existem pessoas que gostam da gente, gostam mesmo, mas que por uma razão ou outra não nos dizem. É triste isso. Adoraria saber de quem me gosta, o tamanho dessa admiração. Faz bem para a alma. Esse é o verdadeira elixir da juventude.

18 janeiro 2009

o poder das novelas...

Nesta semana que passou terminaram duas novelas que eu vinha acompanhando há algum tempo. A primeira delas Pantanal, reprise oferecida pelo SBT aos brasileiros. A novela que revolucionou a dramaturgia brasileira e serviu a Globo de excelentes atores, terminou numa atípica terça-feira (pelo padrão global acostumamos a ver o último capítulo na sexta, com reprise no sábado).

Para os saudosistas, foi muito prazeiroso acompanhar novamente a novela de Benedito Ruy Barbosa, exibida anteriormente pela Manchete. Interpretações impecáveis como a do Zé Leôncio (Claudio Marzo) e do Tenório (Antônio Petrim) encheram os olhos dos espectadores. Uma das cenas finais, quando o personagemtadeu (Marcos Palmeira) e seu pai Zé Leôncio se reconciliam, me levaram às lágrimas.

Já na sexta-feira acabou a novela A Favorita. Comecei a assistir da metade para o final, principalmente porque todos ao meu redor assistiam. Foi bem bacana também, mas certamente sem o mesmo brilho e nem profundidade do Pantanal.

É impressionante a força que as novelas têm entre as pessoas. Um exemplo desse poder?

No sábado fui a uma pizzaria aqui perto para, obviamente, engordar mais um pouco. Conversando com as meninas que atendem no local recebi uma informação muito curiosa e interessante. Na sexta-feira, durante o horário da novela, um movimento extremamente anormal lotou as pizzarias da cidade. E olhem que na sexta o movimento já bem grande.

Como as "donas de casa" se negaram a cozinhar no horário da novela (claro que isso é uma suposição minha, considerando que o horario das 21h é atípico para jantares, ainda mais nas sextas) o movimento triplicou nos restaurantes. Tanto no balcão, quando pelo telefone. No balcão, mais de 90% das compras foi realizada por homens. As mulheres só pediram pelo telefone.

Eu gosto muito de novela. As classifico como um livro. É evidente que os folhetins são mais pobres e muito menos "cultos", mas não entendo muito bem o radicalismo de algumas pessoas que são contra as novelas.

Como telespectadores, as pessoas têm o maior poder de todos: o controle remoto. Não gostou, mude de canal. Tudo bem que o mundo é cruel e nem sempre tem algo que preste passando no outro canal, mas a liberdade de escolher o que quer assistir é uma vantagem que o espectador tem.

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16 janeiro 2009

crise...

E nessa onda de crise mundial (é crise para tudo quanto é lado), porque não uma crise de criatividade textual? Sinceramente, estou afundado nela. Andei relendo as últimas coisas que escrevi e cheguei a conclusão de que a crise me afetou.

De qualquer forma, espero que tudo passe.

Acho que as coisas devem melhorar na semana que vem. Volto de férias e escrever diariamente, por ofício ou prazer, te fazem exercitar a escrita. Como todo bom exercício, com a prática se chega até a perfeição (ou deveria se chegar).

Projeto um 2009 bacana, mais produtivo e criativo. Tanto no campo profissional, como no pessoal. Muita coisa se definirá nos próximos meses e os rumos da minha vida estão diretamente ligados a esses acontecimentos vindouros.

A sorte está lançada e a crise que vá à puta que pariu.

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15 janeiro 2009

estradas...

Nas minhas férias, que já estão quse no fim, optei por realizar um antigo sonho meu. Quando não tinha carro, sempre quis pegar a estrada e conhecer lugares que não conhecia. No Paraná sempre tive três objetivos claros: Vila Velha, Lapa e Foz do Iguaçu. As duas primeiras eu nunca tinha ido e tão logo tirei minha carteira de motorista e descolei uma caranga, pude conhecê-las.

Coincidência (ou não, obviamente), meus irmãos de coração, Leandro e Patrícia, estavam juntos comigo nessas duas oportunidades. Como não poderia deixar de ser, me acompanharam também na terceira aventura.

Depois de saírmos do litoral paranaense, fomos para Curitiba para uma boa noite de sono. Em seguida, nós quatro (a Daniele junto, é claro) fomos direto para Foz. Por lá rodamos um bocado. Visitamos Ciudad del Este duas vezes, a Argentina umas 4 vezes (incluindo dutty-free, Cassino e Cataratas), as nossas cataratas e tudo mais.

Depois seguimos para Guaíra e Salto del Guairá, também no Paraguai. Em seguida fomos a Campo Mourão e Prudentópolis, para, por fim, retornar a Curitiba. Sete dias depois e quase 2,2 mil quilometros rodados. Boa companhia, muuuitas histórias e o meu noivado depois, me sinto realizado e pronto para mais um desafio. Onde as quatro rodas me levarão na próxima vez? Só Deus sabe, mas de uma coisa eu tenho certeza, da estrada eu nunca irei me afastar.

ps... ah os pedágios. Gastamos, nessa viagem, quase 100 reais em pedágios. Escapamos deles em várias ocasiões, quando cortamos o estado por rodovias públicas. Encontramos alguns trechos bem ruins, mas outros em bom estado. Mas, convenhamos, não tem nada igual a andar em estradas pedagiadas e duplicadas (quando for o caso).

Confesso que não ligo de pagar a taxa para ter uma estrada segura e bem cuidada, mas o preço beira o ridículo. O pedágio de manutenção devia ser regulamentado por alguma lei, ou sei lá o que. Ou então que mantenham esse preço por um período, mas que dupliquem todas as estradas.

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13 janeiro 2009

amar é...

Bem amigos, cá estou eu de volta.

Hoje eu gostaria de falar de um tema que é bastante corriqueiro para mim, mas que as vezes é desconhecido por alguns dos meus colegas (os homens, a maioria, mas também pelas mulheres): o romantismo.

Sou um romântico por natureza. Não sei como isso nasceu em mim, mas faz parte do meu dia-a-dia há muito tempo. Talvez eu tenha mergulhado nesse universo atípico do romantismo pelas dificuldades que um "gordinho bonitinho, mas que é só meu amigo" teve durante uma adolescencia de poucos relacionamentos amorosos.

Por sair atrás dos meus amigos no quesito beleza/formozura, eu precisava me superar para "ganhar" a mulherada nas atitudes... na lábia mesmo. Por isso (e por outros motivos) sempre fui avesso à baladas. Na balada voce ganha a mulher no visual, sem muito tempo para a conversa, a conquista. Gordinhos e gordinhas, feios e feias sofrem meus amigos, tenham certeza disso.

Imerso num universo de romantismo, tendo como parceiros insubstituíveis o rei Roberto Carlos e o mestre Vinicius de Moraes (um popular, outro literato) costrui minha carreira como romântico.

Assim ganhei algumas gatinhas (outras nem tanto), mas sempre pessoas agradáveis, com conteúdo e boas de se conviver. A última delas (última mesmo, literalmente) foi minha Daniele.

Me divertia quando no começo do namoro ouvi várias amigas delas dizendo que meus galanteios, minhas flores, minhas poesias e gentilezas teriam prazo de validade curto. Que eu seria assim só no começo do namoro. Deixo a pergunta no ar, para que ela responda (se um dia aparecer por aqui). Mudei? A maioria, ou todos, os namorados e maridos das amigas delas mudaram... eu não.

Sou assim. Gosto de amar e de deixar isso bem claro. Confesso também que gosto de sofrer por amor. Fico até mais inspirado. Mas, por outro lado, espero não mais sentir isso. Deixo esse meu lado "doente de amor" para os módões sertanejos que tanto gosto.

Enfim... puxei este tema para comunicar a quem me lê que há cerca de cinco dias eu fiquei noivo da Daniele. Pensei, pensei e pensei muito em como tornar o momento inesquecível para mim e para ela. Combinei com um casal de amigos (Leandro e Patricia, obrigado por tudo). Eles levaram as alianças durante a viagem que fizemos a Foz do Iguaçu. Depois de três dias tensos (para mim, já que ela não sabia de nada), fomos nas cataratas, do lado argentino. Como a Garganta do Diabo ao fundo (esquisito para se iniciar o que promete ser um matrimônio não?), pedi a mão dela em casamento. Turistas aplaudiram e uma delas, uma simpática chilena, até chorou.

O amor, definitivamente, está no ar. Mas também nas águas daquela maravilha da natureza chamada Cataratas do Iguaçu.

Experimente o romantismo amigo (a) leitor (a). Eu pratico todos os dias, pois como diria o REI, "Sou aquele amante à moda antiga... do tipo que ainda manda flores".



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02 janeiro 2009

2009...

Minha gente. Obrigado pelas inúmeras visitas desde 2008 que já foi. Desculpem-me se as vezes voces deram com a "cara na porta",sem novas atualizações. Espero que 2009 seja bem melhor para todos... que seja único... inesquecível.

Entro em férias do blog hoje, mas volto em no máximo 15 dias. Voltem, por favor.

abraços para todos. Obrigado pelo carinho de sempre.

26 dezembro 2008

cisne lôco...


Pra quem não sabe, o caboclo aqui tem quase 27 anos completos (faltam menos de dois meses para tal). Moro no mesmo lugar, na minha amada Curitiba, há quase 27 anos (faltam menos de dois meses para tal). E durante esse tempo todo, defendendo com unhas e dentes as maravilhas da minha cidade, demorei quase 27 anos completos (faltando menos de dois meses para tal) para aproveitar um dos cartões postais mais famosos.

Dia desses tive a oportunidade de andar no pedalinho do Parque Barigui. Foi uma aventura muito bacana, principalmente por vivê-la ao lado da minha amada. Tirando o fato de que castiguei meu joelho no apertado espaço reservado para o motorista daquele cisne loco, mas o passeio valeu a pena.

Para quem ainda não fez isso, sempre há tempo. Boa pedida para essa época do ano, principalmente para quem, assim como eu, está de férias. Conheça Curitiba a fundo... voce não irá se arrepender.

17 dezembro 2008

deusa...

Memória privilegiada

Você em toda parte

Onipresente.

Saudade rotineira

Ao cair da tarde

Onipotente.

Sabes que te amo

Já não faço alarde

Onisciente.
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08 dezembro 2008

bicho homem...

É sabido por todos que o ser humano é o animal mais completo da nossa fauna mundial. Essa qualidade se justifica pela grande habilidade de reunir dentro de si mesmo uma série de características popularmente relacionadas a alguns de seus parentes do reino animal.

Em rápido resumo, o homem é o bicho mais burro que existe (tá, não me venham com aquele papo que o Burro é trabalhador, blá blá blá. Notem que citei características POPULARMENTE associadas a outros animais). Certo. O homem é burro em muitos aspectos, principalmente quando se trata do amor. Homem amando é JACU de Burro. Dá até nojo. Faz cada cagada que impressiona, mas se dedica 100% à amada (pelo menos na teoria).

Homem também é traiçoeiro, como uma cobra. Venenoso, como uma aranha (Ei, tô falando do bicho homem, ser humano... que pode ser usada para mulheres também, é óbvio), fanfarrão como um macaco. O homem também é PORCO quando joga lixo nas ruas e também pode ser porco quando é nojento, tarado, etc. Tem o homem Galinha, que vive biscateando por ai, o Leão, valente que só, entre outros.

Puxei o papo de hoje por ai para ilustrar (??? A foto já não se ilustra sozinha???) a foto aí de baixo. Como tem muito homem ANTA que estaciona seu carro onde não deve (me incluo aí, pois cansei de parar em vagas de deficientes em supermercados e shoppings), tem o homem CAVALO para dar esse recado. O que acham desse mundo animal?

Abraços e apreciem a delicadeza, a singeleza do bicho homem...




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